Por Que Os Casais Discutem Na Ikea?

Por Que Os Casais Discutem Na Ikea?

�Por que os casais discutem na Ikea? Se não estamos todos de acordo em como queremos que seja o nosso espaço, você Participa: E tu, tens discutido na Ikea? Dizem que dois não brigam quando um não vai Ikea. A adaptação contemporânea do dito, se bem que algo exagerada, não deixa de constatar uma realidade: é praticamente impossível ir em casal, a loja de móveis sem acabar discutindo. Porventura, é o seu percurso de um labirinto do desamor? Não exatamente. O fenômeno, comum a outras situações como escolher os materiais para reformar a casa, ocorre quando se tomam as decisões a dois que afetam a vida em comum.

E se há um lugar por excelência associado a mudanças e a história de vida compartilhada, isso é a loja sueca. Essas discussões vão além do estresse que gera um ambiente labiríntico e repleto de estímulos, em que um sabe quando entra, mas não quando vai sair.

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Por um lado, afloram os papéis de gênero. Porque, se não estamos todos de acordo em como queremos que seja o nosso espaço comum, como Maria N., de 30 anos, que lembra com horror a primeira vez que visitou Ikea com seu parceiro, Álvaro, de 31. Acabavam de sair a viver juntos.

Cari, vamos IKEA que essa discussão não vai começar única. Rosário Linares, diretora do Prado Psicólogos. Manjoale@martafraguio são mais previsíveis do que uma discussão de casal IKEA. De acordo com dados fornecidos pela Ikea para O MUNDO, mais de 80% das pessoas recorre a suas lojas acompanhada, 65% por seu parceiro, especialmente na sexta-feira e aos fins-de-semana. Os homens, por sua parte, “têm uma tendência a ter uma visão mais centrada. Venha principalmente objetos que estão perto (de dois a três metros de distância) e tendem a aproximar-se elementos muito específicos, com clara intenção de compra”. André e Maria, de 38 e 34 anos, cumprem à risca com o estereótipo.

Conta Ikea que as visitas do casal para a loja costumam começar com muita energia. Mas parece que nunca é suficiente, ao menos para André e Álvaro. Depois daquela discussão, enquanto esquivaban carrinhos, Maria e Álvaro decidiram colocar algumas regras: só voltariam quando necessário, e as visitas nunca poderiam exceder os 45 minutos.

De momento, cumpriram-se. Não são os únicos que tiveram que colocar regras. Também o fizeram Maria L. e Jorge C., um casal de madri, de 38 e 39 anos. As discussões, diz ele, eram “muito difíceis”. Um dia encontraram a solução: a partir de agora vai Maria solo e pagariam para que o porte e montagem de fazer um terceiro.

no entanto, essa complacência não é sempre tão bem acolhida. Para Maria, que Andrés delegada nela as decisões denota falta de interesse. Ele, no entanto, aduz que simplesmente têm diferentes visões do que é necessário e o que não. Como uma forma de evitar o conflito? Na verdade, não. “Ela acredita que eu passo, que tudo o que tem que fazer com ela; que se não fosse por isso, basicamente, viveríamos em um chiqueiro”. Conforme explica o psicólogo José Bustamante Bellmunt, autor do livro “Em que pensam os homens’ (Paidos) e vice-presidente da Associação de Especialistas em Sexologia, as tarefas do lar são um dos motivos mais freqüentes de discussão do casal.

não entre em pânico. Uma discussão na Ikea não necessariamente implica diferentes níveis de compromisso. Sim o contrário: “um nível tir pode entrar de manifesto em uma tomada de decisão sobre algo tão relacionado com o casal e o compromisso como é a ‘casa'”, explica Bustamante. Mercedes Fernández tem 33 anos e há quatro vivendo com o seu parceiro, de 32. Diz que não houve visita sem discussão.

Outro episódio que a Mercedes não foi esquecido, foi o dia em que protagonizaram a típica cena no parque de estacionamento. Essa que ocorre no momento em que um se dá conta de que a compra não cabe no carro. A própria empresa é consciente de sua ‘capacidade’ para desencadear brigas. ]. Até Tina Fey rompe com seu namorado na loja da Ikea em um capítulo da série ‘Rockefeller Center’. Ricardo e Carolina planejaram uma viagem de Valência quando Ikea só estava em Madrid.

Discutiram tanto que as quatro horas de viagem de volta as fizeram sem falar, separados por uma estante Billy apoiada como um muro no freio de mão. Ao menos o fizeram no mesmo carro. Conta que com seu anterior parceiro, mesmo retornando em diferentes meios de transporte. Ainhoa, que está esperando seu primeiro filho e decidiu comprar a mobília do bebê de segunda mão.

Joana

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