Dominação Ou Escolha Racional?

Dominação Ou Escolha Racional?

O individualismo é a posição moral, filosófica, política e ideológica, ou simplesmente um ponto de vista social, que enfatiza “a dignidade moral do indivíduo”. ] No lado oposto encontramos o coletivismo. ] e isso começa com a premissa fundamental de que o indivíduo humano é de importância primária na luta pela libertação. Os direitos humanos e a liberdade são a substância de tais teorias. As primeiras idéias do individualismo surgiram da escola cínica, escola que defendia a total liberdade do indivíduo através do desprendimento de bens materiais, a sátira e a tomada de decisões de acordo com o próprio ser.

Na idade média, desenvolve-se o conceito da alma humana individual e a salvação individual. Estas foram a base para o conceito mais elaborado de individualismo que conhecemos hoje. Estas ideias foram drasticamente alteradas durante a revolução industrial. Quando passou de ser uma salvação individual a ser todo um sistema de trabalho individual e de ganho individual com o surgimento do capitalismo.

] nos séculos XX e XXI, o individualismo foi adquirindo força sobre o coletivismo; muitos dos países que optaram pelo coletivismo mudaram a sistemas mais individualistas, como foi o caso da Alemanha e da China. Estes países passaram e ainda estão passando por um processo de adaptação a este novo sistema.

] Os quais, por sua vez, podem ter sido influenciados pela queda da União Soviética. Esses fatores tornam o individualismo, a ideologia dominante na atualidade (início do século XXI). A maioria dos países do mundo têm se adaptado um sistema individualista, o que dificulta o surgimento de outras ideologias alternativas.

Embora o coletivismo permanece existente em alguns países. O individualismo metodológico é um método amplamente utilizado nas ciências sociais. Sustenta que todos os fenômenos sociais —estrutura e mudanças— são, em princípio, explicáveis por itens individuais, ou seja, as propriedades dos indivíduos, como podem ser as suas metas, suas crenças e suas ações. Seus defensores vêem-na como uma filosofia-método destinada à explicação e compreensão ampla da evolução de toda a sociedade como o agregado das decisões dos particulares. Em princípio, é um reducionismo, ou seja, uma redução de explicação de todas as grandes entidades, com referências nas mais pequenas.

O individualismo metodológico nega que uma coletividade seja um organismo independente, que toma decisões, e exige que as ciências sociais fundamentem suas teorias em ação individual. Os efeitos do individualismo nos últimos séculos (XX e XXI) tornaram-se a este um objeto de estudo comum. A controvérsia existente entre a superioridade do individualismo contra o coletivismo é um dos temas abrangidos nas ciências sociais. ] Aspectos tais como a adaptação a um novo sistema, a aculturação provocada por essas mudanças, e mais comumente a controvérsia entre o coletivismo x individualismo.

É notável que tenha provocado um grande interesse nos últimos anos. Fora da linguagem “filosófico” e “sociológico” define-se o individualismo como uma forma de agir de acordo com o seu exclusivo critério, e não de acordo com o da coletividade. Individualismo é comumente usado como sinônimo de: narcisismo, egoísmo, egolatría, etc

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Este uso, na maioria das vezes pejorativo, é muitas vezes associada ao consumismo. ] nos mostra um claro exemplo contemporâneo de um comportamento individualista. Com uma conotação mais neutra se considera o individualismo, uma forma de desenvolver e potenciar as ferramentas, que permitam encontrar-nos sempre em busca de nossa própria identidade, de algo que nos “distinga e diferencie do resto das pessoas.

O livre pensamento sustenta que os indivíduos não devem aceitar ideias propostas como verdade sem recorrer ao conhecimento e à razão. é a posição ética normativa que os agentes morais devem fazer o que está no seu próprio interesse. Diferencia-Se do egoísmo psicológico, que afirma que as pessoas só agem em seu próprio interesse. O egoísmo ético também difere do egoísmo racional, que sustenta apenas que é racional agir no próprio interesse. No entanto, essas doutrinas podem, ocasionalmente, ser combinadas com o egoísmo ético.

O egoísmo ético contrasta com o altruísmo ético, que sustenta que os agentes morais têm a obrigação de ajudar e servir aos outros. O egoísmo ético, no entanto, não exige que os agentes morais prejudiquem os interesses e o bem-estar de outras pessoas e, ao fazer a deliberação moral; por exemplo, o que está no interesse pessoal de um agente pode ser incidentalmente prejudicial, benéfico, ou neutro em seu efeito em outros. O individualismo permite que o interesse e o bem-estar dos outros sejam ignorados ou não, sempre e quando o que se escolha seja eficaz para satisfazer o interesse próprio do agente.

Joana

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