Análise Watch Dogs 2

Análise Watch Dogs 2

Quando Watch Dogs foi anunciado na conferência da Ubisoft na E3 2012, todos os jogadores esperávamos um jogo revolucionário que mudou a concepção que tínhamos de entretenimento. Watch Dogs evidenciou vários problemas, tanto de projeto do sistema de jogo, como mapeamento e história. Nesta sequela nós encontramos um jogo que segue de perto o sucesso de uma série de televisão reconhecida a nível mundial: Mr.

DedSec é a organização a que nos uniremos nos primeiros momentos do jogo, e é formada por diferentes elementos que formam um grupo mais diversificado. Assim, vocês têm que estar preparados para ver personalidades mais deusa, com um ponto geek, e que podem chegar a agobiar com o passar das horas de jogo. É importantíssimo seguir os diálogos de todos os personagens que aparecem no ecrã, uma vez que há momentos hilariantes em que se nos perdemos alguma frase, nós estaremos afastando do tom jocoso da aventura.

O bom de tudo é que, como costuma ser habitual em Ubisoft, os diálogos são dublados ao português, e como se não bastasse, a qualidade da dublagem é excelente. Talvez haja alguns erros de sincronização labial nas cenas cinematográficas, mas, apesar disso, desfruta-se muito.

Isso sim, para verificar os diferentes acentos originais recomendamos as vozes americanas, posto que é assim como ele foi concebido originalmente. Para terminar com este capítulo do argumento de Watch Dogs 2, dizer que a escolha de um protagonista como Marcus pode ter um ponto de comparação com o Grand Theft Auto. Marcus Holloway, como um dos protagonistas da quinta edição da série da Rockstar, é um jovem sem possibilidades que se junta a um grupo para lutar contra as injustiças.

  • Redes a utilizar
  • Meninas de várias idades muito socializadas em papéis femininos clássicos
  • Planejamento de ações e campanhas a realizar
  • 2 Educação primária 5.1.1.2.1 Necessidades educativas especiais
  • 67 Um favor
  • Crie anúncios no Facebook
  • Danigutierrez16 (discussão) 18:35, 8 maio 2017 (UTC)

Cada missão a história está estruturada em diferentes operações principais e secundárias que nos ajudam a completar o jogo. Quanto à importância de cada uma das principais operações, devemos assegurar que nenhuma sobra, nem tampouco nos falta alguma para fechar o argumento principal. O desenvolvimento tem sido calculado de forma muito inteligente, para que, com estas quinze operações, o encerramento de uma história em pouco mais de vinte horas.

Além disso, cada missão tem sua importância dentro da campanha e incide sobre diferentes temas: alguns tom mais sério, e outros com um tratamento mais tiver. No que respeita às operações secundárias, algumas aparecem diretamente na aplicação do móvel correspondente, mas outras nos oferecem diferentes cidadãos espalhados pelo mapa. Sua localização é fácil de adivinhar, graças às que aparecem identificados no mapeamento de San Francisco por um símbolo preto e laranja.

Cada uma dessas atividades, tanto principais como secundárias, está dividida por um mapa, como é o de São Francisco e Oakland. Em tamanho, estaríamos dispostos a afirmar que é algo mais pequeno do que o que fazia Chicago, mas está muito mais equilibrado, graças a que, em cada zona haverá algo que fazer. Stealth, ação, ou mistura. Na primeira edição da franquia, tivemos um problema principal: as promessas jogáveis baseadas na utilização do hack, eram bastante simples, devido a que não chegaram a ser cumpridas do todo por uma série de decisões bastante desacertadas.

Joana

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