Como Vender Uma Casa A Um Comprador Estrangeiro?

Como Vender Uma Casa A Um Comprador Estrangeiro?

O estrangeiro colocou o seu olhar sobre o mercado imobiliário português. A crise que arrasta o setor imobiliário oferece aos seus olhos oportunidades a muito bom preço. 1. Como vender um imóvel no exterior? Os portais imobiliários com presença internacional são um primeiro passo. Mas, para além da mera tradução do anúncio, a barreira do idioma pode se tornar um problema durante a negociação, dada a linguagem técnico controlado durante a negociação.

neste sentido, tal como afirma Paulo Múgica, responsável pelo back office de Vivienda2, recorrer a “empresas que sejam auditadas por certificadoras de qualidade” será o melhor aval, já que “estamos nas mãos de verdadeiros profissionais”. 2. O que você precisa saber para fazê-lo com garantias? Embora a percepção do Brasil no exterior melhorou consideravelmente, para que o potencial comprador estrangeiro confie plenamente, é necessário que o vendedor se apoie em profissionais com experiência. Para entrar no mercado sem correr riscos, o melhor é “fazê-lo através de empresas certificadas em qualidade e com uma reputação impecável. Eles saberão como oferecer todas as garantias aos clientes estrangeiros e seus assessores”, assegura Múgica.

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3. Quais são os riscos que se correm e como evitá-los? Por exemplo, em relação à forma de pagamento, você tem que deixar o processo muito claro. “Os requisitos legais exigidos atualmente para receber transferências do estrangeiro, e também aquelas relativas à forma de pagamento que tem de constar da escritura pública, representam uma garantia para o vendedor”, diz Molina. Não obstante, a advogada insiste em que “o sistema de garantias que oferece o ordenamento jurídico português é muito completo”.

4. Existem suficientes proteções para evitar fraudes? Os estrangeiros se protegem muito e contam com consultores altamente treinados que lhes gerem o seu património. 5. Quem são os compradores estrangeiros bons pagadores? Segundo Eduardo Molet, fundador da Rede de Peritos Imobiliários, “os estrangeiros são bons pagadores, normalmente o fazem em dinheiro e não recorrem a hipoteca”.

6. O pagam em dinheiro ou recorrem a hipoteca? A regra é que o façam em dinheiro, dado que o investimento vai unida, por regra geral, o pagamento à vista. Não há que esquecer que o perfil do cliente estrangeiro atual é o de um comprador solvente, com excelente formação financeira e muito bem assessorado. No caso de que necessitaram de hipoteca, “costumam fazê-lo com uma entidade bancária, de seu país de origem, devido às dificuldades de obtenção de financiamento por parte dos bancos espanhóis”, observa Molina.

7. Será que estão submetidos ao mesmo tipo de impostos? Com a compra, a tributação é exatamente a mesma. Ao igual que quando um cidadão português adquire uma habitação nova, o estrangeiro terá que arcar com 10% de IVA. No caso da segunda mão, a percentagem varia em função da autonomia onde se localize o imóvel. Após a compra, “se não são residentes terão que pagar o Imposto de Renda de Não Residentes, que se verifica anualmente a 31 de dezembro, bem como o Imposto do Património como os moradores, se for caso disso. Mas, quanto a impostos locais, tais como o IBI ou a taxa de lixo, é exatamente a mesma”, conclui a advogada.

9. Como são e onde estão estes imóveis?

8. Você é assinado perante um notário em Portugal? A assinatura das escrituras deve ser efectuado pelo notário em Portugal. Não obstante, “se o comprador não fala o nosso idioma, o notário autorizante da escrita solicitará que compareça naquele momento, um intérprete jurídico que assegure a compreensão de aspectos relevantes da escrita”, indicam desde Vivienda2. 9. Como são e onde estão estes imóveis? A maior parte das operações têm como pano de fundo a costa espanhola. Nossas praias possuem um apelo incrível de cara para o exterior, algo que não mudou com a crise.

Molet acrescenta que os estrangeiros vêm para Portugal como destino turístico, o sol, a costa, a gastronomia e as comunicações”. Também há interesse em dos bairros mais nobres de cidades como Madrid e Barcelona, assim como em pequenos apartamentos centrais. Desde Vivienda2 garantem que este cliente “adquire a partir de habitação de 300 metros quadrados em uma das ruas mais conhecidas para servir como residência, apartamento com boas áreas com rendimentos acima de 5% para serem destinados ao aluguel”.

10 .Como comprar como investimento ou como residência? Para Molina, “a maior parte dos estrangeiros compra aqui como investimento, não como uma necessidade, e, geralmente, são pessoas que têm sua vida resolvida e um determinado nível económico”. Os imóveis bem comunicados em grandes cidades como Madrid e Barcelona, já que estejam prontos para morar ou tenham que passar por uma reforma, destinam-se ao arrendamento.

Joana

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