Ortega Cano Vende Yerbabuena E Aluga Um Luxuoso apartamento No Sevilha

Ortega Cano Vende Yerbabuena E Aluga Um Luxuoso apartamento No Sevilha

José Ortega Cano inicia uma nova vida junto a sua namorada Ana Maria e o filho que ambos partilham, José Maria. O destro foi vendido neste último mês de agosto a sua propriedade Montado Yerbabuena, que compartilhou com a sua ex-mulher, a falecida Rocío Jurado. A nova moradia do casal será uma luxuosa penthouse do que o exdiestro foi alugado em Sevilha de duzentos metros quadrados, distribuídos em cinco quartos e duas casas de banho, cozinha e até quatro decks. A nova moradia de Ortega Cano está situado perto da estação ferroviária de Santa Justa e foi a sua noiva, de quem se encarregou dos detalhes de decoração do novo lar.

Uma das salas em que mais ahinco colocaram em detalhes é a do pequeno José Maria. O sótão, situado no terceiro andar pertence em propriedade a uma amiga do cantor que foi alugado por cerca de 2.000 euros por mês. A fina Montado Yerbabuena, onde Ortega Cano viveu desde 1992, com a tonadillera Rocío Jurado, foi comprado por cerca de 300 milhões de pesetas, mas desconhece-se a tudo quanto tem promovido o montante de sua venda.

As estruturas de amido do endosperma são as encarregadas de “armazenar” os sabores. Além do arroz fino, para que pegue sabor, teria um que pesquisar arroz com denominação de origem arroz de Valência. Da bomba é o preferido por ser o que melhor mantém as duas propriedades referidas, absorve água sem ficar pastoso após o seu cozimento e não quebra com facilidade. Em Valência, o arroz é derramado sobre a paella quando o caldo estiver a ferver. Costuma-Se cozer o arroz, inicialmente, com um ponto de sal (levemente salgado), o arroz é um cereal com pouco sódio e tende a absorver o caldo por osmose.

] A quantidade aproximada de arroz é de cerca de oitenta ou cem gramas por convidado. Para um arroz tipo bomba que absorve mais o caldo (além de sabor), há que deixá-lo 5 min mais para fora da fonte de calor. A parte ligeiramente queimada da paella é chamado de socarrat (grãos torrados pela reação de Maillard) e costuma ser uma parte muito apreciada por pessoas.

São utilizadas diversas verduras e hortaliças na elaboração da paella. O tomate é frequente, para preparar o refogado (fundamental em grande quantidade de receitas culinárias valencianas). ] Em algumas paellas, é comum decorar o aspecto final com pimentão (capsicum morrón) disposto em tiras radiais. Os elementos de carne são comuns a receita original da paella.

É natural que se empreguem as carnes típicas na caça da Albufera. Não obstante costumam aparecer: a carne de frango, coelho e, em raras ocasiões, o pato selvagem. É frequente também o caracol serrano, denominado xoneta (ou também vaqueta), que possui uma casca de cor branca com listras pretas. ] Servir como curiosidade o emprego, antigamente, de ratos de Albufera, que consiste em um roedor que se alimentava de gramíneas valencianas.

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Para adicionar sabor ao prato, é aditado o açafrão, o qual fornece, além do sabor, uma tonalidade ligeiramente avermelhada. ] O uso de pimentão doce é opcional; o seu emprego proporciona um sabor defumado agradável. Em Múrcia, Alicante, além do açafrão, é indispensável acrescentar ñora sofrita na própria paella e posteriormente triturada em almofariz.

Não se deve confundir a ñora com o pimentão. Atualmente, é comum que se coloque uma certa quantidade de corante artificial (em vez de usar açafrão) para que a cor amarela da paella final atrair alguns mais os consumidores potenciais. O cozimento de arroz necessita de uma adequada fonte de calor. É preciso retirar o arroz em um ponto em que o grão não tenha arrebentado (passado). Para cozinhar a paella ‘lenha’, existem diversos dispositivos, o mais antigo e comum, sobre o que a paella descansa nivelada por cima da lenha, consiste em um dispositivo triangular de ferro com três pés, chamado trébede (em castelhano).

Joana

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