As Mercadorias Têm Dois Aspectos Diferentes

As Mercadorias Têm Dois Aspectos Diferentes

A economia marxista é a escola de pensamento econômico, inspirada na obra de Karl Marx. Marx representa um marco fundamental na história do pensamento econômico. A análise econômica de Marx tomou como ponto de partida o trabalho dos economistas mais conhecidos de sua época, os economistas clássicos britânicos Adam Smith, Thomas Robert Malthus e David Ricardo. Smith, em A riqueza das nações (1776), argumentou que a característica mais importante de uma economia de mercado era o que permitia um rápido crescimento das capacidades produtivas.

Smith afirmou que um mercado em crescimento incentivado uma maior divisão do trabalho —ou seja, a especialização de empresas e / ou trabalhadores— e isso, por sua vez, leva a uma maior produtividade. Embora Smith, geralmente, disse pouco sobre os trabalhadores, observou-se que uma maior divisão do trabalho causaria dano para aqueles cujos trabalhos se tornaram mais e mais estreitos à medida que se expandia a divisão do trabalho.

Smith disse que uma economia de laissez-faire, naturalmente, se corregiría com o tempo. Marx coincide com Smith ao afirmar que a principal consequência econômica do capitalismo era um rápido crescimento da capacidade produtiva. Marx também escreveu muito sobre a noção de que os operários podiam chegar a perjudicarse à medida que o capitalismo se tornou mais produtivo. Além disso, Theorien über den Mehrwert, Marx observou: “nós Vemos o grande avanço feito por Adam Smith, para além dos fisiocratas na análise da mais-valia e, por conseguinte, do capital. Mas, para Adam Smith, é o trabalho social geral —sem importar em que valores de uso se manifestar— a mera quantidade de trabalho necessário, cria o valor.

Ricardo desenvolveu uma teoria da distribuição, dentro do capitalismo, ou seja, uma teoria de como a produção da sociedade é distribuído entre as classes dentro da sociedade. As premissas de que partimos não são arbitrárias, não são dogmas, mas de premissas reais, de que só é possível abstrair na imaginação.

São os indivíduos reais, sua ação e suas condições materiais de vida, tanto aquelas com que se encontraram já feitas, como as engendradas por sua própria ação. Estas premissas podem ser verificados, por conseguinte, pela via puramente empírica. De acordo com o teórico russo Georgi ataques a bomba —apelidado de “Pai do marxismo russo”— Marx desenvolveu em seus trabalhos a concepção materialista da história, o materialismo histórico como método de análise.

Não deve ser confundido com o termo “materialismo dialético”, que é o sistema filosófico usado por Marx e aprofundado teoricamente por Engels. Muitos escritores percebem que o materialismo histórico representou uma revolução no pensamento humano e uma ruptura com as formas anteriores de compreender a base da mudança, em várias sociedades humanas. Esse entendimento contraria a noção de que a história humana é, simplesmente, uma série de acidentes, seja sem causa subjacente ou causada por seres sobrenaturais ou forças que exercem a sua vontade na sociedade.

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Isto postula que a história se faz como resultado da luta entre as diferentes classes sociais enraizadas na base econômica subjacente. Nas palavras de Marx, “existe uma coerência na história humana”, porque cada geração herda das forças produtivas desenvolvidas anteriormente e, por sua vez, desenvolve mais antes de passar para a próxima geração. Além disso, esta coerência envolve cada vez mais a humanidade, quanto mais desenvolver e expandir as forças produtivas para unir as pessoas na produção e intercâmbio.

Marx impôs a idéia de que a história não consiste em um desenvolvimento contínuo, mas que se trata de uma série de desenvolvimentos que ocorrem os conflitos, que representam o motor do movimento histórico. Esses conflitos se manifestam uma das teses de Hegel, a transformação da quantidade em qualidade, porque o conflito produz a ruptura que torna possível uma outra etapa do desenvolvimento histórico. Em geral, a importância do estudo da história reside na capacidade de a história para explicar o presente.

] fazem de Marx e de seu método pioneiros da sociologia como ciência. Usada de forma provocados entre os marxistas da lógica dialética, um método desenvolvido por Georg Wilhelm Friedrich Hegel, foi usada por Marx. A história centra-se na relação e mudança, e percebe o universo como compostos de objetos dinâmicos, inter-relacionados e em constante mudança e movimento.

Joana

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