O Que Sim E Que Não, Este Ano, Na Casa Decor

O Que Sim E Que Não, Este Ano, Na Casa Decor

Mas nem por isso vou deixar de apontar o que eu gostei e destacar os elementos com que fico e que me parece que darão o que falar. Não posso menos que perguntar-me O pouco gosto e o quanto cansa e acima de tudo, preocupa. Os primeiros muros de mosaico chamam a atenção, são alegres e versáteis. Os seguintes e à medida que vai avançando e os encontra em paredes, mesas, pisos, tetos e têxteis, já representam muito e não termina de entender.

Isso foi em famílias abastadas, porque no resto de casas, em que se concentrava a maioria da população, não se estabelecem diferenças entre espaços. Era no salão onde, nas classes ricas, se organizavam banquetes e se recebem as visitas. Mais tarde, começaram a destinar outros aposentos da casa para este fim.

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Ainda não eram muito acolhedores, ao menos para os gostos atuais. Eram salas vazias, em que as cadeiras estavam apoiadas na parede e mesa dobrado. Pareciam salas de espera. A sala se transformou em um espaço comum mais confortável, onde, em meados do século XVIII e nas casas nobres, os banquetes, deram lugar a salas dedicado a shows, a jogos e a leitura. Tornou-Se o coração do lar e os ocupantes começaram a preocupar-se por dotá-lo de toda sorte de confortos: sofás, canapés acolchoados e revestidos.

Mesmo que nasceram revistas de decoração, destinadas a um público feminino, em que se aconselha sobre como decorar o salão e torná-lo mais acolhedor. Tudo isso fruto da massificação da produção industrial, que barateiam o mobiliário. Do ponto tecnológico, a televisão ocupou o lugar no centro da casa, que durante muito tempo ocupou a lareira.

Os móveis começam a pensar e a produzir para adicionar ao redor dela. História da vida privada e do agregado familiar é, pois, a história de sair se sentindo confortável e confortável, uma conquista que a humanidade foi começando a medida que se assegurava a sobrevivência. Até o século XVIII, o conceito de sentir-se bem em casa, não existia, nem sequer havia uma palavra para isso.

Confortável, naquele momento, significava simplesmente a capacidade de ser consolado. Durante séculos, a compra não ocupou muito tempo. Duas ou três vezes por ano, os empregados recebiam grande quantidade de provisões e as armazenam. Bryson documenta como o chá, por exemplo, na Inglaterra vitoriana, comprava-se por caixas ou barris de farinha. Os criados tornaram-se grandes especialistas na conservação de alimentos.

As carnes e os peixes são ahumaban, e com frutas e legumes se realizavam conservas. Tal era a falta de higiene dos europeus que, quando começaram a chegar em massa para a América, os índios não deixam de surpreender-se pelo cheiro que caia. A higiene (como a cultura) ficou presa nos mosteiros. Acreditava-Se que expor o corpo ao sol e ao ar suficiente ou que, com a levar uma camisa de linho sujeira evidências de dimorfismo sexual da pele.

Joana

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