A História Sem Fim (1979)

A História Sem Fim (1979)

] que para testar suas capacidades empreendem longas viagens onde estão as aventuras e desventuras e se dão com itens mágicos e guerras. ] Exemplos deste erro seriam verdadeiros contos de Julio Cortázar e Jorge Luis Borges, obras do gênero fantástico, mas não do gênero épico. Apenas a alteração momentânea dentro da regularidade e revela o fantástico, mas é necessário que o excepcional passe também a ser regra, sem deslocar as estruturas ordinárias, nas quais foi inserido.

Este tipo de literatura cumpre a premissa de que tanto quem escreve quanto quem lê sabe-se que os acontecimentos narrados são ficção. Esta premissa se cumpre de forma demonstrável pela primeira vez no século XIII, em Paris, na França, quando um autor francês publica uma versão das lendas arturianas inglesas.

Embora mais conhecido por seu clássico As minas do rei Salomão, Haggard explorou o gênero épico fantástico e a literatura fantástica em geral, em muitas ocasiões. Deve-se notar seu romance Eric Olhos Brilhantes, publicada pela primeira vez em 1889 e possuidora da maior parte dos elementos do gênero.

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Este romance reconstrói as aventuras de um viking, mas a maneira de as sagas, ou seja, com gigantes, reis e geografia fictícios, abundante épica e um ambiente idealizado e pouco definido. Com tudo isso, torna-se não apenas em uma das primeiras novelas de fantasia épica, mas em um de seus marcos. Atualmente, existem duas correntes.

Certas obras tentam ambientarse em um mundo pseudomedieval, tentando, para isso, estabelecer uma base narrativas realistas, com explicações detalhadas de índole histórico ou social, que expliquem, mesmo cientificamente, cada um dos lugares e situações. Outras obras fogem desta realidade relativa para criar mundos sustentados pela imaginação e magia, com situações do todo surreais e uma preocupação pós-moderna da realidade.

] São comuns as comparações com estes autores e, especialmente, após o sucesso cinematográfico da trilogia cinematográfica de O Senhor dos Anéis. Para os próprios autores supõe um elogio. É exatamente por causa dessas novas interpretações dos clássicos do gênero, do maior uso de conhecimentos históricos e o aparecimento de autores anglo-saxões, como Andrzej Sapkowski, que o gênero está se renovando. ] Por outro lado, refere-se à crescente influência que este tipo de trabalho exerce sobre os jogos de rpg, e vice-versa. Os contos fantásticos e góticos do século XIX.

] isso não é sempre assim. Qualquer época da História ou qualquer criada com a única imaginação serve de ambientação, sempre que se mostre um mundo tecnologicamente atrasado ou do tudo fantástico. Haggard, em sua obra, Eric Olhos Dourados, imaginou o mundo fictício recriado pelas Sagas, das quais uma parte narra fatos ocorridos nos séculos anteriores a Jesus cristo, e parte da Alta Idade Média.

] na série, O Códice de Merlin, imagina-se através dos olhos de Jasão e Merlin Grécia antiga e de tempos ainda anteriores, enquanto que o argumento em si transcorre durante o apogeu celta, na Idade Antiga. Howard, por sua vez, remonta à Idade das trevas, enquanto que outros livros remontam ao crescimento”.

Isso não quer dizer que todos os ambientes estejam baseadas em épocas tão antigas. Certos livros dos Reinos Esquecidos tomam como referência o Império português, assim como a Saga de Chalion Bujold, isto é, a Idade Moderna. Mesmo, Margaret Weis e Tracy Hickman imaginaram a tetralogia A espada de Jeorão um mundo em que convivem as tecnologias futuristas com as práticas mágicas.

Às vezes, a ambientação histórica faz com que a novela perde na fantasia e se transforme em outra coisa, sem que isso seja uma regra. Casos notáveis de uma boa ambientação histórica em livros de pura fantasia é a Saga do Bruxo de Andrzej Sapkowski ou As brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley.

Joana

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