Análise Yakuza 6 The Song Of Life

Análise Yakuza 6 The Song Of Life

É muito injusto que diga que para que um jogo tenha sucesso teria que suportá-lo desde o primeiro, além de que não tem sentido. Há sagas que decolam em certa entrega, mais ou menos avançada, que não tem por que ser a primeira. Ou será que Final Fantasy, por exemplo, decolou no ocidente desde o primeiro? FFVI não vendeu bem em Portugal no Super Nintendo e, além disso, veio em inglês, o VII também devia ter vindo em inglês e que não deveriam tê-lo apoiado, porque nada lhes dizia que ele viesse a ter sucesso aqui.

Mas não, fizeram o que há que fazer, apoiar o jogo e confiar no seu produto, traduzindo-o para que chegasse a todo o público possível e bombardearnos com publicidade, se até o anunciado pela tv. Para começar, não tem sentido dizer que teria que ter apoiado esta saga em dia com o primeiro jogo, quando este estava traduzido para o português?

Nem muito menos. O que não é próprio, é que a série está a começar a ver com bons olhos quase 12 anos depois, quando vão chegando jogos como “Yakuza 0”, “6” ou “chegou lá” para as lojas. Tivemos nesse tempo TODAS as entregas principais da série até o quarto capítulo e o spin-off de zumbis. E o milagre ele conseguiu trazer o quinto chegando apenas no digital e que teve boa aceitação entre os fãs porque senão teríamos ficado compostos e sem ver o final da história de Kiryu.

Portugal para Super Nintendo. Em contrapartida, a raiz do sucesso de “Final Fantasy VII”, adaptou-se posteriormente para PSX no ano de 2002, a qual estava em inglês, e depois para GBA em 2007, que chegou multi-5, contando com o português. Como resultado, a tradução de “FFVII” não foi coisa de Square, mas sim, da própria Sony, que se encarregava da distribuição do jogo.

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apesar que a qualidade da mesma é terrível, mas chegou a impulsionar as vendas do jogo e que, posteriormente, a própria Square foi concienciara a isso. Se, Yakuza 0 vendeu menos de 1500 unidades, mas e a culpa do que não vender é do usuário? Como você acha que se retiram Yakuza 6, traduzem, mesmo o que dobram-se, nos bombardeado com publicidade sobre ele, as pessoas não se vai lançar de cabeça para ele?

você Colocar cartazes, que podem ser quatro puñeteros caixas para a entrada de um Game para que as pessoas vá vendo e se vá familiarizando com ele e que, quando o virem por aí diga “ah, o jogo”. O que se tira por tirar? Podemos imaginar mil possibilidades sobre “o que poderia ser” ou “vender como churros” que, no fundo, a realidade é muito mais crua e complexa do que imaginamos.

E me diz que isso custa uma millonada, claro, o Que são empresas GRANDES, que não por não ser tão grandes como a Sony ou Microsoft deixam de ser enormes. O problema é que não lhes dá a ganhar apoio para o seu produto, e que não apostam, porque o que não aposta não ganha, porque para ganhar tem que apostar, mas a eles não lhes dá a ganhar.

E assim, claro, como vão vender, coitados, que retiram seu jogo de qualquer maneira, o deixam lá para o fundo das lojas e se eu vi, não me lembro. Coitados que só vendem 1500 unidades. Você acha que as empresas de jogos, como SEGA, dizer falcão Ocultas:, Namco e várias outras têm uma caixa forte do estilo do Cara e Afins com hondanadas de dinheiro a expuertas? Pois te digo que, se fosse o caso, não teríamos esses problemas, atualmente, a certeza de que teríamos muitos mais jogos na câmara, por sair.

Se você crê que é que “não dá vontade de apoiar o seu produto”, parece-me que, sardas de ingenuidade. De fato me parece um pouco absurdo jogar essa carta para refutar nada, posto que, conhecendo o descanso dos fóruns, esse esforço seria em vão, a longo prazo. Traduziu os diálogos inteiros, e não a totalidade do jogo (menus, sidequests, descrições de objetos, jogos, etc.). E bom, como os grupos de fãs traduzem jogos por amor à arte, mas isso não significa que, na realidade, fazer esse trabalho não seja complicado ou que custe “quatro duros”.

A falta de inserção no mercado de trabalho de muitas pessoas, jovens em uma sociedade mais ampla, refletida em altos níveis de desemprego e subemprego, só serve para aumentar o sentimento de desapego. em maio de 2018 que a frustração dos jovens universitários por não encontrar trabalho gera rejeição da democracia, a fragmentação econômica, social e política.

Joana

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