A Reconstituição De Cádiz

A Reconstituição De Cádiz

São verdadeiras 300 anos de instalação na cidade da Casa de Contratação. Salvador, a cidade mais antiga da Europa ocidental, experimentou um extraordinário renascimento há mais de 300 anos. A Casa de Contratação, cria-se logo, quando se verifica que o comércio com o que ainda se chamam as Índias e tudo o que convinha precisava de uma instituição à sua altura.

ela previra, e guardavam, durante as mercadorias, manutenção e equipamento necessários para a contratação das Índias, e se comprovasse que as mercadorias que chegavam à cidade de Sevilha eram as mesmas embarcadas na América. Profusamente regulamentada, a Casa de Contratação, contava com cronista oficial, capela / santuário, prisão e jurisdição própria. Que a Casa de Contratação, estivesse em Sevilha, rio Guadalquivir dentro e longe do mar, era uma garantia de segurança em frente a uma Cádiz mais desprotegida e que sofreu vários ataques durante os séculos XVI e XVII. Essa segurança era de duplo sentido, como explica Manuel Ravina, diretor do Arquivo das Índias, em que se guarda toda a documentação sobre a Casa.

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  • 1 Câmara de Comércio Hispânica de Dallas
  • Fabricação de velas artesanais
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A importância do comércio com a América era tal que o negócio que gerava não esteve nunca isento de disputas. Manuel Ravina, “é o monopólio desse comércio, o que fora apenas uma porta que se concentrasse”. Os protestos contra as autoridades e comerciantes sevilhanos não se fizeram esperar. A Casa de Contratação, ficou em Cádiz até a sua extinção, e a Cádiz, lhe mudou a face. Para o professor da universidade de cádiz Alberto Ramos, especialista na história da cidade, foi a mudança mais importante experimentado pela velha Gadir, que justifica que se fale de século de ouro.

E se Cádiz se americaniza, também ocorre o processo inverso.

ao Lado da ereção das muralhas e o crescimento demográfico (que quase duplicou a sua população entre 1700 e 1775), Salvador cresceu com um urbanismo mais racional, de grade, muito da época. Um aspecto dessa mudança de fisionomia foram os jardins botânicos, povoados de plantas americanas. Que não foram só uma questão de ornato urbano, mas, como lembra Alberto Ramos, uma questão de avanço científico e médico. Em Cádiz, está o colégio de cirurgia da Marinha, “há todo um tecido científico e econômico”. E se Cádiz se americaniza, também ocorre o processo inverso. Os engenheiros militares que trabalham em lisboa movem-se para a América, onde fazem fortificações semelhantes em Havana, Veracruz, Cartagena e San Juan de Porto Rico.

Se observa que as sucessivas regulamentações em matéria de pisos, aluguer e competências urbanísticas têm contribuído de forma decisiva no desenvolvimento do mercado da habitação. Foi reduzido o percentual de solo que os promotores devem ceder aos municípios, e foi declarado solo urbanizável todo o chão não protegido. Os municípios fazem com que a oferta de solo urbanizável seja artificialmente baixa, elevando o seu preço. De acordo com algumas análises, em Portugal existe uma tendência social à propriedade imobiliária.

a Partir de várias instâncias vem advertindo que o aumento do preço dos imóveis não é exclusivo de Portugal. Muito pelo contrário, todos os países industrializados apresentam um crescimento anormal dos preços a partir de 1998. Aqueles que afirmam que Portugal se encontra imersa em uma bolha econômica advertem que essa bolha é global. ] e Suíça. Em paralelo a esse crescimento, teria se desenvolvido também uma bolha de crédito, favorecida por baixas taxas de juro que se estabeleceram nas principais economias do mundo. ] estabelece que 51% dos espanhóis entre 18 e 34 anos, vive no domicílio familiar, e 47% na sua própria casa (alugada, comprada ou compartilhada).

] em especial, contra inquilinos de renda antiga, que os caseiros baiting para deixar o imóvel, com o objectivo de obter mais-valias com ele. Outras administrações que tinham feito promessas semelhantes, como o Município de Madrid no ano de 2004, também não a mataria. A ideia de tirar as casas vazias ao mercado, através de pressão fiscal foi abandonada e em seu lugar se pretende tirá-las como casas para alugar, modificando-se, para isso, a legislação.

O chamado “Plano de Choque” do governo do socialista, que venceu as eleições em 2004 se limita a aumentar em 79.000 o número de habitações protegidas. Os próprios responsáveis do Ministério da habitação reconhecem que isso não resolverá o difícil acesso dos cidadãos à moradia. As comunidades que não existe uma regulamentação efectiva da habitação protegida está vendendo e comprando casas populares a preços de mercado, assumindo-se uma importante fonte de lavagem de dinheiro, tornando-a ineficaz como ajuda social.

Em outros lugares, o mecanismo de casas populares tem resultado uma solução adequada que, à vista da crise econômica de 2008-2009, pode beneficiar os municípios, os construtores e consumidores. Há comunidades em que se deu uma interpretação muito particular no que diz respeito às soluções políticas a aplicar, diante da falta de Moradia Protegida. Nessas datas, o Governo basco e o catalão se levantavam a possibilidade de gravar as casas vazias com um canon. ] O candidato socialista criticou que Rajoy quer resgatar o subsídio de compra de moradia habitual ou prorrogar o IVA superreducido a 4%, bem como reduzir o imposto sobre transmissões patrimoniais.

O impulso fiscal à reabilitação na maioria dos casos, será dirigido a quem já tem uma casa e não a aqueles que precisam adquiri-la. A eliminação da dedução por moradia em 2011 poderá antecipar algumas decisões de compra para seguir aproveitando essa vantagem fiscal. ] para que não crê que se sai rentável esperar. O ano de 1985 foi especialmente duro para a construção, mas, paralelamente ao crescimento da actividade económica em 1986, houve também uma notável aceleração da construção.

Joana

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