Análise South Park: Maior Perigo Para Nintendo Switch

Análise South Park: Maior Perigo Para Nintendo Switch

Talvez um dos anúncios que menos surpreso do último Nintendo Direct, mas o certo é que levava tempo espalhado. Rabbids: Kingdom Batalha. E é um lançamento “compensatório” mais que imprescindível. Foi em outubro de 2017, quando vos oferecemos um completo análise desta obra e é por isso que este número só vos apresentaremos um pequeno resumo sobre o que é South Park: Retaguarda em Perigo. A premissa da trama é muito simples: nós nos encontramos em um capítulo em que os pequenos protagonistas estão divididos em dois bandos: os Guaxinim e os Colegas da Liberdade.

Embora possa parecer simples, como apontamos na análise original, o certo é que há reviravoltas de roteiro que não esperamos em um jogo deste estilo. Isso sim, voltas sempre fiéis ao estilo da marca. Quanto ao sistema de combate, por ser um port direto, estamos perante o mesmo que já vivemos no jogo original há menos de um ano.

Tem bons itens, como que sua simplicidade gosta e prende o jogador com mecânicas simples, mas eficaz, embora talvez sim está um passo atrás do que não vimos, South Park: A Vara de Verdade. E não falamos de um passo pequeno, mas muito grande. O problema é que um jogo deste calibre, não precisava de um sistema tão complexo como o que possuía, para que as alterações introduzidas pela Ubisoft San Francisco, na sequência foi agradecem. Ainda assim, é certo que as estatísticas dos personagens e seu nula personalização ao subir de nível (quase sempre se fará através de Artefatos) limitam muito a progressão.

No entanto, o combate continua a ser divertido, ainda mais com os comentários dos personagens e em todo o momento, podendo escolher entre quatro ataques de todos os que você pode desbloquear. Passamos através de uma grade, por isso a estratégia aumenta: só podemos atacar dentro da grade, pelo que haverá que pensar muito bem onde colocar o personagem. É aqui onde o jogo ganha inteiros, acrescentando um toque de estratégia que a primeira parcela não tinha.

Não chega a níveis de complexidade de franquias como Disgaea ou Fire Emblem, mas é curioso. Em resumo, um sistema de combate mais simples, com menos opções do que na primeira entrega, mas que não lhe resta atraente para o conjunto do jogo. Quanto ao conteúdo secundário disponível, é certo que, explorando encontraremos diferentes colecionáveis, missões secundárias e tarefas menores que nos entreter-nos. Mas é certo que chegaremos ao final do jogo com uma grande percentagem do mesmo concluída em pouco mais de 20 horas.

  • 3 Modos de realização e objetivos
  • 3 Pessoal no Backstage
  • 1 Política económica e social
  • Rosário (discussão) 12:15 20 jun 2015 (UTC)

É uma obra bastante linear dentro da cidade em que nos movemos (muito parecida com extensão para a primeira), mas que sabe nos surpreender com uma infinidade de lugares. Como é a versão de Nintendo Switch? Essa portabilidade, o certo é, que lhe sentir bem para o jogo. Primeiro, porque a tela do Nintendo Switch faz com que as cores do jogo se façam de forma esplêndida na nossa retina.

Além disso, como aprofundaremos em um momento, os gráficos foram mantidos intactos, por que se trata de uma plataforma excelente para desfrutar do enorme número artístico que goza da série. Também a portabilidade é apreciado por essas posições curtas que nos referíamos no início da análise, uma vez que o jogo permite salvar quase em qualquer momento. Quanto a funcionalidades exclusivas do console, só conseguimos notar que ele usa a tela sensível ao toque, e em poucas ocasiões. Por exemplo, nos menus, nos permite assinalar a opção que queremos. E falamos de menus gerais, não de batalha. O aspeto gráfico e técnico se manteve intacto, com todas as suas vantagens.

Só apreciamos que os tempos de carregamento são um pouco mais longos, apesar de estar disponível a versão digital. Talvez é algo que se possa resolver com um patch. E falamos sobre tudo do primeiro tempo de carga, que está ao iniciar o jogo. Também se mantém o espetacular dublagem para o português que nos amava e que a primeira parte não tinha.

Não há nada de novo neste port tardio, mas que vem para preencher uma lacuna no catálogo da Nintendo Switch. A estas alturas, não há tantos jogos de rpg, e muito menos tão notáveis, na plataforma. South Park: Maior Perigo é um jogo que gostei muito na época e continua gostando agora: se mantém todo o n.o artístico e técnico, e tudo o que fez de bom ao título. Sim, mas se você quiser passar um bom tempo e desfrutar destes loucos personagens, talvez a portabilidade de Nintendo Switch é a melhor opção.

Aproveite isso e faça upload de fotos que contenham algum objeto dessa cor para aumentar seus seguidores no Instagram. Ninguém gosta de encontrar-se com uma imagem escura ou pouco nítida, onde você tem que se esforçar para descobrir o que há nela. Certifique-se de que suas fotos têm boa luz, os objetos ou pessoas que aparecem são vejam bem, para que as cores sejam o mais atraentes possível. Está comprovado que aquelas fotos em que aparece uma pessoa ou de um rosto recebem 35% a mais de “gosto” e seguidores que, em que aparece apenas de um objeto.

Joana

Os comentários estão fechados.
error: