Como Distinguir O Dinheiro Do Acessório Na Onda Digital

Como Distinguir O Dinheiro Do Acessório Na Onda Digital

Small data. Smart data. Inteligência artificial. Aprendizagem automática. Blockchain. Realidade virtual e realidade aumentada. Algoritmo. A transformação digital trouxe conceitos que antes só eram conhecidos para os profissionais e departamentos familiarizados com as tecnologias da informação. Hoje não há executivo ou área das empresas que não tenha lido ou ouvido sobre o impacto que esses avanços vai ter em sua atividade.

, E fazem bem em tomar nota. Isto resultou em que a inovação e a transformação seja hoje uma prioridade para os gestores, ao menos em sua estratégia teórica. De acordo com a última edição do relatório Global CEO Outlook da KPMG, 48% dos executivos espanhóis consideravam muito prioritária “da inovação, incluindo novos produto e serviços e maneiras de fazer negócios”.

40% levando-a como uma prioridade. Por isso, uma porcentagem em massa, de 88%, dá muita importância a estas questões, embora isto contrasta com 90% que afirma que, dentro de três anos, a empresa que gerem continuará sendo a mesma. Ou essa percepção de prioridade não é uma aposta real, ou o é, mas não se leva a cabo de forma apropriada.

“A transformação digital deve ser uma realidade em todos os negócios. Refiro-Me a todas as empresas de qualquer tipo de atividade. Mas há que ter cuidado em escolher os melhores instrumentos e o caminho certo”, afirma Josep F. Valls, catedrático de marketing da Esade, e autor do livro, Big data: trapping ao consumidor (Profit Editorial).

Pois é muita a informação sobre as novas ferramentas e soluções, mas nem todas têm que ser eficazes. Julgamento de Valls, de entre todos esses conceitos tecnológicos, “os principais expoentes são o big data e os algoritmos. Mas costuma haver confusões, são tratados como se fossem totémicos, e não todo dado é um smart data nem todos os algoritmos certo”.

A chave é ser preciso, tanto na escolha da ferramenta, como em sua aplicação. O professor de análise de decisões do IESE, Roberto Garcia-Castro, descreve como apenas uma em cada três empresas que aplicam a análise de dados e de processos, como o lançamento de novos produtos ou a transformação do negócio, têm sucesso. Em contrapartida, a metade das que se aplicam em primeiro lugar, a redução de custos, mas sim resultados.

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neste sentido, Josep F. Valls advoga por uma análise em profundidade do ambiente competitivo, a partir do qual, “sem precipitação, mas sem pausa”, selecionar as melhores estratégias e ferramentas. Lançar mão de ajuda externa não deve ser um tabu, e neste campo também estão ocorrendo mudanças, como ressalta Roberto Garcia-Castro.

“Os consultores de big data, sempre tiveram como interlocutores os técnicos de tecnologia. Essa terceirização, prossegue Garcia-Castro, é positiva, mas não pode eternizarse. Chegará o momento em que os projectos que necessitem destes novos modelos tecnológicos devem assumir-se a partir de dentro, e aí surge um problema: a falta de investimento na formação. Aponta o erro comum em que caem as empresas, investir grandes quantidades de dinheiro em equipamentos e programas, e pouco em que seus funcionários aprendam a lidar com elas. “Hoje, o investimento em tecnologia está em 80% e apenas 20% no pessoal.

E para que funcione deve estar em 50%. De nada adianta ter as ferramentas de análise se ninguém sabe fazer as perguntas adequadas aos dados”. Por isso, a pressa por adotar tecnologias de moda não são de muita ajuda. Impõe-Se a reflexão, o estudo e a tomada de decisões com todos os elementos de julgamento sobre a mesa. “Sem rudeza, de forma que os empregados e os diretores da companhia é se tornem os protagonistas das mudanças de uma forma natural”, recomenda JosepF. Valls. Porque essas novidades serão as que, com o tempo, mudam a forma como as empresas fazem as coisas. O processo de transformação digital tem data de validade.

Estes resultados eleitorais de junho representaram uma queda de 3,4 % com relação aos parlamentares, realizada em maio, um mês antes, que tiveram que ser repetidos perante a impossibilidade de os partidos de formar governo. Publicam diversos jornais e revistas, algumas delas muito populares nos institutos de ensino secundário gregos.

Joana

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