10. Museu Dolores Olmedo Patiño (2018)

10. Museu Dolores Olmedo Patiño (2018)

É considerado como uma musa inspiradora de Diego Rivera, David Alfaro Siqueiros e José Clemente Orozco. Foi um personagem polêmico e ousado, representante de um feminismo como poucos: atuante e não apenas discursivo. Maria de los Dolores Olmedo e Patiño Suárez nasceu em 14 de dezembro de 1908, um par de anos antes do início da Revolução mexicana, em Tacubaya, Cidade do México.

Era a mais velha dos filhos do casal formado pela professora normalista Maria Patiño Suárez e Manuel Olmedo Mayagoitia um profissional que trabalhava como contador e advogado em alguns dos estabelecimentos da Cidade do México. Em 1910, a família aumentou em número e foi em 1914, quando sofreu a perda de seu pai por causa da meningite produto de um severo golpe sofrido em consequência de uma queda acidental. Entre os representantes mais importantes são contava Vicente Lombardo Toledano, Manuel Gómez Morín, Alfonso Caso, Narciso Bassols, Antonio de Castro Leal e Daniel Cosío Villegas.

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Howard S. Philips, de nacionalidade inglesa, chegou ao México em 1923, e em seu registro migratório ficou na qualidade de jornalista, pois seu propósito inicial era cobrir as notas em torno dos Tratados de Bucarelli. A necessidade de trabalhar por sua família a levou a empreender um negócio, recebeu a oferta para a aquisição de uma pequena tabiquera que comprou com enorme dificuldade, solicitando um crédito ao Banco Nacional de México de governo conservador. Esta beiravam outra, de propriedade de um alemão chamado Heriberto Pagelson, com quem se uniu e começou a adquirir tabiqueras na zona de belo horizonte, tornando-se dona de várias com o decorrer do tempo.

Depois do desentendimento que teve com Diego Rivera, foi até 1955, quando renasceu sua amizade, neste tempo, a relação foi cheia de detalhes significativos e carinho. Diego Rivera fez seu testamento público aberto no qual deixava bens imóveis dez pessoas, neste acto se encontrava Dolores Olmedo.

Por outro lado, Diego se sentiu na liberdade de legar as suas obras de arte e os museus para exibi-las ao povo do México. Em outubro de 1956, além das obras de arte que Dolores Olmedo havia adquirido, Diego sugeriu adquirir dez quadros mais, para enriquecer a sua coleção e garantir o seu legado. Um par de meses antes do falecimento de Diego Rivera, assinou-se a escritura do compromisso, documento que foi assinado por Dolores Olmedo e Afonso Quiroz Cuarón, onde se nomeava Dores como presidente do comitê técnico do compromisso.

Por último, no dia 20 de outubro de 1957, Diego Rivera, em mau estado de saúde, estendeu-lhe uma carta, perante um notário público, concedendo a Dolores Olmedo, os direitos autorais de todas as suas obras, textos e documentos em seu poder. Em 12 de julho de 1958, depois que Carlos Pellicer adaptado museográficamente a casa de Frida Kahlo, esta foi inaugurado como museu. Devido a que os recursos do compromisso do Banco central do México, não cobriam as despesas necessárias à conservação e adaptação de obras, Dolores Olmedo forneceu o necessário para cobrir o desejo de Diego Rivera. Dedicou-Se a recuperar e continuar com muitas das tradições mexicanas promoviéndolas em várias exposições de arte em vários países.

Algumas muito importantes, que incluíram obras de todo o mundo.

Tem facilitado o conhecimento de sua coleção no estrangeiro. Dentro do próprio museu, salas de estar e outros espaços, serviram de cenário para exposições temporárias. Algumas muito importantes, que incluíram obras de todo o mundo. As maneiras de Dolores Olmedo de fazer as obras de arte sempre foi polêmico: o abuso de confiança e desaparecimento de obras que tinha a seu cuidado foram as mais frequentes. Não foram poucos os que afirmaram que supostas obras de Diego Rivera, que estavam sob o seu cuidado (por motivos de exposição ou avaliação), ficaram em seu poder e se negou a entregar.

Em 1962 Dolores Olmedo decidiu adquirir a fazenda “Roda gigante”, em Xochimilco, além de uma extensão de terra ao redor da construção colonial. Foi nesta fazenda onde realocado suas coleções. Tornou-Se a presidente da junta de vizinhos de Xochimilco, impulsionando a criação do Museu Arqueológico de Santa Cruz Acalpixca.

Além disso, doou terrenos para a construção de centros educativos. Em 1988, criou a Fundação Dolores Olmedo Patiño A.C., pensando para o futuro como possível opção para deixar suas coleções reunidas em benefício do povo mexicano. O acervo do museu inclui, também, mais de 600 peças pré-hispânicas, montadas em as doze salas do edifício principal. Dolores Olmedo teve tudo o que quis. “A exemplo de minha mãe, a professora Maria Patiño Suárez Vda. ↑ “Dona Dolores Olmedo – Museu Dolores Olmedo”. 1. Sem autor. Dolores Olmedo imagem da mulher mexicana.

2. Díaz, V. Dolores Olmedo: um centenário em Belas Artes (2008). Recuperado em 25 de outubro de 2009. 3. Juarez, José, Olmedo, Dores (1994). Museu Dolores Olmedo. Xochimilco, Distrito Federal, México: Fundo Editorial da Plástica Mexicana. 4. Cervantes, Erika. Hacedoras da história: Dolores Olmedo Patiño. 1 (enlace rompido disponível em Internet Archive; veja-se o historial e a última versão). 5. Delegação Xochimilco. Dolores Olmedo Patiño.

Joana

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