As Franquias, Negócios Veteranos Que Continuam A Crescer

As Franquias, Negócios Veteranos Que Continuam A Crescer

Maduras e jovens. Assim, são as marcas franchisadas. Jovens, porque muitas são de nova aparição, já que cada vez mais empresários vêem nesta forma de gestão de uma forma muito rápida de crescer e dar a conhecer a sua marca. E maduras, pois são modelos já testados que foram bem sucedidos, o que oferece garantias para empreendedores que pretendem iniciar um negócio a partir do zero. O número de estabelecimentos abertos também aumentou Ir da mão-de-veteranos traz experiência e know-how.

no entanto, não é nem muito menos um bálsamo milagroso. A primeira coisa que se explica no setor é que o franqueado é um empresário e, como tal, assume riscos. Pode ser que o negócio tenha ido bem a outros franqueados, mas o neófito deve fazer bem as coisas. Precauções à parte, a franquia se impõe com força, como atestam os diversos relatórios sobre o setor. A Associação Espanhola de Franquiciadores (AEF) aponta que, pela primeira vez desde 2011 todos os parâmetros cresceram no ano passado.

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Aumentaram 112 as insígnias que ofertam o seu negócio em franquia, ao pdf 1.199, 10% a mais. O que não significa que todas o conseguem, pois muitas têm um ou nenhum parceiro. Também cresceu o número de estabelecimentos abertos, não necessariamente de novas marcas, mas pelo crescimento das implantadas. Em 2014, o número de locais operacionais aumentou em 4.738, um 8% em relação a 2013. No total, 63.869 frente a 59.131 de um ano antes. O que implica que se abriram mais do que as que fecharam, pois o dado de mortalidade não aparece no relatório de AEF.

No total 248.914 trabalhadores, 6.774 mais.

O que não subiu com tanto ímpeto é o faturamento do setor, apenas meio ponto. Já é alguma coisa, pois há dois anos, veio descendo. Por último, cresceu 2,8%, o número de pessoas que vivem de negócios franqueados. No total 248.914 trabalhadores, 6.774 mais. É difícil montar um negócio se não se tem financiamento externo.

Pablo Gutiérrez, gerente de Mundo Franquia, explica que os franquiciadores têm acordos com entidades para ajudar as pessoas interessadas em aderir à ensina. Mas, recelan do franqueado que não aporte de capital. Segundo Gutierrez, o ideal é que o franqueado “financie em 50% com capital próprio e 50%, com o crédito”.

Embora a capacidade financeira é uma condição excludente, não é a mais decisiva. O perfil deve caber não só no tipo de negócio, também a filosofia da marca. E até mesmo na madeira de empresário, algo que não tem todo o mundo. A Associação Espanhola de Desenvolvimento e Defesa do Franqueado (Aedaf) insiste em que muitos franqueados ficam pelo caminho, por isso, na hora de tomar uma decisão é preciso superar muitos filtros. Também o inverso.

Nuria Arriola, responsável pela Associação Espanhola de Desenvolvimento e Defesa do Franqueado (Aedaf), insiste em que muitos franqueados ficam pelo caminho. Recomenda que não se assumir como válido tudo o que expõe o franqueador. Convém analisar muito bem o setor onde se quer atuar e as insígnias presentes. Mas acima de tudo, recomenda recorrer a outros franqueados. E, claro, mantém as portas abertas da associação para qualquer pessoa que procura aconselhamento.

Ensina consolidada ou em crescimento: difícil dilema. Pablo Gutiérrez não acredita que exista fórmula infalível, pois as marcas mais desconhecidas têm um risco maior, mas, por contra, mais possibilidades de crescimento e, portanto, de rentabilidade. Nuria Arriola é mais taxativo. Acredita que os negócios devem estar mais rodados, tanto no tempo como no espaço.

Joana

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