Aprendizagem Em Rede

Aprendizagem Em Rede

A aprendizagem em rede é aquele que ocorre no âmbito de uma rede de relações sociais tecnologicamente mediados. ] porque assumem que o processo de aprendizagem em geral e a aprendizagem em rede e, em particular, é um fato social que se potencializa a partir das possibilidades fornecidas pelas tecnologias da informação e da comunicação. • Trocar experiências e conhecimento com os outros.

• Trabalhar em colaboração em projectos (p. ex., de inovação, de investigação, trabalhos). • Criar grupos de trabalho, comunidades, debates e congressos. Se bem que os especialistas falam de possibilidades, há outros que se referem a algumas limitações ou controvérsias sobre a construção do conhecimento na rede. Isto implica um desafio para as instituições de ensino onde se constrói o saber.

Alguns afirmam que a tecnologia oferece ferramentas que permitem a criação de espaços de comunicação, sistemas de compartilhamento de documentos, gravação de grupo de discussão através de fóruns virtuais. No entanto, isso não implica que cria a comunicação ou a aprendizagem. A aprendizagem através de ambientes colaborativos, é um grande desafio.

Não se trata apenas de que os alunos aprendam a partir de um modelo colaborativo, mas também as instituições aprendam já que a dimensão social do conhecimento não atinge apenas a pessoa, mas também a própria escola. Jean Lave e Etienne Wenger, centra-se na situacionalidad do significado nas comunidades e no que representa aprender em função de fazer parte de uma comunidade. Nos anos 70, o termo é retomado pela obra crítica de Ivan Illich, “Desescolarización da Sociedade”.

Mais recentemente, o conceito foi resignifica a partir da massificação dos meios de comunicação interativos, que se desenvolveram através da Internet. No final dos anos 80, o Dr. Charles A. FIndely, liderou um projeto de colaboração em uma rede de aprendizagem na Digital Equipment Corporation, na costa leste dos Estados Unidos.

Ao longo da década de 90, a massificação da Internet como meio de comunicação e acesso à informação tem influenciado o crescimento das práticas de aprendizagem em rede. Em 2001, Salmon afirmava que a aprendizagem se constrói em torno das comunidades de aprendizagem e interação, o que representava uma extensão do acesso (e da eficiência), além das limitações espaço-temporais.

desta forma, convidava a pensar os sujeitos que aprendem como nós de uma rede. Em 2005, George Siemens publica um artigo de muita repercussão, que definia o conectivismo como uma teoria da aprendizagem para a era digital. Em 2010, Jordi Adell Segura, juntamente com a Linda Cunha Quintero incorporam o conceito de Ambiente Pessoal de Aprendizagem (PLE, por suas siglas em inglês Personal Learning Environments). ], isto é, que cada pessoa irá utilizar as diferentes ferramentas e recursos que a Internet oferece (fontes de informação, blogs, comunidades de aprendizagem, wikis, RSS, etc) para se informar e aprender sobre um determinado tema.

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no entanto, essa busca de informações que se realiza, não somente implica ser um usuário passivo, mas também colaborar ativamente com a informação que circula na web. O usuário além de leitor, transforma-se em produtor de conteúdos, traz, a consulta, partilha de conhecimento, agora, altera artigos, etc., portanto, são criadas relações com os outros usuários e se constroem as aprendizagens em conjunto. Surgem, desta forma, as Redes Pessoais de Aprendizagem onde o fator-chave são as interações comunicativas entre as pessoas que compartilham sites, experiências e recursos para que cada pessoa possa desenvolver e aumentar a sua PLE. Isto permite definir diferentes tipos de redes de acordo com a forma em que são definidos como comunidades.

Em qualquer caso, estas comunidades utilizam sempre os meios digitais para se comunicar entre si e a manutenção de vínculos sociais. Comunidades de interesse: Os participantes são convocadas para discutir um tema de interesse comum, têm um certo nível de informalidade e pouca intensidade em links. Comunidades de interesse guiada por objetivos: neste caso, os participantes se reúnem pensando em obter um produto em um determinado período de tempo.

Há um nível de vínculo e compromisso maior para a colaboração na prossecução dos objectivos. Comunidades de aprendizagem on-line: Os participantes se relacionam em torno de uma proposta de ensino (como uma corrida ou curso de educação on-line), através da qual aprendem em colaboração. Neste caso, a formação antecede a prática profissional.

Joana

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