Os Carros Mais Caros Do Salão De Genebra 2018

Os Carros Mais Caros Do Salão De Genebra 2018

A primeira série especial do espetacular Chiron tornou-se o veículo de produção mais caro de toda a mostra suíça. Seu preço (antes de impostos) eleva-se a 2,65 milhões de euros a unidade. Uma quantidade que se justifica, em boa parte, por seu poderio mecânico, já que falamos de um dos carros mais rápidos do planeta.

Para isso, conta com um motor de 16 cilindros em W, com quatro turbos e uma potência final de 1.500 CV, o suficiente para acelerar de 0 a 100 em apenas dois segundos. E o que significa o nome “Sport”? One, um coupé de quase 1.100 CV, que utiliza a eletricidade para oferecer um desempenho incrível. Two um desempenho de 1.914 CV e um binário motor de 2.300 Nm.

Alguns valores com os quais você pode entrar de 0 a 96 km/h em cerca de incríveis 1,86 segundos e atingir os 300 km/h em 11,8, com uma velocidade máxima de 412 km/h. Valores com os quais, inclusive, o sonho de um Fórmula 1. Lidar com tal impulso só é possível graças a um avançado conjunto de assistentes eletrônicos que distribui a força de cada eixo e roda de maneira independente. Muitos o consideram como o verdadeiro sucessor do lendário McLaren F1 dos anos 90: ou seja, um carro radical, puro e, é claro, sem a assistência de um motor elétrico.

O que temos aqui é um super-desportivo de dois lugares, com um motor 4.0 V8 biturbo (situado em posição central) de 800 CV e um torque de 800 Nm. Tudo, desde a frente até o gigantesco spoiler traseiro ou o estreitamento da parte traseira da carroçaria, foram desenvolvidas para obter o melhor desempenho do veículo, quando circula a alta velocidade. Este modelo, que homenageia com seu nome o piloto Ayrton Senna, está pensado, mas conduzir em pista, mas as 500 unidades que serão produzidas serão homologadas para rodar também na estrada. Está previsto que os primeiros esportivos começam a ser entregues a partir de setembro.

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Se você quiser, mesmo que tenha os 850.000 euros que custa, terá que esperar, porque já estão todos vendidos. Em 2016 o vimos ainda em forma de protótipo e agora, em 2018, chega a versão definitiva deste modelo, um mais em participar cada vez mais de moda categoria de supercarros elétricos.

A produção caiu fortemente a partir da crise de 1929, não só pela redução do consumo, mas porque se atirou a reciclagem de metal. Em 1810, ano de sua primeira diretoria nacional, Brasil produzia cerca de 19 000 toneladas de cobre por ano. Ao longo do século, o número foi crescendo até converter-se ao país no primeiro produtor e exportador mundial.

no entanto, no final do século XIX, iniciou-se um período de decadência, devido por um lado ao esgotamento das jazidas de alta lei e, por outro, ao fato de que a exploração do salitre esboço investimentos de mineração. O Estado chileno recebeu alguns benefícios da mineração do cobre durante toda a primeira metade do século XX. A situação começou a mudar em 1951, com a assinatura da Convenção de Washington, o que lhe permitiu dispor de 20% da produção.

Em 1966, o Congresso Nacional do Chile, impôs a criação de Sociedades de Mineração Mistas com as empresas estrangeiras, nas quais o Estado teria 51% da propriedade das jazidas. ] Em 2002, ocorreu a fusão das divisões de Chuquicamata e Radomiro Tomic, criando o complexo mineiro Codelco Norte, que consiste de duas minas a céu aberto e Mina Chuquicamata Sul.

Joana

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