Um Natal Com Estilo Natural

Um Natal Com Estilo Natural

�Se imaginar sentado em frente à lareira enquanto a neve cai? Essa idílica típica do natal não se pode garantir, mas o que nós podemos é transferir toda essa magia do exterior para o interior da casa. Para isso, vamos converter o ‘look natural’ em protagonista de nossa Natal. As cores claras e neutras (branco neve na cabeça), tornam-se nossos melhores aliados: cinza, pedras, beges, terras… Indispensáveis, nos servirão para dar pinceladas naturais em espaços e para encher-se do espírito de natal em cada canto. São os principais “culpados” de que a nossa casa estas festas lembre-se de uma paisagem de neve na montanha e nos transporta directamente para o território de Papai Noel.

A madeira é o material mais empregado neste estilo, já que sua imagem de inverno conta com um valor acrescentado: o seu calor. O toque final ao ‘outfit’ perfeito. Sem eles, o conjunto estaria incompleto. Falamos de ramos brancas, abacaxi, nozes ou plantas, mas também de suplementos com os animais da floresta ou enfeites com efeito nevado.

  • Falta de irrigação
  • 3 – Na praia
  • Algumas das actuações do Festival Internacional de Teatro e Artes de Rua de Campinas
  • Esposito (2002), p. 111

Além de proporcionar uma grande dose de calor, conseguem imprimir seu selo pessoal. E se não for perguntando Colin Firth: Quem não lembra com sua camisola de reno em ‘O Diário de Bridget Jones’? Impossível resistir a seus encantos, nem tendo em frente o próprio Hugh Grant. Sem esquecer da iluminação, uma luz que nos prende a cálida luz de velas, sem medo de quemarnos. E, é claro, das plantas (e dizemos plantas e flores não), capazes de trazer para dentro de casa e a frescura do campo.

E pouco chamativo. Que crie uma atmosfera idílica, mas que não nos dê dor de cabeça ao contemplar os seus brilhos e brilhos. Aposta modelos em madeira: há poucos materiais que nos conduzam ao olhar uma sensação de aconchego e conforto, como o que nos produz o faia ou pinho. Ou se preferir, coloque um pinheiro natural, já que encerra em si a beleza e a magia das paisagens cobertas de neve. Veste seus ramos com decorações naturais, mas não desista por cor (estamos em uma época de férias): de azul, o que nos leva a uma floresta sorvete; até o vermelho, que evoca o Papai Noel. Mas procura, sempre, buscar o equilíbrio e a harmonia. Os ramos da árvore não devem cair o peso de suas bolas e objetos, mas que devem olhar sua luta pequenas intrincada o vento.

Mas ampliou o pátio, derrubou o primeiro minarete e erigiu um novo que seria modelo para os minaretes almóadas e os campanários mudéjares. Este “alminar” é mantido desmochado e encaixado no campanário cristão, embora se conhece o seu alçado graças aos desenhos conservados. O único testemunho gráfico que chegou até nós é um relevo que se encontra em uma das mo adorno da Porta de Santa Catarina. Coincidindo com o esplendor do califado, durante o século X se levarão a cabo as mais extensas intervenções na mesquita. Mas será a de al-hakam II, a imagem mais bela e rica. O segundo dia de seu reinado encarrega o seu camareiro Contrair (ou Jafar) das obras.

É derrubar o muro da qibla de Abderramão II, do qual também vestígios visíveis na atualidade, e amplia-se o oratório em doze ogivas no sentido sul seguido até então. Para melhorar a iluminação são construídos quatro clarabóias com belas cúpulas nervadas. O primeiro deles, antes da macsura, ocupa atualmente a Capela de Villaviciosa.

Joana

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