Análise de Call Of Duty: WWII

Análise de Call Of Duty: WWII

A campanha de Call of Duty: WWII nos coloca na pele de Ron “Rede” Daniels, um soldado americano que se apronta-se no exército para lutar contra os nazistas na Europa. O começo já deixa claro que isso é sério diretamente, sendo a primeira missão no “Dia D”, quando ocorreu o famoso Desembarque da Normandia, na praia de Omaha. Este assalto foi um ponto de virada na guerra, o que permitiu recuperar terreno do exército alemão.

o Nosso objectivo será chegar até o rio Reno, para poder pressionar a Alemanha e, assim, fazer com que as tropas inimigas manteres afastado o puro mal para ganhar a guerra. Este modo de história transmite uma grande qualidade ao longo de seus 11 capítulos e o epílogo final. Sledgehammer Games também inovou em algumas mecânicas de jogo, já que agora teremos uma barra de vida que não se regenera com o tempo, mas que teremos que usar kits limitados para poder curarnos.

Isto está ligado ao sistema de colegas da campanha, que têm um manguito que se enche gradualmente e que, uma vez cheio, nos concedem benefícios, como kits extra, repor as granadas ou ataques aéreos. As missões foram incluídos também os chamados “lembranças”, colecionáveis que mostram objetos e história da Segunda Guerra Mundial, e os actos heróicos, ações que nos concedem bônus na hora de completar as missões.

Cabe destacar, sem dúvida, a grande qualidade gráfica que tem Call of Duty: WWII no seu modo de campanha, especialmente. As paisagens e cidades são recriados de maneira pontual e parecem maravilhosos em um PlayStation 4 padrão. Destacam-se também as cenas de destruição e o realismo com que são realizadas, seja destruindo edifícios ou árvores de uma floresta caindo. A fixe o preço de frames, sofre, por vezes, devido a isso e a consola soa demasiado, o que acrescenta algo negativo ao excelente aspeto gráfico. Em relação à duração, poderemos concluir a campanha em umas 5 horas com dificuldade profissional, algo muito breve, tendo em conta o histórico da série.

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O multiplayer de Call of Duty: WWII optou por uma abordagem mais social e visual graças aos quartéis-generais, um novo formato de sala de espera onde se desenvolvem todas as ações do modo multiplayer. Neste vasto acampamento podemos esperar com os nossos amigos, aceder ao campo de tiro, prestigiar e praticar com as rajadas de baixas entre outras coisas.

Este foi um dos melhores adicionados ao multiplayer de Call of Duty, já que traz um pouco de ar fresco para as clássicas salas de espera. Contamos com um sistema de divisões que se caracteriza por dar certas vantagens para os tipos de armas que usamos: Infantaria, Aerotransportada, Blindada, Montanha e Porto. Toca falar de algo que parece fixo para a eternidade na série, os suprimentos. Vamos ganhar suprimentos cada vez que subamos cinco níveis, nos toquem aleatoriamente após uma partida ou a completar comandos e contratos.

Estas ordens e contratos são desafios temporários, que consistem em preencher certos requisitos, bem ganhar posições ou fazer determinadas baixas, para assim dar-nos fornecimentos ou experiência. O jogo conta com nove mapas multiplayer e outros três dedicados exclusivamente ao modo de jogo Guerra. Os mapas são variados e os jogadores terão que se adaptar às circunstâncias na hora de escolher aulas.

Joana

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