As Marcas Ouvem

As Marcas Ouvem

“O que teriam que fazer…” “Aqui lhe falta…” Quem não sonhou alguma vez com um telefone direto para pedir mudanças para as marcas que consome ou recomendações? Há alguns anos, parecia impossível que um cidadão anônimo de Bolonha pudesse pedir ao seu fabricante de iogurte mais pedaços de fruta em cada unidade, mas agora isso já não é uma loucura.

As novas tecnologias, uma vez mais, aparecem para oferecer a solução através da co-criação. “A co-criação é uma estratégia de inovação colaborativa que consiste em desenvolver serviços de forma conjunta com os clientes”, explica Joaquim Igrejas, professor do Torne inDIGITAL de ESADE, especialista em Branding e Co-criação em ambientes digitais.

Internet facilita a interação entre as marcas e os consumidores, que podem fornecer ideias e oportunidades de negócio, através de uma plataforma on-line. Uma das grandes vantagens deste formato, em comparação com os tradicionais grupos de discussão (focus group), é a inexistência de um espaço ou de tempo definido .

Tradicionalmente, as empresas reuniam-se em grupos reduzidos de pessoas que se encaixam com o perfil do seu público-alvo (target) durante as sessões de duas horas. Agora, graças às plataformas on-line, as discussões podem se prolongar por semanas e até mesmo meses, o que permite um acompanhamento das opiniões dos participantes.

Além disso, a superação de barreiras espaciais permite aumentar o grupo de amostra de até 500 pessoas, com isso o resultado é mais confiável. Além disso, os resultados vêm de forma imediata, com o que as plataformas de co-criação tornam-se uma ferramenta útil quando a empresa tem que tomar decisões complexas em pouco tempo.

  • Apresentar novamente suas redes sociais para usuários interessados
  • Skate: Tony Hawk’s Pro Skater, Skate
  • 3 Modelo Educacional Ingenium
  • 7 tapete vermelho
  • Mantenha-se atualizado em tecnologia do Social Media
  • Escreva uma hastag relacionado com o seu perfil
  • Alkilados, o agrupamento que redefine o gênero urbano.[27]

Embora possa parecer muito comum, este tipo de plataformas já são uma realidade em território português. Um exemplo disso é o Please, localizada no seio de ESADECREAPOLIS, que integra várias aplicações on-line para reunir grupos de interesse específicos, assim como para captar e gerir as suas reacções em relação a um produto ou iniciativa particular.

o Seu CEO, David Gràcia, afirma que, com este processo, as empresas conseguem “melhor informação, mais rápida e com menor custo”. A maior parte dos clientes de Please são empresas internacionais como a HP, a Telefônica ou a Repsol, que utilizam o feedback dos clientes como um argumento a mais na hora de decidir investimentos e estratégias de marketing a nível globals.

Joana

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