Rolls-Royce Colabora Com Lendas Da Música Para Criar Uma Série

Rolls-Royce Colabora Com Lendas Da Música Para Criar Uma Série

Rolls-Royce anunciou uma série de nove extraordinários Wraith ‘Inspired by Music’, criados em colaboração com algumas das mais importantes lendas da música rock britânica, para celebrar o seu legado. Estes carros manifestam o apelo que tem a marca entre os grandes artistas e parte do lucro de cada automóvel vendido será doado para a organização escolhida por cada um dos colaboradores. Rolls-Royce sempre se caracterizou por oferecer a autenticidade e a perfeição dos bens que a seus clientes responsáveis. Para isso, os designers queriam que os próprios artistas colaboraran e opinaran sobre qual seria a melhor maneira de honrar o seu legado.

Giles Taylor, Design, Diretor da marca, tem estado a trabalhar com os músicos durante esse tempo. O líder do The Who criou dois carros. O primeiro é inspirado em seu próprio legado pessoal e é baseado na história do grupo. O veículo inclui detalhes como a gravação das letras de ‘Join Together’ e ‘I Can See for Miles’, do álbum de 1967 “The Who Sell Out”.

Além disso, os apoios de cabeça são bordados com a assinatura de Daltrey e a parte de trás do encosto de cabeça do assento do motorista oferece uma referência ao hábito da banda de destruir seus instrumentos no final de cada concerto. O segundo projeto de Daltrey é uma homenagem à capa do álbum “Tommy”, por tudo o que foi trabalhado também com Mike McInnerney, o que foi o responsável pela arte do álbum.

O carro tem elementos que lembram a capa como o acabamento Lyrical Copper terminado com uma linha azul, que significa o vôo de um pássaro, uma referência à capa do famoso álbum. Giles Martin criou um homenjae a seu pai, Sir George Martin, que foi chamada de “o quinto Beatle”, de Paul McCartney. Este modelo inclui o bordado dos títulos dos 30 número um de Martin no couro da cabine traseira, além da assinatura do produtor costurada nos encostos de cabeça.

a Sua influência foi muito limitada e mal entendida, as formas platerescas impostas no panorama geral. Conforme passavam as décadas, a influência gótica decai e a busca de um classicismo ortodoxo atingiu níveis muito elevados. Com um estilo mais próximo ao maneirismo, o século se fecha com arquitetos como André de Vandelvira (Catedral de santa maria). O Commons possui uma categoria multimídias sobre Arquitetura renascentista de Portugal.

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  • O Sahih Al Bukhari de Muhammad Al-Bukhari
  • 4 – Idéias para decorar reciclando: Camas e poltronas reciclados
  • Decoração de casas elegantes
  • Janelas com texturas
  • 3 Tempos modernos (1918-presente)
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Quando as influências barrocas italianas chegaram a Portugal, gradualmente substituíram no gosto popular ao sóbrio gosto classicista, que havia estado na moda desde o século XVI. O barroco local mantém raízes em Herrera e na construção tradicional em alvenaria, desenvolvida em Madrid ao longo do século XVII (Praça Maior e câmara Municipal de Lisboa). Em contraste, o barroco da Europa setentrional e a arte português da época, procura agradar aos sentidos mais do que o intelecto.

A família Churriguera, que se especializou em altares e retábulos, se rebelaram contra a sobriedade do classicismo herreriano e promoviam um estilo intrincado, exagerado e quase caprichosa de decoração de superfície, conhecido como particular. Em meio século, tornaram Salamanca, em uma cidade churrigueresque exemplar. A evolução do estilo passou por três fases. Entre 1680 e 1720, os Churriguera popularizaram a mistura de coluna salomónica de Guarini e a ordem composto, conhecido como a “ordem suprema”. Entre 1720 e 1760, a coluna churrigueresque ou ponta em forma de cone ou obelisco invertido, estabeleceu-se como elemento principal da decoração ornamental.

Joana

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