E Se As Guerras Tivessem Contribuído Para Fazer Um Mundo Mais Seguro?

E Se As Guerras Tivessem Contribuído Para Fazer Um Mundo Mais Seguro?

Leo com a fruição, o último livro do historiador britânico e professor da Universidade de Stanford (Califórnia, EUA) Ian Morris, Guerra, O Morris não seja anda por ramos e vai direto à jugular e à vida: afirma-se que as guerras da história conseguiram um mundo mais seguro e mais próspero.

primeiro, a tese pode revolver alguns estômagos. Mas Morris é um debatedor de primeira e um divulgador de nível altíssimo. Sem perder a provocação, usa este grande livro (mais de 600 páginas) para percorrer a história da guerra desde a pré-história (incluindo referências aos primatas) e até mesmo jogar com o futuro para refutar a sua tese.

O historiador fala de guerras “produtivas” (outras são contraproducentes) que criam grandes estados (Externas que, tomara, chegam a poder exercer como policiais mundiais) que conseguem criar um mundo mais estável e seguro. Para Morris (autor também do bem-sucedido porque é que manda Ocidente… por agora?) há que lê-lo e desfrutá-lo. Depois reflexionarlo: o aceitamos suas teses?

Embora o historiador se mostre otimista, a única opção que define de grandes superestados que exerçam a sua força de dissuasão como policiais para fazer um mundo mais seguro pode ser mais assustador do que brilhante. Todos os argumentos que dá no livro são matizables e discutíveis, e o próprio autor é consciente disso.

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Não é em vão, ele aposta, porque, no futuro, a humanidade será capaz de eliminar a guerra, mas que não descarta uma versão do futuro apocalíptico. E mesmo que não aceitemos suas ideias, há que reconhecer não só o bom trabalho narrativa-ao alcance de quase qualquer leitor – mas o esforço por definir tendências em milhares de anos de história e até mesmo décadas no futuro. As teses de Morris são polêmicas e podem resultar sangue pragmáticas ou, até mesmo, de certa forma, idealistas, mas encontram algum respaldo no que nos parece dizer da história.

Se nada disso nos seduz, apenas a narração da história da guerra e a sua evolução técnica, política e social – faz com que sua leitura vale bem a pena. Conclui Morris sua obra dizendo: “A guerra criou paz e prosperidade no planeta, tanta, de fato quase retirou-se para si mesma, embora não de todo. Eis aqui a última paradoxo desta paradoxal história: se realmente queremos um mundo em que a guerra não serve absolutamente de nada, devemos aceitar que a guerra ainda tem um papel a desempenhar nele”. Polêmico e para refletir.

Militantes: são os que estão filiados ao partido, participam activamente de forma constante. Afiliados: estão inscritos no registro do partido e contribuem para o seu financiamento através de quotas periódicas, limitam a sua participação na eleição interna dos candidatos e autoridades. Além disso, o exterior do jogo podem ser encontrados simpatizantes: se mostram favoráveis a seus princípios, mas se mantêm afastados da organização, colaborando com seus votos e comentários.

A coesão interna: em formações políticas pequenas é mais fácil um acordo em torno de valores e objetivos. Mas se aumentam as suas proporções, haverá uma maior heterogeneidade. O estilo político: as grandes agrupamentos são mais pragmáticas. A mobilização dos filiados: o tamanho varia em sentido inverso à participação.

A burocratização: à medida que cresce a organização é mais notável a divisão do trabalho. Se fomentam as desigualdades internas em prol da eficiência do jogo. Panebianco considera que não é possível estabelecer uma relação tão forte de causalidade. Competência: medida em que se torna um ator indispensável para desempenhar um papel determinado.

Joana

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