Retorna A Cor Para A Decoração

Retorna A Cor Para A Decoração

Os três salões marcam o primeiro avanço das tendências para o Natal, uma época em que o presente é o mais esperado e onde a decoração também se renova. A diretora de estes três salões, Maria José Sanches, explica que há uma tendência para o “natural”, com mais “alegria”, e “atrevimento” na hora de decorar.

Uma senha que, em suma, denota mais investimento e mais movimento no setor que se transfere para as vendas. Sánchez, destaca-se a presença do papel de parede como uma das novidades para as mudanças que se aproximam em design de interiores e a importância das lâmpadas como elemento decorativo, por seu volume e a originalidade nos projetos. O diretor de Vical Concept, José Boluda, vem confirmar essa mensagem ao apresentar várias “casas”, diferentes opções em um mesmo espaço, todas elas unidas pela qualidade e por notas de “cor”, intenso, maior do que em outras ocasiões.

Pinturas muito naturais na parede com mulheres de cabelo fúcsia, almofadas, tapetes, cadeiras com encosto estofado em flores ou têxteis sobrepostos sobre as camas do dormitório, conseguem esse efeito. Por outro lado, a assinatura Guadarte se atreve com uma decoração sofisticada, que incorpora estampas animais tigrados. Precisamente, se há algo que não falta na feira é a fauna.

Os flamingos estão presentes em almofadas e molduras e até em detalhes de copos e canecas de mesa. Os elefantes são apresentados em fotografias, pinturas e pequenas esculturas, e até as zebras têm seu espaço em tamanho natural no E-Carvalho. Se fixarmos o olhar para os pavilhões que abrigam jóias e bijuterias, descobrimos que o “ouro”, está de volta à atualidade, diz a diretora de feiras e destaca que deixou de ser tendência a jóia “muito grande”. A designer e diretora da assinatura Belém Sob propõe jóias alternativas para os modelos com brilho, safiras ou esmeraldas.

Peças em ouro e prata com cuidado, polido e um acabamento que “chega a todo o mundo, não apenas a uma faixa de idade” é o seu objetivo. Baixo, que acrescenta que a jóia tem no presente tecnológico e maior concorrência e, por isso, lembre-se que “uma jóia dura toda a vida”.

Nesse mesmo ano, Alpargatas, reproduziu o quadro Sol e névoa e editou um disco simples, dupla face, com temas de Aníbal Troilo e um poema de Cátulo Castelo dedicado ao pintor. Terça-feira, 28 de janeiro de 1977, faleceu na sala 107 do Instituto do Diagnóstico, por causa de uma complicação cardíaca.

Seus restos mortais foram velados em sua casa e estudo de toda a vida e enterraram-no num caixão feito por ele anos antes porque dizia “que quem viveu rodeado de cor não pode ser enterrado em uma caixa lisa”. Sobre a madeira que constituía o caixão estava pintada uma cena do puerto de La Boca. Quinquela, escreveu uma carta a meu pai, em 1958, solicitando que lhe fizesse um caixão que ele pintaria e assim se fez. Como os punhos se descascaraban porque não tomavam a pintura, as trocaram por uma espécie de corrimão de madeira.

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A raiz de várias inundações, as quais entrou a água, o caixão ficou flutuando muitas vezes, devendo ser restaurado pelo pintor. No interior do caixão, pintou a bandeira da argentina, porque queria descansar diretamente sobre a madeira, e sobre o nosso símbolo pátrio. O pediu para ser sepultado, mas a mulher preferiu colocá-lo em um nicho, em Chacarita.

Depois de alguns anos, fez-se-lhe um mausoléu, ao lado do Sandrini e quando transferiram lá, o caixão estava destruído por uma filtragem que estavam no nicho. Eu levei um punho de lembrança, e o Administrador do Cemitério me pediu permissão para levar a parte da tampa, onde Quinquela havia pintado um barco. Então, ele o colocou em outro caixão e colocou em seu mausoléu. Na cerimônia, houve familiares, amigos e vários sacerdotes. Em certa oportunidade, foi feita uma réplica desse caixão para apresentar em uma amostra, coisa que Cichero ratificou, dizendo que ele havia exposto no “Palais de Glace”.

Joana

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