As Mulheres Enchem As Ruas Do Brasil Contra A Ultra-Direita Do Blog

As Mulheres Enchem As Ruas Do Brasil Contra A Ultra-Direita Do Blog

Centenas de milhares de pessoas encheram as ruas do Brasil no sábado para gritar contra o candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro, favorito de cara às eleições gerais que se realizam dentro de uma semana. Fizeram impulsionadas pelas mulheres, em uma mobilização feminista sem precedentes. Entre os presentes, pessoas de todas as idades. Carolina Rodrigues, professora de arte de 63 anos.

O próprio Bolsonaro também disse em várias ocasiões que não é necessário que o Governo intervenha para corrigir a diferença salarial entre homens e mulheres. Várias bandeiras da manifestação lembravam de alguns de seus explosões mais famosos, como quando se confrontou-se com uma parlamentar dizendo que “não merecia ser estuprada” porque era feia, ou sua apologia da tortura.

Entre os manifestantes havia esperança de derrotar Bolsonaro nas urnas, mas preocupação com o fato de que sua teoria tenha calado. As manifestações mais massivas ocorreram no Rio de Janeiro e São Paulo, mas houve protestos em todos os estados do país e em diversas cidades do mundo.

As mudanças são fruto de uma mobilização orquestrada de forma meticulosa nas redes sociais nas últimas semanas, segundo explica O MUNDO, uma das coordenadoras, a ativista Manô Miklos. O processo originou-se no grupo de Facebook ‘Mulheres Unidas contra Bolsonaro’, que conta com quase quatro milhões de participantes.

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Há pouco mais de uma semana, o grupo foi ‘hackeado’ por seguidores do candidato de extrema-direita, e, desde então, muitas das administradoras vêm sendo ameaçadas. EleNão inundadas as redes sociais com vídeos caseiros de mulheres dando seus motivos para votar em qualquer outro candidato, menos o capitão militar.

As mulheres tomaram a dianteira justo quando o resto de candidatos havia rebaixado o tom dos ataques ao favorito, hospitalizado depois de receber uma facada em um ato de campanha. Bolsonaro foi dado alta do hospital no sábado ao meio-dia, quando as ruas começavam a encher-se de vozes em sua contra.

Todos os analistas políticos concordam que o voto feminino, mais da metade do eleitorado, é um obstáculo para o avanço de sua candidatura. 50% das brasileiras assegura que não votaria “de todas as maneiras”. O índice de rejeição é muito importante face ao segundo turno, quando os candidatos têm que conquistar os votos de eleitores que não se elegeram no primeiro turno. Flávia Biroli, professora de Ciência Política da Universidade de Brasília. Precisamente, em um cenário cada vez mais polarizado, que aparece em segundo lugar é Fernando Haddad, o substituto que escolheu o ex-presidente, preso por corrupção, quando sua candidatura foi vetada pela Justiça.

Haddad está em uma curva crescente e é muito provável que seja ele que está em frente a Bolsonaro no segundo turno. O militar, por sua vez, leva dias, lançando suspeitas sobre as urnas eletrônicas que serão usadas no Brasil desde os anos 90), indicando que seus adversários só conseguirão separá-lo do poder, através de fraude. Sexta-feira subiu o tom das declarações. Não descartou que as Forças Armadas possam intervir, se um hipotético Governo do PT toma decisões “erradas” e avisou: “Não vou aceitar um resultado diferente da minha escolha.”

desta forma cada uma das atividades centrais que se geravam, em cada sessão, contendo um componente lúdico e recreativo que permite entregar e receber informações para você projeto. Este tipo de actividades ao ser vivenciadas pelos participantes permitiu que se geram não apenas um cruzamento de informações, simultaneamente, os e as jovens se sensibilizaron e refletiram contra o resultado das atividades.

Joana

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