↑ Castells, Manuel. Comunicação E Poder

↑ Castells, Manuel. Comunicação E Poder

Antigamente as redes eram uma extensão do poder centrado no alto de algumas organizações que formou a história da humanidade. No entanto, a cultura de liberdade foi decisiva para produzir as tecnologias de rede, que serviram de infra-estrutura essencial para que as empresas fizessem a sua reestruturação em termos de globalização, descentralização e redes.

Nós vivemos em uma sociedade em rede, isto é, uma sociedade construída em torno de redes pessoais e corporativas operados por redes digitais, que se comunicam através da Internet. Esta estrutura social é própria deste momento histórico, é o resultado da interação entre o paradigma tecnológico baseado na revolução digital e determinados mudanças sócio-culturais.

Castells denomina esta primeira dimensão a cerca das mudanças “sociedade egocêntrica”, ou, em termos sociológicos, o processo de individualização. Trata-Se de uma reinterpretação das relações, incluindo os sólidos laços culturais e pessoais que poderiam ser considerados uma forma de vida comunitária sobre a base de interesses, valores e projetos individuais.

]. A globalização tem vindo a ser tão influente, que se reflete nessas grandes redes já que buscam ser universais e visíveis. O seu valor reside em milhões de usuários interagindo, o número de visitas diárias e o grande impacto que podem vir a ter. Os meios de comunicação tradicionais têm sido perdido, pouco a pouco, o monopólio da informação. A sociedade civil, ao possuir uma informação valiosa para seu benefício lhe permite participar em processos governamentais e não-governamentais, onde o movimento social amplia suas fronteiras, desde as zonas rurais e as urbanas.

] já mencionados anteriormente. Relações de produção, ligadas à interação do homem com a natureza e como aquele que transforma esta para a criação de bens e serviços que satisfaçam suas necessidades. Relações de experiência, núcleo fundamental das relações humanas e que foram estruturado historicamente em torno do sexo e da família.

Relações de poder, entendido este como a capacidade de exercer a violência para garantir o cumprimento das regras sociais dominantes. Na Sociedade em Rede a realidade é construída por redes de informação que processam, armazenam e transmitem informações sem restrições de distância, tempo ou volume. Esta nova forma de entender o funcionamento da sociedade baseia-se no fenômeno da globalização, o qual se desenvolveu graças a Internet .. A forma como se estabelecem, mantêm-se, alteram ou destroem essas relações muda perante o novo paradigma social em que se entra em meados do século XX.

A nova economia é informacional, de forma que a geração e transformação da informação são determinantes na produtividade do sistema. A nova economia é global, isto é, opera a nível planetário. Essas características da nova economia mudam radicalmente a forma em que se dão as relações de produção, experiência e poder, redefinindo o mercado de trabalho e o emprego, a cultura, a política, o Estado, o consumo, etc

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O informacionalismo é um paradigma tecnológico. Diz respeito à tecnologia, e não a organização social e as instituições. O informacionalismo fornece a base para um determinado tipo de estrutura social denominado ‘sociedade em rede’. Sobre os fundamentos do informacionalismo, a sociedade em rede surge e se expande por todo o planeta como a forma dominante de organização social de nossa época. A sociedade em rede é uma estrutura social feita de redes de informação impulsionada pelas tecnologias de informação características do paradigma informacionalista.

Por estrutura social entendo as disposições organizativas dos seres humanos nas relações de produção, consumo, experiência e poder, tal como se expressam na interação significativa moldada pela cultura. Uma rede é um conjunto de nós interconectados. Um nó é o ponto no qual a curva se corta a si mesma. Os nós aumentam a sua importância para a rede absorvendo mais informações e procesándola de forma mais eficiente.

Joana

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