Como Vender No Facebook

Como Vender No Facebook

Quando falamos de vender no Facebook, não nos referimos a ter uma página de empresa ou um catálogo estático. Esta rede é a única que permite criar uma loja integrada em que o usuário pode fechar todo o processo e a pagar. Aprovéchalo porque falamos de 800 milhões de potenciais clientes (mais de 15 anos em Portugal). Integrar a sua oferta no Facebook. Criar um catálogo de produtos em sua página de empresa, onde podem fazer todo o pedido e fechar o processo de compra. A oferta de produtos não tem por que ser a mesma que você tem no seu comércio.

o que É mais, o ideal é que não seja (já o dissemos ao falar de como incentivar as recomendações e o corroboram os exemplos abaixo). Na hora de cobrar, pode fazê-lo dentro da rede, ou em sua loja de sempre (les redireccionas em seu comércio on-line). Qual das duas opções é a melhor? Sem dúvida, o ideal é que não tenham que sair fora.

Mas, a segunda escolha “pode ser uma solução até que o povo se acostumar a comprar em um novo ambiente, como é o Facebook. A venda em redes, como no comércio online, depende da facilidade com que o usuário possa realizar a compra e a confiança. As duas coisas são importantes”, explica Christian Vermelho, diretor de projetos de Fanquimia.

O que você não pode esquecer, neste caso, é gerar comunidade entre as duas lojas, levando fãs a partir da web de sempre e para trás. Aplicando-se no seu comércio sempre todos os botões sociais que você pode (explicamos nas páginas dedicadas à tecnologia). Uma loja exclusiva nesta rede.

Você tem sentido estar no Facebook sem ter uma presença fora?

trata-Se de criar a partir do zero seu comércio. É uma solução simples, se você não tem uma loja online e você vai criar o seu negócio do nada. Você tem sentido estar no Facebook sem ter uma presença fora? Para algumas empresas pode ser uma vantagem a facilidade para chegar a potenciais clientes com menos custo do que se criassem um comércio fora da rede social. “, diz Fernando Aparicio, diretor de Social Commerce Amvos Consulting.Em suma, os clientes não vão estar sozinhos. Sem mais. “Quanto mais jovem for o seu público mais possibilidades existem de que tenha interesse em comprar no Facebook.

  • Negócio de arranjos florais
  • O embaixador de França informou 100
  • Uso de tecnologia[52]
  • 2 Os princípios básicos

E, em geral, os produtos de nicho ou temáticos são os que melhor se encaixam com a filosofia das redes. O 10% dos clientes que compra na Privalia faz através do Facebook. “Para nós, é muito importante o que estamos vendendo nesta rede. E não de uma maneira superficial. É um canal importante de vendas”, assegura Alfons Claver, diretor de comunicação global da Privalia.

Sem dúvida, o Privalia é o melhor exemplo de feedback que se cria entre a página web tradicional de um comércio online e o seu comércio no Facebook. Privalia conta com três milhões de membros (que recebem suas ofertas através de e-mail) e um milhão e meio de fãs. São comunidades de clientes diferentes, mas, logicamente, todos os fãs são parceiros. Por que decidiram abrir uma loja no Facebook, se já tinham o seu comércio on-line? “Facebook é um canal de captação muito importante. Há uma boa percentagem de público de nossas faixas de idade que passam lá o dia. Se o seu público está lá, você tem que estar”, acrescenta Alfons Claver.

“É um público que não podemos captar por outros canais. Ou se o fizéssemos, seria com um custo muito maior. Facebook é um canal de captação que é barato”, continua. Claro que, se fosse apenas um canal de captação, podem ter-se limitado a Fan Page, como a maioria das empresas. Mas os resultados desde que criaram a loja no Facebook, em maio de 2010 confirmam a importância de abrir o canal de vendas: “Quando nós a possibilidade de comprar, nos disparou o número de fãs no Facebook.

“Eu só vejo os lados positivos: há um público infanto-juvenil, muito pró-ativa, gera muito feedback e que, além de nos fornecer um canal de venda mais, oferece-nos a possibilidade de realizar estudos de mercado de forma quase imediata. Nos propõem campanhas, marcas, trocam informações entre eles”, acrescenta Claver. Isso sim, para alcançar estes níveis de atividade, há que oferecer privilégios.

você Não pode vender as mesmas coisas com as mesmas condições”. Vocação online. Esta conserveira basca, que já contava também com um comércio online, criou a sua loja no Facebook com pouco investimento. Embora a percentagem de vendas ainda é baixo, sentem-se “satisfeitos porque, entre outras coisas, conseguimos que a gente chegue mais a nossa página, nós conheça um pouco mais e subscrever a newsletter. Esta relação mais pessoal, em muitos casos, termina em uma compra”, garante Esperança Serrats, sua diretora de marketing.

Joana

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