A Vergonha Das elites

A Vergonha Das elites

Werner Heisenberg foi um físico alemão, ganhador do prêmio Nobel de Física em 1932, famoso sobretudo por suas contribuições para a teoria quântica e o chamado princípio da incerteza. Sob esse enunciado tão sugestivo, se esconde um postulado da ciência atômica, que vem a dizer que é impossível medir simultaneamente e com precisão a posição e o movimento linear de uma partícula.

É quase uma aporía, como o de Aquiles e a tartaruga, e na verdade se aplica a outros pares de variáveis que vêm a ser ininteligíveis quando pretendemos ser muito precisos. Vede se não o que estamos vendo com Trump, que continua lá, tão estável em sua instabilidade que desmente a uma legião de opinadores europeus, ou tomemos em Berlusconi, no Brexit, ou em eventos mais próximos.

Tem razão Jordi Amat, por ter intitulado sua opúsculo de Anagrama, como A conspiração dos irresponsáveis. Mas é que a irresponsabilidade parece a norma, bem como o fomento da divisão, o enfrentamento e a desigualdade. Trump é um iletrado que quase se orgulha disso. Um governante que não lê, porque não precisa.

Ele é um gênio e não sente blush nem se preocupa em reconocérselo a si mesmo. Heisenberg dirigiu o Instituto Max Planck de Berlim durante a Segunda Guerra Mundial. De fato, trabalhou com Otto Hahn e com a Alemanha nazista, até o ponto de que ainda hoje se discute se realmente tentavam entregar a Hitler uma bomba nuclear.

Como muitos outros, eu prefiro acreditar que Heisenberg boicotou o projeto nazista e que a sua visita à Niels Bohr prova que se fingia de colaborar mas que era consciente de que não podia fornecer-lhe um louco megalomaníaco de uma bomba atômica. Nem sequer um reator atômico. É dizer, prefiro acreditar que Heisenberg, por mais difíceis que fossem as circunstâncias políticas, optou por ser fiel à humanidade e ao seu senso de decência e foi um elitista. Ou o que é o mesmo, não sucumbiu às forças das trevas do populismo, da guerra e da desumanização. Porque, se as elites, no melhor sentido do termo, não reagem, o mundo, então, é que os irresponsáveis e demagogos.

  • Angela Murillo Bordallo. Juiz
  • 8 Universidades 8.8.1 Universidade Estadual de Santa Fé
  • 1 Principais membros
  • extensas Discussões não relacionadas com a Wikipédia
  • 2 Educação laica
  • 2 Vantagens e limitações da etnografia
  • 4 Instituições orgânicas

eu NÃO TENHO NEM IDÉIA de COMO ERA ANTES, MAS O abaixo-ASSINADO TEM APENAS DUAS SEMANAS, ACESSANDO ESTA PÁGINA E ESTIMA, QUE É MUITO EFICIENTE, PRÁTICA, DINÂMICA E EFICAZ. Tenho visto que não incluem a Zenaida Manfugas, nem Huberal Herrera(especialmente porque eles são especialistas na obra do mestre Ernesto Lecuona.)Felicito, pois, sempre, perante as dúvidas dos consult.saudações Josevelio Rodríguez-Abreu.

Era muito útil a ferramenta para alterar o idioma. Para encontrar a informação que falta na versão espanhola ou encontrar páginas vinculadas que na versão espanhola não estão. Também era muito útil para saber a nomenclatura em outros idiomas. Wikipédia, o meu pedido é o seguinte: eu queria dizer-lhes se poderia deixar da forma anterior, porque as letras são muitos grandes, e eu sinto como se as letras estivessem muito de perto, seria possível deixá-la como antes ? Eu gosto de como você vê agora, mas eu gostava de ler a frase do dia. A onde foi isso? Com a atualização sempre leva muito mais tempo para carregar as páginas da wikipédia.

É pior do que antes. Olá, ler a wikipédia cansa muitas vezes o contraste preto-branco, o word tem a função de mudar para azul-branco, que descansa bastante a vista, e eu gosto de usá-lo muito, seria uma melhoria (opção) considerável. ! Esta muito wwwwwwwwaaaaaaaaaaayyyyyyy, melhorou muito desde o ano pasao. O pior é quando alguns usuários de tentarmos editar ou melhorar os artigos, com verdade ou com um ponto de vista mais neutro, somos lavados e às vezes bloqueados.

Joana

Os comentários estão fechados.
error: