O Monólogo Dramático

O Monólogo Dramático

Monólogo é um discurso que gera uma única pessoa, dirigido tanto para um único receptor, como para vários receptores (leitores, auditório, para uma coisa, a um personagem ou narrador). O monólogo é um recurso utilizado em todos os gêneros literários, que pode ser encontrado tanto em poesia, conto, jornalismo, revistas, roteiros, discussão, teatro, como em novelas. O personagem se caracteriza por expressar-se através de dois meios: a voz e o pensamento.

1. Enunciados de voz citada e diálogo: se refere a quando a voz está isolada ou em réplica com outros personagens. 2. Enunciação de pensamento: compreende o monólogo citado, monólogo autocitado, monólogo autônomo e pensamento referido. Na dramaturgia, o monólogo, solilóquio, ou a cena singular é o gênero dramático em que um personagem reflete em voz alta expressando seus pensamentos, idéias e emoções ao público. ] Serve para caracterizar os personagens e, portanto, tem um grande valor psicológico, por ser uma ferramenta de introspecção. Nesse sentido, são famosos os monólogos de Shakespeare, como Hamlet.

O monólogo pode esconder, na verdade, um diálogo que faz um personagem de si mesmo, ou que projeta sobre um ser inanimado ou desprovido de razão: um animal de estimação, um quadro, uma planta, uma fotografia, etc., Embora o monólogo é um recurso utilizado por todos os gêneros literários, se aproxima especialmente ao gênero lírico por sua insistência no eu e na subjetividade. Por exemplo, o monólogo dramático é um gênero da lírica moderna, criado em posromanticismo do século XIX, Alfred Tennyson e consolidado por Robert Browning, e ainda em voga entre os poetas culturalistas.

O monólogo cômico (também conhecido como comédia ao vivo, ou ‘stand-up comedy’) é uma técnica teatral interpretada sempre por um comediante, normalmente, de pé e sem nenhum tipo de decoração ou figurino especial. Normalmente, o intérprete ou comediante de stand-up expõe um tema ou situação que vai fazendo diversas observações sempre a partir de um ponto de vista cômico, com a intenção de provocar o riso. Monólogo o público está se tornando um participante da situação com abordagens muitas vezes ridículos e absurdos, e com freqüência é normalmente usado um tom picante ou reivindicativo de algo que costuma ser uma utopia.

  • O Templo do Capitólio e do Fórum Romano, do toscano
  • Esquilo com frutos secos
  • 1996 Equipe de arquitetos Serra-Vives-Cartagena
  • Franz Salmhofer (a empresa mudou-se para o Theater an der Wien) (1945-1954)
  • 2 tapetes de tecido plano 2.1 Shaddaa
  • 4 Capa da Epifania ou Requesens

É bem típico ver monólogos cômicos em diferentes locais de vida noturna (bares, filmes, clubes, discotecas, etc.). Sua popularização está aumentando significativamente nos últimos anos em Portugal, se bem é uma arte que existe há muito tempo. O monólogo interior, ou fluxo de consciência, é uma técnica que tenta plasmar no papel o fluxo de pressão do mundo real e o mundo interior, imaginado por qualquer um dos protagonistas.

Com frequência, este tipo de literatura, é complicado decifrar o que acontece. Normalmente, os escritores usam longas orações que se movem de um pensamento para outro. Em algumas ocasiões, evitam usar sinais de pontuação para não quebrar o fluxo de idéias. Também é uma característica uma sintaxe menos desenvolvida, omissão de verbos ou outros elementos conectores, mudanças radicais do foco do pensamento, interrupções repentinas ou repetições dubitativas.

mesmo Assim, é freqüente o uso do estilo livre indireto, isto é, a inclusão de pensamentos do personagem no relato do narrador). ↑ Vales, J. R. (2002). Dicionário de teoria narrativa. ↑ Beltrão, Luís (1992). Palavras transparentes. A configuração do discurso do personagem no romance. ↑ Fobbio, Laura (2009). O monólogo dramático: prestação de declarações e interpretação. Cidade do México: Comunicar-se. ↑ Estébanez Calderón, Demétrio: Dicionário de termos literários. Beltrán Almeria, Luís (1992): Palavras transparentes. A configuração do discurso do personagem do romance, Lisboa, Assírio. Cohn, Dorrit (1978):Transparent Minds, Em Princeton, Nova Jersey, Princeton University Press.

Não foi a arquitetura, o único legado dos normandos. A aristocracia compartilhava seu poder apenas com a Igreja católica. A Igreja dominava por medo da condenação eterna na outra vida e a Inquisição no presente, e, em consequência, tanto as classes altas como baixas eram tão generosas como podiam em todas as grandes festividades religiosas.

Muitos priores e bispos eram membros da aristocracia. A riqueza da Igreja na Sicília aumentou a tradição de pressionar os filhos menores de famílias aristocráticas a entrar em conventos, em função de preservar as terras familiares de sucessivas divisões. Para facilitar o ingresso, era comum pagar uma polpuda dote, na forma de propriedades, jóias ou dinheiro.

Joana

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