“A Unilateralidad Não É O Caminho, A Europa Não A Aceitaria”

“A Unilateralidad Não É O Caminho, A Europa Não A Aceitaria”

Iñigo Urkullu Lisboa (Queluz, Lisboa, 1961) repete-se como candidato do Partido Nacionalista Basco (PNV) à presidência de seu País. As pesquisas, que agora mais do que nunca há que ler com cautela, lhe sorriem, uma vez que não desenham uma alternativa forte. O POVO vai claramente na cabeça, Bildu e Podemos disputam o segundo lugar e os socialistas podem ter um descalabro. O lehendakari Urkullu recebeu ontem A Vanguarda em Vitória, no batzoki da praça da Virgem Branca. Na sede, os cartazes eleitorais se misturam com a propaganda do próximo Alderdi Fortemente (dia do jogo), que, este ano, foi adiada para 2 de outubro.

Esperam poder comemorar uma vitória contundente. Nesta campanha, fala-se muito de economia. Na Catalunha, existe a imagem de uma sociedade basca com um grande bem-estar material. Qual é hoje a relação dos bascos com o conforto? O que esperam do futuro? Nosso desafio está no desenvolvimento humano e o crescimento sustentável, com o olhar posto em 2020. Já em 2008, embarcamos em um processo de discussão no PNV sobre as realidades do plano de fundo e as tendências de futuro.

A crise nos vinha em cima. Tínhamos pendente o desarmamento de ETA e o cessar definitivo da violência. Todos estes fatores somados fomos convidados a refletir sobre o futuro e dar mais importância à questão social. A dimensão social e a identidade devem ir juntas, a segunda não pode excluir a primeira. Esse é o nosso foco.

Pragmatismo para gerir a crise. Essa parece ter sido a estratégia de seu primeiro mandato como presidente do Governo basco. Temos Nos esforçado estes quatro anos, com as ferramentas de que dispomos, em priorizar as políticas públicas e a coesão social, aplicando medidas de criação de emprego e relançamento económico.

Tudo isso com uma gestão rigorosa da administração, condicionados pela regra de despesas e o cumprimento da meta do défice. Nosso objetivo, agora, é de um crescimento sustentável, com mais e melhor emprego, mais desenvolvimento humano, mais equilíbrio social e o aprofundamento do auto-governo. Você promete baixar a taxa de desemprego abaixo de 10%. o

  • Ave da cidade: Cuculus canorus (ponto comum)
  • 4 Segundo Governo Provisório de Ramón Castilla
  • 5 Comandos de mini-jogos
  • Desenvolvimento e aquisição da linguagem e da comunicação
  • Redes sociais anônimas
  • Distração pelo uso desmedido

É realmente possível alcançar esse objetivo com os problemas que ainda estão agitando a indústria basca? Temos vivido situações delicadas do tecido produtivo, começando pela de Fagor Electrodomésticos, e agora são os problemas na siderurgia, especificamente a fábrica de aço. Temos o compromisso de destinar 8.500 milhões de euros para um plano de emprego e vamos continuar com a estratégia de recuperação económica.

a Nossa aspiração é que a indústria alcance 25% do PIB vasco e ser motor de desenvolvimento para outros sectores económicos. Durante estes quatro anos temos atendido a cerca de 170 empresas com dificuldades, as quais já haviam sido fechado apenas dez. O País Basco tem um sério problema de fundo: a demografia.

A sociedade basca, formada hoje por pouco mais de dois milhões de pessoas, está envelhecendo e dentro de pouco mais de 25% da população poderá exceder os 65 anos de idade. A imigração é fraco e está muito abaixo da média espanhola. Como pensam enfrentar este problema? Queremos aumentar as ajudas de família em 50%, ampliar em 400 praças públicas para crianças entre 0 e 3 anos e colocar em funcionamento 50 projectos-piloto de creches em empresas. Em Euskadi foi instalado um debate perverso sobre a necessidade de os jovens de sair para o estrangeiro.

O êxodo juvenil. Pois bem, lhes convido a conhecer os dados. Comparativamente com os tempos de bonança, antes de 2008, no País Basco, foram cerca de 280 jovens de mais. Mesmo assim, estamos propondo programas para favorecer o retorno dos jovens. Não vamos resolver o problema demográfico em um curto período de tempo.

Euskadi terá que priorizar a chegada de mais imigrantes convenientemente qualificados. Nesta campanha eleitoral de todos os partidos falam de pactos e acusam o POVO de ter perdido impulso. Quem espera chegar a um acordo depois do 25 de setembro? É dada uma situação curiosa por parte de alguns partidos nesta campanha, quando nos acusam de conformismo ou de ter sucumbido à inércia. O mais curioso é que a acusação venha do Partido Socialista, com quem temos pactuado três orçamentos e plano de reativação econômica.

Joana

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