São Sapatos Feitos À Mão

São Sapatos Feitos À Mão

Recentemente inaugurado, este local esconde em seu interior quinze lojas fantásticas, onde encontramos marcas, quase todas portuguesas, de moda, beleza, decoração e arte. O palacete Ribeiro da Cunha volta a abrir suas portas para os lisboetas e faz-se convertido em uma Embaixada. É o nome que lhe quiseram dar seus proprietários, Eastbanc Portugal, a ideia de poder dar uma oportunidade para aquelas lojas que, por si sós, não poderiam pôr em marcha um projeto.

É um lugar ideal para ir às compras, sempre que buscar algo diferente e, em muitos casos, Made in Portugal. Uma boa escolha são os sapatos Shoes Closet, projeto lançado há dois anos por dois irmãos, Miguel e Helena. São sapatos feitos à mão, sem nenhum uso de máquinas, matéria-prima europeia. Os preços não baixam os 200 euros, destinado a um segmento alto, que procura algo único e de qualidade. Países como EUA ou Japão, se renderam perante estes sapatos que querem ser uma referência do calçado português. Este edifício do século XIX, de estilo neo-árabe, quer ser um espaço atrativo da capital. As marcas e lojas que lá encontramos nascem novas ideias, muitas vezes de mão-de-jovens empreendedores.

É a imagem mais antiga que se conhece desta cidade. Na pintura, os gêneros do retrato e a paisagem foram uma constante. Predominou a produção de retratos pictóricos oficiais elaborados por artistas estrangeiros: Tomás Povedano, Santiago Páramo, Henry Etheridge, Emil Span e Aquiles Bigot. Menina (sem data), por Tomás Povedano.

  • Pulseira de madeira
  • Interiores de estilo barroco
  • Universidade Central da Bolívia
  • 5 Dicas para poupar dinheiro nas férias
  • Interiores românicos
  • Palhaço melancólico
  • 7 Decoração externa

Retrato do presidente José Maria Castro Madriz, por Tomás Povedano. Retrato do presidente José Joaquín Rodríguez Zeledón, por Emil Span. Retrato do General Maximo Branco, Aquiles Bigot. Os heróis da miséria, por Juan Ramón Bonilla. A música, por Adriático Foli. Casa Jiménez Sancho, representativa da arquitectura vitoriana.

A Nova Sensibilidade era composta por artistas plásticos como Teodorico Quirós (1897-1975), Fausto Pacheco (1899-1966), Luisa González de Sáenz (1899-1982), Carlos Salazar Herrera (1906-1980), Francisco Amighetti (1907-1988), Manuel da Cruz González (1909-1986) e Francisco Lopes (1912-1988), entre outros. Na pintura, desenvolveram um estilo francês crioulo, refletindo a paisagem rural de Costa Rica, com o domínio de um tema central: a casa de adobes.

Os arquitetos da Nova Sensibilidade, surgidos quase todos da oficina de imagens de Manuel Maria Lopes, usaram o legado pré-colombiana e imaginário colonial como fonte de suas pesquisas estéticas e intelectuais. Preferiram os materiais autóctones, tamanho direta em madeira e em pedra vulcânica, em vez de modelagem em barro, o mármore e o bronze, privilegiados da escola clássica. São retomados alguns temas em conjunção com o passado pré-hispânico, como o conceito esferóide representado nas esferas de pedra pré-colombianas, bem como a animalística. A mulher, a maternidade, o camponês, o social, também foram temas de importância. Este grupo de artistas também incursionará na gravura em madeira quase de forma autodidata.

Joana

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