Como Ganhar Dinheiro Fácil E Rápido (53 Métodos Comprovados)

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Aviso Geral De Risco:. Todo investimento envolve riscos. Só arrisca dinheiro que você pode perder. O desempenho passado não é um indicador dos resultados futuros. O objeto deste conteúdo é meramente educativo e não deve ser considerada como um conselho de investimento. Meus leitores são a coisa mais importante do mundo para mim, e eu não quero que gastarem o dinheiro que não têm.

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“De forma inconsciente, somos mais propensos a responder e comentar as fotos. Nosso cérebro processa o visual mais rapidamente e nos sentimos mais envolvidos quando vemos caras. Se você irá olhar para uma página com um monte de fotos, no final só se fijarías em selfies”, disse Rutledge. Henrique San Juan é taxativo: “O leitor digital não lê, essencialmente percebido imagens. Por isso, eu não conto o que eu faço através do telemóvel.

Simplesmente, mando uma foto”. Há anos, com a chegada da internet, houve várias pesquisas que alertado sobre o risco de solidão, isolamento e depressão. Agora é o contrário. Os especialistas sublinham que as redes sociais podem reforçar a auto-estima, a percepção da aparência física e ajudar a estreitar relações, especialmente quando se recebem avaliações positivas. Por isso, não teria que interpretar o selfie como um retrato estático, mas como um convite para uma comunicação mais ampla. São conversas com o mundo, que estimulam o diálogo social.

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Não são apenas fotos para que sejam observadas, mas também para mostrar um compromisso com os fãs e os amigos. O selfie leva à interação. Andrea Letamendi, professora e pesquisadora da Universidade da Califórnia (EUA) defende que esta prática tem sentido, sobretudo para crianças e adolescentes. “Selfies são simples reflexos de sua ciência.

Lhes permitem expressar seu estado de ânimo e compartilhar experiências importantes. Uma vez que vivem em um mundo digital, essas autofotos são uma forma de participar e de dar forma a esta realidade. É um costume que pertence à nossa cultura social e, portanto, é benéfica”. “Já não mantemos as relações da mesma forma que fazia antes.

Não temos contatos físicos com os amigos, com os clientes. Mas continuamos desejando receber mimos”, diz Pep Escoda. “Por isso, creio que o seja notificado não entra a simples categoria do retrato, mas tem de seguida, enquadrá-lo na longa busca de nós mesmos. Com estas fotos, busca-se fortalecer a identidade”, diz. Aqui abre-se outra incógnita. Como essas fotos revelam quem realmente somos?

“São fotos que não são baseadas em quem você é. Mas quem olha”, diz a psicóloga Jill Weber, psicóloga clínica na revista Psychology Today. O matiz é importante. Porque, com os selfies o utilizador tem sempre o controlo sobre a imagem. É ele, em última instância, quem decide publicá-la. Ou não. Robert Arkin, professor de Psicologia da Universidade Estadual de Ohio (EUA), diz que o selfie “é uma maneira de assumir o controle da imagem que os outros têm de nós. Colocamos diante de seus olhos uma imagem com uma intenção e um objetivo”.

Mariano Choliz, professor de Psicologia da Universidade de Valência e co-autor do livro Vício em internet e redes sociais (Aliança), explica que, inicialmente, os selfies nascem por desejo de emulação. “Os famosos começaram a fazê-los como estratégia de publicidade própria. A partir daí, como se se tratasse de imitá-los, o resto de usuários se juntou à prática”. Henrique San Juan acredita que o valor acrescentado que fornece a autofoto com o móvel é que pela primeira vez se pode passar a gerir a informação e o conteúdo próprio, além de distribuí-lo.

“Agora, os usuários descobrem, de repente, eles também, graças ao selfie, podem fazê-lo. Podem sair na mídia. Em seus meios. São famosos, em seu círculo social. Isso sim é um prazer efêmero, que dura segundos. Como diria Andy Warhol, todos teremos quinze minutos de fama, mas dividida em frações de cinco segundos de celebridade que se repetem cada vez que colgamos um selfie.

Joana

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