A Maior Parte São De Ficção.

A Maior Parte São De Ficção.

abre-Se também o debate sobre os temas quentes como o suicídio ou o aborto, mas há espaço para assuntos mais atemporais, como o duelo infantil, as más relações familiares ou o amor cego. Assim, avançou esta quinta-feira, o diretor de Cinema Jove, Carlos Madrid, durante a apresentação das secções oficiais do concurso de longas, curtas e webseries, juntamente com a coordenadora desta última, Maria antes de entrar. Segundo explicou, ter limitado a idade dos criadores de 40 anos, provocou que a maioria deles “falem de seu ambiente, de suas preocupações e até de suas próprias vidas, quase sem se dar conta”.

daí o protagonismo que adquirem as novas formas de relacionar-se a raiz do surgimento das redes sociais e as aplicações. Com uma dezena de filmes a concurso, a Seção Oficial de longas-Metragens tem um “carácter europeu”, uma vez que oito delas são do velho continente. Em concreto chegam da Polônia, Dinamarca, Suíça, Islândia, Hungria, Áustria, Alemanha e Espanha (Valência).

Seguidores’, do jovem realizador Ivan Fernández de Córdoba. Carlos Lisboa sublinhou “o arrojo e a independência real” desta produção “totalmente independente”, que foi realizado sem nenhum tipo de ajuda institucional. Também é importante o olhar de uma criança a húngara ‘Genezis’, de Bogdán Árpád, cujo pano de fundo é o racismo contra os ciganos. Os dois filmes que completam a seleção são a japonesa ‘The Hungry Lion’, de Ogata Takaomi, que aborda o drama do bullying, e a mexicana “Restos de vento’, de Jimena Montemayor, que mergulha no duelo.

Além disso, as festas de abertura e encerramento de Cinema Jove se podem ver outros dois filmes. Para iniciar o certame foi projectado a holandesa ‘Wij’, de René Eller, enquanto para se despedir da semana cinematográfica foi escolhido ‘vagabundos’, do argentino Gustavo Biazzi. A Secção Oficial de Curtas-metragens conta com 52 títulos para concurso, provenientes de 24 países diferentes.

A maior parte são de ficção, mas há também uma importante presença de curtas, documentários e animação. Quanto à produção valenciana, aparecem cinco títulos na competição e três fora de concurso. A produtora francesa Ikki Films apresenta este ano um curta de animação de Zélie Durand, ‘Saara Palace’, apenas um ano após a sua estreia internacional no Cinema Jove de ‘Negative Space’, de Max Porter, que acabou sendo finalista do Oscar.

também Vale a pena destacar uma das apresentações que gerou mais expectativa, a do “Agora seremos felizes’, ópera prima do valenciano Borja Soler. Para as webseries será sua terceira edição, a de “consolidação”, destacou a coordenadora da seção de Maria antes de entrar. Um total de 13 produções provenientes de países como Espanha, Argentina, Reino Unido, Turquia, França , Uruguai e Chile, entre outros.

É uma “seção muito potente, cheia de séries que não se podem ver na Internet atualmente, já que a maioria delas foram criadas no final de 2017 e princípios de 2018”, sublinhou antes de entrar. Como mostra, a plataforma digital da RTVE, PLAYZ, estrear no campeonato valenciano uma de suas próximas produções neste formato, ‘Limbo’, co-produção hispanoargentina estrelado por Ingrid Garcia-Jonsson e Eloy Azorín.

  • Em redes comerciais, permite dar a conhecer os produtos com maior facilidade
  • Ativação e gestão de redes sociais
  • Cursos da empresa em que oferece informação mais concreta
  • 1 Património e Monumentos 6.1.1 Igreja São Miguel Arcanjo
  • 6 Tranquility Base Hotel & Casino (2018-presente)
  • Recuperação e apropriação dos espaços públicos
  • PARTICIPANTES DO PROJETO
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A série, fora de concurso, será projectado em exclusivo no Cinema Jove o dia 23 de junho, com a presença do diretor da plataforma PLAYZ, Alberto Fernández. Também é projectado a melhor série digital de 2017, de acordo com o Site Séries World Cup, a australiana ‘High Life’, com a ajuda de seu diretor, Luke Eve. No entanto, “esta tendência tem-se vindo revertendo pouco a pouco, as webseries foram crescendo, tornando-se fortes, e, atualmente, tornaram-se no espelho e fonte de onde se nutrem as grandes plataformas digitais, como o Netflix, HBO ou RTVE”.

Isto é atribuído, em sua maior parte, que pertence a uma instituição pública que recebe a maior parte de suas receitas do Estado. Mas se somarmos os prêmios distribuídos ao longo de mais de 18 anos de trajetória televisiva de Saber e ganhar, a cifra ultrapassa os quatro milhões e meio de euros, distribuídos entre mais de 2000 participantes.

Joana

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