Mas Muitas Basílicas Têm Um Transepto

Mas Muitas Basílicas Têm Um Transepto

Mais tarde, os cristãos aproveitaram a forma basilical e, em muitos casos, os próprios edifícios romanos para usá-los como espaços religioso oficial para a celebração da liturgia. Depois que o Império romano se voltasse oficialmente cristão, o termo é usado também para se referir às igrejas, em geral, grandes ou importantes, em que se haviam dado ritos especiais e privilégios em matéria de culto.

neste sentido é hoje usado a denominação, tanto do ponto de vista arquitetônico, como religioso. A basílica romana teve múltiplos usos, dedicando-se ao mercado, lugar de transações financeiras, culto ou, mais ordinariamente, para a administração da justiça; também utilizada como local de reunião dos cidadãos para tratar de assuntos comuns. Quanto à sua concepção arquitetônica, tratava-se de uma grande sala retangular composta por um ou mais navios (sempre em número ímpar), neste segundo caso, a central era mais larga e mais alta e estava suportada por colunas.

A diferença de alturas se aproveitava para abrir vãos de iluminação na parte alta das paredes. Em um dos extremos da nave principal existia uma exedra ou abside, onde se instalava a presidência, enquanto que a entrada se processava pelo extremo oposto através de um pórtico.

Basílica Pórcia, construída em 184 a. C. por Marco Pórcio Catão, “Catão, o Velho”. Basílica Emília, construída em 179. C. pelo censor Marco Emílio Lépido. Basílica Opimia, construída em 169 a. Basílica Sempronia, construída em 169 a. C. pelo censor Tibério Graco. Basílica Julia, iniciada em 54 a.

C. por Augusto sobre os restos da antiga basílica Sempronia. Após o edito de Milão de 313 promulgado por Constantino, o Grande (313-337) o Império romano permite o culto da religião cristã. A partir de então os cristãos utilizam a tipologia arquitetônica basilical para a construção de novos templos.

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A planta basilical elementar consiste em que as naves longitudinais sem transepto. Mas muitas basílicas têm um transepto. Frequentemente, o trasepto quase não se destaca dos lados da nave. As basílicas paleocristãs não tiveram um cruzeiro acentuado. Embora inicialmente os templos cristãos seguiam as diretrizes construtivas das basílicas, logo deram lugar a outras formas, como a planta de cruz latina, ou a de cruz grega, que se generalizaron sem que por isso desaparecesse a forma basilical. A iluminação das basílicas obtém-se por janelas abertas na parte superior (claristorio) da nave central mais alta que as laterais e por outras janelas que se situam no interior e na fachada do edifício.

Todas elas costumavam ser fechadas com chapas de mármore perfurado ou calado para dar entrada à luz e impedir a ação de elementos destruidores. Mas também se usavam lâminas transparentes de alabastro, sem perfurar e até mesmo religiosos em igrejas e basílicas suntuosas, conforme se infere de alguns textos de s. João Crisóstomo e de Prudencio. A decoração interior se consegue por as mesmas linhas arquitetônicas do edifício, com suas clássicas molduras e por diferentes enfeites de pinturas e mosaicos, acima de tudo, na parede superior do arco do triunfo e ideias sempre maravilhosamente decorados. Com freqüência, se dispunham orientadas as basílicas de acordo com o eixo principal do navio de modo que o símbolo desse para o Ocidente.

Mas, desde o século VI dando o exemplo das igrejas bizantinas, se orientaram no sentido oposto, já que o padre (que, ao oferecer o sacrifício, e olhava para o Oriente) não celebrava já de cara o povo como antes. Na entrada do presbitério, como para isolar-se do resto da igreja, elevavam-se algumas colunas que sustentavam um lintel de mármore ou de madeira para fixar sobre ele ex-votos e lâmpadas.

este conjunto arquitetônico é chamado pérgula e corresponde ao iconostasis das igrejas orientais, o qual é um corpo mais fechado e completo, e encontra-se decorado com uma infinidade de imagens devotas. Em algumas basílicas, sobre uma parte das naves laterais, tinha um andar com arquibancadas que davam vista para a central e que são reservados, em geral, as virgens e viúvas.

Joana

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