Obras De Museu Para Decorar A Casa

Obras De Museu Para Decorar A Casa

Lanticuaria de Madrid Christine Reiff reconhece que chegou a sexta-feira, 24 para o seu stand de Feriarte com medo ante a possibilidade de que o comitê de especialistas lhe tivesse retirado uma peça no dia anterior. A feira de arte e antiguidades, completa 30 anos. Desde o dia 25 de novembro a 3 de dezembro, 189 antiquários e galeristas trazem ao pavilhão 9 Ifema. Feira de Madrid, cerca de 18.000 obras resgatadas do passado. A organização exige pelo menos cem anos de idade, exceto os estilos Art Nouveau, Art Deco e a pintura e escultura de artistas contemporâneos consagrados. Algumas das obras expostas são consideradas peças de museu.

Os mais veteranos viram edição após edição, o desenvolvimento do mercado de arte e antiguidades em Portugal. Não só na pintura e mobiliário. Günter Puhze da Alemanha tem vários clientes espanhóis, entre eles o Museu Arqueológico. Presente em feiras internacionais como Basileia ou Bruxelas, este ano se estreia em Madrid, em vista do crescente interesse pelos objetos de arqueologia. Os clientes também começam a apreciar a arte do ferro e a forja. Na Europa são itens muito valorizados, mas em Espanha, onde temos os melhores ferros do mundo, o interesse começa a despertar’, explica Ximo Fortea.

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Este antiquário de Castellón, chega ao seu primeiro Feriarte apresentado por outro especialista em ferros, Luís de Elvira, um dos três espanhóis presente em Maastricht, a primeira feira de antiguidades do mundo. Ximo Fortea se apresenta na feira com uma seleção de bigornas, argamassas, fechaduras, borboletas e outros objetos com uma antiguidade, em alguns casos, de cinco séculos. Uma das jóias é uma bigorna do século XVII, proveniente de Teruel, com um escudo gravado no centro, fixado o preço em 3.000 euros. Entre as peças mais valiosas, um canto de fogo castelhano, realizado em 1500, com um preço de 7.000 euros, e um llar de cozinha, com um valor de 6.000 euros.

O passado se mistura com o presente em Feriarte. Antonio Estevão Maturén, antiquário de Saragoça, foi visto, em seus 17 anos de presença no Feriarte como os profissionais se adaptaram às tendências do mercado. Antes se vendiam muito bem os objetos de época alta, agora o cliente procura peças de decoração. Mas tudo volta’, afirma o curador de terceira geração. Há que misturar’, concorda Christine Reiff.

Mas não vale tudo, há que apostar na qualidade. Uma das propostas que serão apreciadas em seu estande é um bureau francês de estilo rústico, com uma mesa de vidro de linhas minimalistas e uma escultura do artista espanhol José Bom. Hoje, mobiliário como este bureau francês são muito apreciados -o seu preço é de 12.000 euros-, mas há anos não queria ninguém em França, porque se consideravam demasiado vulgares, observa Reiff. Os móveis estão entre as peças mais procuradas e apreciadas pelos visitantes, mas a feira oferece uma selecção cuidada de pintura dos séculos XIX e XX.

Este ano, como novidade, o certame decidiu agrupar em uma área própria de todos os expositores com este tipo de oferta, como já vêm fazendo sucesso em outras feiras europeias. A Galeria João Cinza mostra Feriarte um amplo repertório de obras de autores contemporâneos espanhóis, os mais procurados por colecionadores, lembra David Fernández-Braso. A Cada ano, a feira melhoria, em termos de mercado e de público’, diz o ator, que apostou, há dez anos, o concurso de madrid. Como resposta a uma demanda de maior qualidade, a galeria vai com obras excepcionais.

Joana

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