↑ “É Redondo, Belo E Nosso”

↑ “É Redondo, Belo E Nosso”

] O ciberativismo envolve, além disso, um conjunto de técnicas e tecnologias de comunicação, baseadas, fundamentalmente, na Internet e na telefonia móvel. Os meios sociais (principalmente Twitter e Facebook), YouTube, e-mail e podcasts servem para diversas formas de ativismo, de forma que possibilitam comunicações mais rápidas, os movimentos de cidadãos e difundem informações local, a um grande público.

As tecnologias da internet são utilizados para captação de recursos, construção de comunidade, de fazer lobby e se organizar. É comum que se associe o ciberativismo à ação coletiva ou desobediência civil, seja no espaço virtual, ou seja, no plano do real. No espaço ex-soviético, um certo grau de ciberativismo tem tido um papel determinante nos processos conhecidos como ” Revoluções coloridas. O ciberativismo pode também assumir uma forma espontânea, em que a tecnologia e as relações em rede eliminam a divisão entre mobilizadores e mobilizados. Esta tendência surgiu quando a população começou a perceber as evidências da degradação ambiental.

Ar sem poluição das grandes indústrias. Água livre de químicos e resíduos tóxicos. Solos férteis e sem uso de pesticidas em culturas. Defesa da diversidade, da vida e da cultura. Equidade de gênero, de pessoas, de países. O ciberativismo, de acordo com Pelaez, (2012) é uma estratégia que visa uma mudança na agenda pública através dos meios eletrônicos.

Um dos temas que mais se aproxima incentivar estas mudanças é no domínio do meio ambiente, entendendo-se este como ciberativismo ambiental, onde variados movimentos zelam pela proteção deste. O ciberativismo orgânico tenta, através da comunicação pelas redes sociais, sensibilizar as pessoas a respeito de uma alimentação adequada, propondo o consumo de alimentos orgânicos, em detrimento do consumo de alimentos transgênicos. Os ciberactivistas orgânicos lidam com informações sobre iniciativas que apontam o consumo de alimentos orgânicos, a soberania alimentar e a vários assuntos que comprometem a alimentação de uma comunidade ou da humanidade inteira.

Um dos exemplos claros é a constante publicação de notícias, de actividades, de iniciativas que levam a cabo grupos de ativistas no meio público, como é o caso da revolução da colher ou cidade de frutal. Fazendo parte dos movimentos sociais contemporâneos, o movimento animalista vem se constituindo como uma postura que faz parte dessa tentativa de melhorar as relações e interações entre o ser humano e seu meio. Especificamente trata-se de uma busca por definir, estabelecer e reivindicar os direitos dos animais, utilizando, entre outros, as novas tecnologias e a Internet para fazer campanhas de denúncia e conscientização sobre o abuso e os maus tratos a animal.

  1. 3 Individualismo como um objeto de estudo
  2. 1965 – 1982[editar]
  3. Anuncia conteúdo de seu blog e alerta ao usuário que clique no link da biografia
  4. 793 primeiro ataque nas Ilhas Britânicas.
  5. 30 PONTOS, a RECORD PESSOAL EM PLAYOFF.-
  6. Estudos secundários – universitários
  7. Assim é Bellavista do Norte do Jardim, o restaurante de Messi e Igrejas em Barcelona
  8. Marta Tamayo. Diretora de Le Secret du Marais

Entre os movimento ciberactivistas, encontram-se, Os “mascotistas” ilustres como os proprietários de um animal que sirva de companhia, proprietários que ainda procuram uma defesa política por cães e gatos, esquecendo-se das outras espécies animais. Torres (…) propõe a sua própria definição de ciberprotesta combinando a de outros autores.

Afirma que são “atos-rotinas ou perfomances produzidas por meios digitais e divulgadas ou ativadas no ciberespaço”, que se dirigem aos atores políticos, as elites de referência e a sociedade em geral. Acrescenta que podem ter sido criadas de forma prévia ou improvisadas. Além disso, podem ser realizadas através de e-mail, sites, chats e blogs, mas também wikis e redes sociais. Autor faz a sua própria classificação das ciberprotestas, a partir de trabalhos anteriores de Constança Chock e Weimann. Assim, distingue as ciberprotestas convencionais, as disruptivas e violentas. Para Torres, as ciberprotestas convencionais têm como objetivo “a divulgação, orientação e mobilização”.

Assim, consistem em mobilizações, slogans, pedidos, correntes, avaliação de resultados… As disruptivas são aquelas que buscam enfrentar os atores políticos ou elites. Para isso, servem de boicotes; a saturação de e-mails ou contas em redes sociais; e a teatralización através de provocações ou sátiras, por exemplo. Por último, Torres menciona as ciberprotestas violentas.

Consistem em “atacar e atemorizar os atores políticos e as elites”. Para isso, hackers destroem, roubam e sequestram dados pessoais ou institucionais; atacam com vírus informáticos; altera sites; ou criminosos “ameaças, injúrias” e até mesmo “difundem atentados”. Yehya define os smartbots como “massas inteligentes destinadas eletronicamente”. O termo surge como uma paródia das “bombas inteligentes” do Pentágono. As smartbot são uma heterarquía, ou seja, uma rede de liderança, que opera graças ao poder de difusão e os inúmeros recursos que a Internet oferece. Assim, uma smartbot usa o e-mail, páginas da web, chat, fóruns… de forma que “as mensagens podem driblar a censura até nos Estados mais rigorosos e repressivos”.

Joana

Os comentários estão fechados.
error: