As Redes Sociais Têm Cara

As Redes Sociais Têm Cara

A todos eles o mesmo a palavra “monitoração”. Em sua gíria tecnológica, este termo-chave é uma tarefa complexa, que é uma mistura de comunicação, marketing e gestão social. Ou, o que é o mesmo, ouvir o cliente, controlar a imagem da marca e canalizar a comunicação na direção adequada através das redes sociais. Seu trabalho, de fazer com que cada visita se torne um like ou em um seguimento fiel, não está ao alcance de qualquer um que tenha contas pessoais. Em uma época em que o poder está no móvel dos usuários, os community managers, se tornam a alma social das empresas no Facebook, Twitter, Instagram e outras redes.

O perfil, cada vez mais feminino, responde aos currículos universitários com mestrado e a capacidade de levar a tiracolo, dias de trabalho ou férias de verão, smartphones, tablets e mais de uma bateria portátil. A entrega permanente 24 horas do dia, todo o ano é essencial para não deixar o tuit na boca para os seguidores.

Se antes o objetivo era conquistar a tendência do momento, trata-se agora de criar uma boa reputação digital, reforçada com refinadas ferramentas de comunicação chamadas decálogos, protocolos de crise, estratégias ou procedimentos. Trata-Se de não alimentar os palavrões dos trolls e o carregamento de uma artilharia de respostas ágeis e elaboradas para atingir o objetivo: criar uma comunidade com o cliente.

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“As redes sociais são ambientes de amigos para que as empresas vão com seus logotipos. O que é surpreendente e agradável é que os usuários iniciem conversas com a marca de falar sobre a sua vida privada. No verão, a gente compartilha com a gente suas fotos de família, como se fosse um amigo mais”, afirma com entusiasmo Sonia Lua, gestora do ano de 2011 da imagem social desta multinacional espanhola de comida para levar.

Um filme à prova de bombas. Assim, lembre-se Alexandra Cortês seu desembarque na Iberia, há cinco anos. A companhia aérea tinha acabado de decolar nas redes sociais, quando estourou a crise pela erupção do vulcão islandês Eyjafjallajökull. A dedicação plena, 24 horas de cada um dos 365 dias do ano, própria do ambiente digital das redes um meio natural para as companhias aéreas.

“Não só importa a venda, trata-se de trabalhar a reputação, fidelizar o cliente e gerir a frustração dos usuários, oferecendo-lhes informações valiosas. Assim, pode-se converter o troll em um usuário satisfeito”, explica esta licenciada em Comunicação Audiovisual especializada em comunicação política e corporativa, de 34 anos. Criatividade na negociação e capacidade de resposta são os traços que Cortés destaca os 20 membros da equipe digital da Iberia, que enfrenta o verão como uma das épocas de maior intensidade. “A gestão do negócio aéreo é complicada, já que envolve muitos organismos para prestar um serviço único. Nossa tarefa essencial consiste em educar o usuário. Mas quando estávamos erradas, o importante é dar a cara e ser humilde”.

Manifestações, de tom festivo reivindicativo. Costuma ter música, paródias, fantasias e cartazes divertidos. Os mesmos militantes, tentam que seja uma marcha pacífica e sem brigas. Oficinas, em que os diversos grupos se apresentam e expõem a sua actividade. Palestras, onde um personagem convidado fala e debate sobre um tema. Reivindicação criativa: teatro, shows, concertos, etc., Além de alguns coletivos organizados de forma descentralizada actos de ação direta, desobediência civil destinados a chamar a atenção sobre um tema em concreto. Em seguida os protestos e contracumbres mais significativas na história do movimento.

Ocorre o levante zapatista, em 1 de janeiro de 1994, no estado mexicano de Chiapas, contra a entrada em vigor do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA). Embora no início, o foco das demandas do Exército Zapatista de Libertação Nacional eram principalmente de caráter local-nacional, estas demandas foram se universalizando. De tal maneira que para o ano de 1996, o Subcomandante Marcos lança a convocatória mundial de um Fórum contra a globalização neoliberal, a realizar-se em Chiapas, denominados popularmente como “Encontros Intergalácticos”.

Com o motivo do 50 aniversário do Fundo Monetário Internacional (fmi), que foi celebrado em Madrid, em outubro de 1994, sucederam-se manifestações de uma coalizão específica para a ocasião, o que mais tarde viria a ser conhecido como “movimento antiglobalização”. A contracumbre de Seattle (novembro de 1999) torna-se, na sua carta de apresentação e ponto de inflexão do movimento. 50 000 manifestantes conseguiram abortar a cimeira da Organização Mundial do Comércio.

Joana

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