As 10 Tendências Que Vão Revolucionar O Sistema Educacional

As 10 Tendências Que Vão Revolucionar O Sistema Educacional

A Associação de Escolas Privadas e Independentes (CICAE), em colaboração com Madrid Fórum Empresarial e da Universidade Camilo José Cela (UCJC), apresentaram o relatório “tendências em Educação”, elaborado pelo Observatório de Tendências de Coolhunting Community. Neste trabalho, propõe-se um documento de orientações emergentes e inovadoras para alcançar a excelência na educação.

de Acordo com Gabriel Castelhano, presidente do CICAE, “a educação tem estado bastante fechada nos últimos anos. Para inovar você tem que compartilhar, porque a margem de progressão nas salas de aula é muito grande”, afirmou. Os alunos estão cada vez mais conscientes de suas capacidades e talentos desde idades precoces, e desenvolvem habilidades como a confiança e a imaginação, o espírito de empreendimento, e a atitude ativa para a formação. A busca do bem-estar físico e mental, bem como a satisfação pessoal e profissional, tem despertado iniciativas ligadas à diversão e o entretenimento dentro e fora das organizações, universidades e colégios.

Já não existe uma única etapa educativa -desde o colégio para os estudos superiores, mas que as novas gerações defendem um sistema mais flexível e personalizado. É necessário revisar e atualizar os conhecimentos profissionais ao longo das carreiras. Tendência que surge a partir da combinação do “Lean Startup” (apoiar a pôr em marcha) e “Entrepreneurship” (empreendimento). As capacidades de empreendedorismo permitem que o aluno se focalice em uma idéia e que a ponha em prática com os recursos disponíveis.

O desafio está em tirar o projeto adiante em função de acolhimento que tem no mercado e do preço que está disposto a pagar por ele. Diversas iniciativas e projetos já lançados espaços e recursos para que os alunos possam trabalhar em protótipos e maquetes de suas ideias de negócio.

observa-Se uma tendência para a recuperação do trabalho feito por pessoas e o processo criativo individual e coletivo, sem abrir mão da tecnologia já incorporada na sociedade. A cultura “maker”, integrada já na nossa sociedade, já está incorporada em vários setores, inclusive na educação. A programação ou o código é mais importante agora do que nunca, por isso, é fundamental formar as futuras gerações no ensino da linguagem html.

Desde a criação de conteúdos para o design digital, o mercado precisa de pessoas capazes de gerar por si mesmos o que a tecnologia coloca ao seu alcance. Também relacionada com a tecnologia, o seu papel dentro das organizações e não apenas transformou processos, métodos e sistemas de trabalho, mas que também foi feito com os modelos de negócio. As salas de aula aplicam estas ferramentas para torná-los mais globais e hiperconectadas, criar documentos na nuvem, buscar soluções para problemas reais e obter respostas em tempo real. O estudo conclui que, além de fazer uso da tecnologia como meio para chegar a um fim pedagógico, é necessário que o professor faça uma reflexão para obter seu máximo aproveitamento.

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Dentro deste ponto, serão fundamentais recursos que permitam ao aluno um “feedback” imediato, o uso do “big data” para personalizar o conteúdo para o ritmo de aprendizagem de cada um, e a possibilidade de integrá-los em diferentes dispositivos. O uso de dinâmicas de jogo em ambientes não lúdicos com a finalidade de obter atitudes e ações destinadas a um determinado fim. Esta tendência, adquirida já nos domínios dos recursos humanos e o marketing, se estende ao setor educacional para consolidar conhecimentos e conseguir, assim, uma maior motivação e empenho por parte dos alunos.

O uso de jogos e App destinadas à aprendizagem representam um complemento para as aulas que não só as torna mais divertidas, mas que tornam mais fácil o seu entendimento e apertam o estudado. As novas gerações, sensibilizados pelo seu ambiente, entendem a Responsabilidade Social Corporativa não apenas como uma estratégia de negócio, mas como parte do DNA da empresa, que deve devolver à sociedade parte do que lhes é dada. A colaboração é uma nova maneira de entender a vida e a empresa, e a mobilização das pessoas em massa permite atingir objetivos de forma alternativa.

Joana

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