A Compra De Medicamentos Na Internet

A Compra De Medicamentos Na Internet

Não se lance a comprar medicamentos pela internet para pular a receita médica. Após esses negócios virtuais não há nenhum profissional de saúde que assegure o seu bem-estar. Além disso, arrisca sua saúde e seu bolso. As caixas de e-mail são cheios de mensagens de publicidade, spam, com ofertas de multidão de medicamentos. A pouco que se navegue pela rede, parece muito fácil comprar qualquer medicamento, em qualquer parte do mundo, em pontos tão diversos como a Índia, Paquistão, EUA, ou Canadá.

você Também pode entrar em sites especializados, que tratam de facilitar a pesquisa para o comprador. Há páginas que indicam, inclusive, “prêmios” fictícios que asseguram contar com a autorização da Organização Mundial de Saúde (OMS), ou a Food and Drug Administration norte-americano. Também não falta a figura de um suposto médico recomendado pela página ou as experiências positivas d eotros pacientes.

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Mas não acredita. Em primeiro lugar, trata-se de uma venda ilegal. Além disso, apresenta sérios riscos não só para o bolso, mas também para a saúde, especielmente em páginas e produtos provenientes de países onde os controles de medicamentos são muito mais desleixados que na UE. O que é que nos encontramos em 14 de compras? Uma venda ilegal. Em nenhum dos sites nos advertiu de que em Portugal e na UE, de acordo com a legislação em vigor, não é permitida a venda de medicamentos que exijam receita médica através da internet.

E há vários momentos em que nos pedem para esses dados.

Textos maioritariamente em inglês. Mais de metade das páginas visitadas oferecem informações apenas em inglês, e as poucas traduções para o português que se podem encontrar, deixam muito a desejar. Se você não conhece bem o idioma é muito fácil confundir-se com o que se vai comprar. Nenhuma proteção para nossos dados pessoais. Não encontramos nenhuma menção à Lei de Proteção de Dados espanhola, que exige garantias especiais quando s etrata de um produto de saúde. E há vários momentos em que nos pedem para esses dados. Ninguém nos garante que não se destinem a ser utilizados sem o nosso consentimento.

Ganham sempre, mas às vezes o pacote não chega ou é tretrasa.

Ambientes inseguros para realizar o pagamento com o nosso cartão de crédito, em que não introduzimos nossos dados de forma criptografada. Assim, nos arriscamos a que alguém os capturasse para, em seguida, usá-los de forma fraudulenta. Impossível acompanhar a situação do pedido. Só nos confirmou que tínhamos feito o pagamento em 8 casos; no resto nos ficou a incerteza d ehaber realizado a compra. Tivemos que esperar para verificar o que aconteceu com o nosso cartão de crédito e a receber o pacote. Ganham sempre, mas às vezes o pacote não chega ou é tretrasa. Em 3 de 14 de compras, não cumpriram o prazo de entrega. Passados os prazos, procedimos a solicitar o reembolso do dinheiro.

Em nenhum caso nos devoolvieron o dinheiro nem responderam à nossa reivindicação; seu argumento foi de que os medicamentos podem ter sido confiscados pela alfândega. Outro dos riscos neste ponto, é o de renovar automaticamente o pedido. Nós não fizemos isso, mas sabemos que nos EUA Mais caros do que em farmácias comuns. Apesar de que algumas páginas aludana sua “garantia” de preços baixos, não oferecem nenhuma vantagem econômica para o consumidor português. Se incluirmos os custos de transporte, e comparamos os preços com os d elas farmácias espanholas, essas saem bem mais baratas. Sem falar na segurança que oferece um farmacêutico.

O principal motivo de algumas pessoas para comprar nesses sites da web é a evasão dos controles médicos ou farmacêuticos. Para começar, porque conseguimos comprar a maioria de medicamentos sem ter uma receita médica. Em quase 4 em cada 5 sites que não nos solicitaram ou não tiveram qualquer problema em você mande o medicamento sem ela. Somente em 2 locais, a inexistência de receita impediu a compra.

Quase nunca há um profissional de saúde, analisando que se responde.

Por outro lado, está a ficha médica que muitos fazem preencher o consumidor. Trata-Se de uma série de perguntas sobre o estado de saúde. Se é dada a resposta adequada, você poderá continuar realizando o pedido; e se não, você pode repetir de novo, cambiuando os dados. Quase nunca há um profissional de saúde, analisando que se responde. Estes sistemas de controle não são adequados quando o que está em jogo é a saúde. Vivemos em primeira pessoa dois exemplos desta irresponsabilidade: no caso de piroxicam (anti-inflamatório, Feldene), ressaltamos que tinha um problema de alcoolismo crônico.

Se como o medicamento poderíamos expondo a ter úlcera gástrica. Em outro momento, solicitamos sildenafil (para a disfunção eréctil, Viagra), temos que padecíamos uma doença cardíaca e que levou anticoagulantes, entre outras drogas. O sildenafila é contra-indicado nestes casos. O resultado foi que somente em uma das webs não nos enviaram o fármaco porque era incompatível com o nosso estado de saúde.

Joana

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