10 Chaves Para Educar A Infância Em Valores

10 Chaves Para Educar A Infância Em Valores

A educação dos filhos/as é como um iceberg, em que, segundo os especialistas, a parte que está debaixo de água e que aguenta todo o seu peso, é 10 vezes maior do que a parte que podemos ver. Que é o que realmente aguenta todo o seu “peso”. Uma parte muito importante do modo como as crianças pensam e actuam ao longo de sua vida tem que ver com o modo como pensam e agem em sua infância. Na infância é onde se cimienta a construção do “edifício” da educação.

Se na infância não plantaram competências pessoais, tais como o auto-conhecimento ou competências sociais, como a comunicação ou a empatia, é muito difícil que possam aparecer depois de um modo espontâneo. Na infância gera um depósito emocional a que pais e filhos podem “brigar” em momentos de maior distância. Não é possível que as crianças atinjam um pleno desenvolvimento de suas competências intelectuais e emocionais se não é a partir da coeducación Família-Escola.

As crianças aprendem o que dizem os adultos, mas, fundamentalmente, o que vêem que fazem seus pais. Como diz Einstein: “Dar o exemplo não é a principal maneira de influenciar os outros, é a única”. Quando se diz algo, e se faz exatamente o contrário, o que os filhos/as interiorizan é a fragilidade dos princípios de seus pais. Sem a coerência entre o dizer e o fazer da acção educativa perde toda a sua força e sentido. O NÃO também faz parte da educação. Quando um filho/a se você educa desde o SIM, o que realmente aprende é dizer NÃO aos seus pais.

Os limites marcam os fundamentos que tornam mais fácil para as crianças a construir um modo pessoal e positivo de ser e estar na vida. Evitar o cansaço do conflito NÃO ou sobreproteger para evitar frustrações são estratégias com um percurso muito curto e ineficaz. Colocar limites não está acabando com a liberdade. Como dizia Zenão, “a natureza nos deu dois ouvidos e uma boca para nos ensinar que mais vale ouvir do que falar”. A única maneira de meninos e meninas entenderem o que lhes é dito é compreender, primeiro, o que eles querem dizer. A empatia é o fundamento sobre o qual devemos construir todo o processo de comunicação entre pais e filhos.

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Nunca deve entender-se a comunicação a partir de uma perspectiva “eu ganho-você perde”, mas a partir de uma dinâmica “eu ganho-você ganha”. Encontrar a felicidade naquilo que são e não naquilo que eles têm. O objetivo da educação deve ser conseguir o pleno desenvolvimento das potencialidades das crianças desde o respeito à sua individualidade, mas também para contribuir na realização de uma cidadania mais justa possível.

Não é viver de costas para o progresso, mas isso não significa que renunciar à solidez de valores intemporais. Valores como o esforço não mudam com os tempos. Os educadores devem saber olhar para o passado, viver o presente e projetar o futuro. As novas tecnologias representam um inegável avanço que deve saber interpretar tecnicamente, mas que em nenhum caso deve “exigir” uma mudança no sistema de valores próprio, no desenvolvimento emocional. As crianças precisam de tempo para fazer, mas também tempos para parar e pensar naquilo que fazem. O acúmulo de atividades com o único fim de incrementar o currículo em uma sociedade que se autodefine” como competidor não pode sustentar-se não se apóia em tempos, para a reflexão e calma.

Facilita a leitura em crianças com dislexia. Um texto digital pode ter vantagens que não oferece o papel. Por exemplo, para aqueles que têm deficiências visuais aumentar o tamanho da letra é um grande alívio. Mas talvez o mais inovador e promissor, seja no campo das dificuldades de aprendizagem dos mais pequenos. “Várias pesquisas recentes mostram que um ligeiro aumento do espaçamento entre as letras (em relação ao espaçamento padrão) produz tempos de leitura mais rápidos em crianças com dislexia, bem como melhorias na compreensão dos textos.

embora o aumento do espaçamento entre as letras não “cura” a dislexia, sim permite melhorar o processo de leitura”, segundo uma investigação que levou a cabo Manuel Perea com outros colegas. A possibilidade de modificar o espaçamento entre as letras, disponível nos programas de processamento de texto, deve ser incorporado também os livros eletrônicos, na opinião dos autores.

Joana

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