Mitsubishi ASX MY18, Novos Ares Para O SUV De Os “três Diamantes’

Mitsubishi ASX MY18, Novos Ares Para O SUV De Os “três Diamantes’

A última versão do ASX apresenta importantes mudanças no design exterior e também no interior do carro. Destaca-se, acima de tudo, o novo design frontal ‘Dynamic Shield’, com painéis em ninho de abelha sob a grade e a tomada de ar inferior, além de um friso cromado horizontal da grade e novas cantos laterais inferiores. Quanto ao interior, o ASX também foi renovado, com uma consola central de novo cunho, que apresenta uma decoração e materiais suaves ao toque, destacando-se a nova colocação do botão ASTC, muito mais acessível para o condutor.

Chama a atenção em relação à última versão, a nova organização do painel central do painel com porta USB mais acessível e o novo apoio de braço dianteiro semelhante a couro. Foi melhorado também o isolamento acústico, reduzindo o nível de ruído no interior 4%, graças à adoção de novos materiais de absorção acústica. O novo ASX está disponível em três acabamentos em Portugal, denominados Challenge, Motion e Kaiteki, do menor para o maior equipamento.

  • 1 Alimentos e seu processamento
  • Ramo de Basquete
  • 5 Manutenção, limpeza e durabilidade dos revestimentos
  • Cuñapé abizcochado

Os preços começam em 21.100 euros, mas com os descontos que oferece a marca, o modelo de acesso à gama (ASX 1.6 Challenge) pode ficar em 15.950 euros. Cristina Gutiérrez, três vezes campeã de Portugal feminina de ralis TT, esteve quarta-feira na apresentação em Lisboa do novo ASX. A piloto de Burgos, que em 2018 regressa ao Dakar com um Montero melhorado depois de se tornar a primeira mulher espanhola que termina o mítico ‘raid’ no carro, destacou o design atraente e a potência do novo ASX. Cristina. “Estou acostumada a maltratar todo o terreno e ele me responde muito bem em estradas de terra”, acrescentou o sucedido.

O recipiente é uma frigideira sem cabo, em cujo lugar se lhe fixaram duas alças, uma de cada lado, que ajudam a afianzarlo. Seu design simples e de pouca profundidade favorece a evaporação rápida e uniforme do caldo, característica necessária para a preparação correta da paella. A primeira vez que se adquire uma paella deve ser lavado com vinagre e grãos para evitar o sabor metálico.

Durante o armazenamento basta farinha e sal refinado. As propriedades higroscópicas fazem com que absorvam a umidade, e nunca se deve usar óleo para armazená-las, já que acaba proporcionando um aroma rançoso. Em Portugal, é fácil adquirir um desses recipientes, que podem ser comercializados de dois tipos: com o aço à vista (sem cobertura) e não-aderentes (costumam ter um revestimento preto e ‘pontos brancos’).

Existem também paellas de alumínio. Atualmente, são comercializados cerca de paellas com resistências elétricas que permitem fazer o prato com uma fonte de calor artificial, sem a necessidade de fogo. O arroz é o protagonista principal da paella. ] O grão cozido até que mantenha sua estrutura absorve os sabores e aromas do ambiente (legumes, carnes, peixe, marisco, etc).

O arroz sobre-cozido (denominado em valenciano empastrat) perde essa capacidade de reter sabores e aromas. O arroz: a paella deve ter duas características a ter em conta: a primeira é a capacidade de absorver a água e a segunda a sua resistência a explosão (ou de abertura) durante o cozinhado. Os arrozes de tamanho médio são os mais empregados nas paellas (de cinco a seis milímetros). Os pequenos são pouco apreciados (abaixo de cinco milímetros).

Joana

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