A Par Deste Fenómeno

A Par Deste Fenómeno

Uma alternativa de educação universitária de ponta e com pertinência social, orientada para a transformação, disseminação e utilização criativa de saberes e haceres. Um espaço para a participação e o exercício da cidadania. Uma estratégia que promove o desenvolvimento local, regional e nacional. Uma prática educativa inovadora, que oferece diversas oportunidades e modalidades de estudo que favorecem o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes voltadas para a construção de uma sociedade democrática e participativa. Nas últimas décadas do século XX, o Estado venezuelano foi reduzindo progressivamente as suas responsabilidades em matéria de educação e, especificamente, no que se refere ao nível de ensino superior.

Isto trouxe como conseqüência uma grande dívida social acumulada, pois a matrícula universitária sofreu uma estagnação, favorecendo a exclusão dos estudantes provenientes dos setores mais pobres. Vários estudos concordam em afirmar que o ingresso ao ensino superior favoreceu os setores com maior renda, a população das grandes cidades e para os estudantes provenientes de plantéis privados. A par deste fenómeno, a educação superior de gestão oficial diminuiu sensivelmente sua participação em favor da educação de gestão privada.

Em busca de um objeto ou a causa dele. Uma segunda via para desenvolver a épica são os combates, e para conhecer a sua influência há que remontar-se de novo para as obras da épica, e de lá as novelas de cavalaria. Muitos autores confiaram e confiam na decisão de terminar suas histórias com batalhas espetaculares, que ganharam o gênero chamado de “espada e feitiçaria”, já que as lutas são tanto físicas como mágicas.

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Outros livros procuram a tranquilidade, as reflexões e a moral, ou simplesmente a aventura e a diversão: A princesa prometida, os contos de O último desejo, etc. Também há histórias longas em alguns dos livros servem de link e se concentrar em descrições e viagens, deslocando, antecipando ou afastando os grandes batalhas: A Torre Branca, A segunda geração, A forja.

A fantasia, muitas vezes, se refugia no seio de mundos habitados por seres fantásticos ou mitológicos, como fadas, duendes ou elfos. Boa parte deles se encontram na mitologia germânica e escandinava, como o caso dos elfos. Outros não menos conhecidos, como as harpias, provêm dos povos eslavos. Devemos às lendas asiáticas os dragões. Todo este montão de criaturas provenientes da mitologia e idealizados pelos autores convivem em livros do gênero. No entanto, e como nos anteriores n.os, isso não é nenhuma regra absoluta.

Muitas obras dispensam maioritária ou totalmente de criaturas fantásticas, como Lendas dos Otori, enquanto que em outras são a base da própria história, por exemplo, a trilogia O êxodo dos gnomos de Terry Pratchett. ] Os dragões, Os domínios do dragão, Dance with dragons, O retorno dos dragões, Os dragões de Krynn ou Raisie: o dragão e a rosa, entre muitos outros. A magia é um recurso muito presente no gênero, até o ponto de que muitas obras se sustentam basicamente isso.

É o caso da trilogia As crônicas de Nightshade ou a tetralogia de Dragonlance forjamento de uma túnica negra. A magia é um recurso muito versátil, e pode ser encontrado em diferentes estados. Em algumas obras, encontra-se em perigo de desaparecimento, mal vista ou extinta, como A espada de Jorão, O Ciclo da Porta da Morte, em outras está ressurgindo, como na Canção de Gelo e Fogo.

Algumas vezes se evade do termo magia e toma outras formas inventadas, criando todo um vocabulário em torno dela, no caso de A Roda do Tempo. A magia aparece de diferentes maneiras. O cuidado com que o tema mágico, é tratado na fantasia épica é evidenciado desde o primeiro momento. Intimamente ligadas à magia estão as profecias, que são tão importantes como a própria magia, e às vezes mais. É habitual encontrar-se com destinos que têm de ser cumpridas ou, mais raramente, de conter-se. Por meio deste recurso se justificam missões, relações pessoais ou de guerras. Existe desde Tolkien uma tendência a converter os mundos imaginários em mundos reais, geralmente como forma de concluir o argumento.

É conhecida a élfico inventada pelo escritor, além de muitos apêndices, notas e listas. Além de manter uma coerência narrativa, é um trabalho extra e, muitas vezes árduo, que funciona como pano de fundo para a história e a enriquece. Em muitas histórias se opta por expor em um livro ou em parte, de um livro, uma série de documentação histórica, geográfica ou social, totalmente fictícia, como é o caso do forjamento.

] Também chegam a ser criado livros e atlas específicos do mundo a tratar, que em certos casos são utilizados como complemento para os jogos de rpg que acompanham a história. Dentro do campo editorial dos séculos XX e XXI dificuldade para encontrar livros independentes de sagas fantásticas. Este facto lembra as aventuras de Amadis e muitas outras novelas de cavalaria, em torno do final do século XVI, cujos escritores reutilizaban seus personagens e mundos.

Joana

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