A Adolescência Pode Ser Uma Fase Crítica De Risco De Sofrer Avc

A Adolescência Pode Ser Uma Fase Crítica De Risco De Sofrer Avc

Existe uma maior percentagem de pessoas que sofrem de acidente vascular cerebral e morrem por esta causa no sudeste dos EUA do que no resto do país. Esta área é conhecida como o cinturão do avc. Os especialistas estudaram o tempo que viveu a gente no cinto do avc e examinaram se existia alguma relação entre esta zona de risco e a fase da vida em que ocorria.

Para o estudo, utilizaram-se dados do REasons for O diagrama And Racial Differences in Stroke (REGARDS). O estudo incluiu 24.544 pessoas de 65 anos de idade, aproximadamente, que haviam sofrido um avc no início do estudo, com 57 por cento que pertenciam ao cinto do avc e 43 por cento do resto do país.

Foi feito um acompanhamento dos voluntários desde o seu nascimento até o presente. Os participantes foram seguidos durante uma média de 5,8 anos. Ao longo desse período, 615 pessoas sofreram um avc. Os pesquisadores descobriram que a adolescência foi uma fase crítica para sofrer avc. As pessoas que viveram essa fase em área de risco tiveram uma chance maior (17) de sofrer um avc no futuro do que os que não viveram sua adolescência nesta área. Virginia, J. Howard da Universidade do Alabama (Estados Unidos).

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Como nos casos anteriores, neste aparatado também não existe consenso. Existem vozes afirmando que a colonização em si não foi a causa do subdesenvolvimento. A chegada dos ocidentais também trouxe a fundação de universidades e outros centros de formação, a instalação de infra-estruturas como estradas, caminhos de ferro, minas (Andresen, 2001, p. 17), auto-estradas, hospitais, a criação de fábricas, etc., Como exemplo, costumam colocar a África do sul (Vermelho, 1993, p. 62) e a Argélia.

Não deve cair no erro de pensar que os defensores destas postura são autores ocidentais defendendo sua história. O extermínio de mais de 90% dos indígenas norte-americanos e aborígenes australianos. A eliminação de quase 40% da população de Gabão pelos franceses. A morte de 33% dos líbios para os italianos. A remoção, por causa da fome, trabalho ou execução de 20% dos congoleses pelos belgas. Os trabalhos forçados levados a cabo pelos holandeses para os indonésios. A aculturação levada a cabo por espanhóis e portugueses na América Latina. Os milhões de mortos na Índia sob o domínio britânico. O regime do apartheid sul-africano.

Como foi dito no início, em muitos casos, parece que o subdesenvolvimento não se supera e se atribui boa parte da culpa para as nações desenvolvidas. O pernicioso das nações mais ricas se aprecia em vários campos. Foi posto como exemplo a baixa dos preços das matérias-primas exportadas pelo nações tropicais em frente ao aumento dos produtos elaborados por países industrializados. Outro caso muito repetido são os juros da dívida externa contraída por muitas nações durante a década de setenta.

Um aspecto mais sobre as restrições postas das nações mais ricas para as mais pobres dá Rodolfo Terragno (1994), em seu livro O Novo Modelo. O financiamento de culturas em países como a Espanha, a Noruega e a França leva para produzir excedentes de alimentos, distribuídas depois como ajuda humanitária ou vendidos no mercado internacional a preço muito baixo. Os freios para que outros povos não se desenvolvam os podem colocar também as empresas e os próprios habitantes das nações desenvolvidas, que são seus clientes.

Joana

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