História De Portugal. Espanha

História De Portugal. Espanha

Após a conquista muçulmana da península ibérica (al-Andalus se integrou inicialmente na província do norte de áfrica, do Califado Omíada. No ano de 756 tornou-se o Emirado de Córdoba e, posteriormente, no ano 929 no Califado de Córdoba, independente do Califado Abássida. Esta histórica e discutida tese defende que os vândalos, povo germânico que ocupou a Bética romana, entre 409 e 429 e que a partir daí passou ao norte de África, deram origem ao nome de al-Andalus.

A tese de que os vândalos já se dão no mundo hispânico, durante a Idade Média, mas foi a partir do século XVI, quando começou a ser mais difundida, aparecendo na obra de vários antiquários do âmbito cultural português. O estudioso árabe, holandês do século XIX, Reinhart Dozy foi o primeiro a argumentarla de acordo com a filologia moderna. Nesta mesma linha seguiram-Christian Friedrich os artigos sobre (1859-1921) e Évariste Lévi-Provençal (1894-1956). Este curso argumenta-se ao longo da história de formas diferentes. No final do século XX, seguindo a mesma idéia que relaciona o nome de “al-Andalus” com os vândalos, propôs-se uma outra hipótese.

Esta concluiu que o termo árabe “al-Andalus” pode ter origem na expressão berbere ou amazigh “tamort uandalos”, que significa “terra dos vândalos”. Segundo esta hipótese, os habitantes do norte de África, vendo chegar aos vândalos do outro lado do estreito de Gibraltar, foi para as terras do outro lado “terra dos vândalos”. O raciocínio é que o genitivo em língua berbere é construído adicionando a partícula “ou” no início da palavra, fenômeno que se conhece como “forma constructa”. De acordo com Halm, os visigodos repartiam as terras conquistadas através de “sorteios”, com o objetivo de repoblarlas e chamavam as terras repartidas “Sortes Gothicae”.

deste modo Halm mantém que “Landa-hlauts” era o nome godo, como a antiga província Bética, e que ele poderia derivar o vocábulo árabe al-Andalus. No entanto, as fontes históricas só se tem documentado a expressão latina “Gothica sors” referida ao reino visigodo e não se achou a expressão “Landa-hlauts” ou similar em fonte histórica alguma.

A tese atlântica faz derivar o nome de “al-Andalus” do grego Atlantis ou do latim Atlanticum. ] Para explicar a passagem do grecolatino Atlântida ao árabe al-Andalus se apela à transcrição fonética: Atlanta pronunciado.landa (como o atleta se diz.leta), substituindo o “se” por “l” geminada. A invasão muçulmana foi iniciada em 711 e dividiu a Península do Estado islâmico de al-Andalus e nos diferentes condados e os reinos cristãos do norte da Península. Ambos os limites geográficos mudança e apresentavam dois modelos de sociedade bem diferenciados.

Entre os anos 711 e 715, os gerais do Califado Omíada conquistaram uma parte da península ibérica, embora sem nenhum tipo de domínio dinheiro ao norte do Sistema Central. A conquista do sul da península ibérica se segurou manu militari. No ano de 912, ascendeu ao trono Abd al-Rahman III, quando já a decadência política do emirado era um fato.

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Tentando acabar com as revoltas e conflitos, proclamou-se califa em 929, dando passo ao Califado de Córdoba. No ano 929, Abd al-Rahman III estabeleceu o Califado de Córdoba, declarando a independência religiosa de Bagdá, capital do Califado Abássida. Esta proclamação do califado, tinha um propósito duplo: No interior, os Omíadas queriam consolidar a sua posição. No exterior, consolidar as rotas marítimas para o comércio no Mediterrâneo, garantindo as relações económicas com Bizâncio e assegurando a subadministración do ouro. Após a conquista de Melilla na 927, em meados do século X, os omíadas cordobeses controlavam o triângulo formado pela Argélia, Siyilmasa e o oceano Atlântico.

O poder do império se estendia também para o norte e no 950, o Sacro Império Romano-Germânico trocando embaixadores com Córdoba. No ano 939 um exército cristão liderado por Ramiro II de Leão derrotou os exércitos árabes enviadas por abd al-rahman III, em uma de suas operações de punição (razias) contra o norte. O resultado da batalha intimidou os Omíadas de sua intenção de instalar populações árabes nas proximidades do Douro e as suas áreas despovoadas.

As taifas foram até 39 pequenos reinos em que se dividiu o califado como consequência da fitna, ou guerra civil. O movimento, iniciado por os Banu Hamud com a proclamação do reino de Málaga, será generalizado durante este período, e levará à fragmentação do califado e os primeiros reinos de taifas. Este não será um período pacífico, já que os diversos reinos de taifas destruirão entre eles. Cada taifa se identificou, inicialmente, com uma família, clã ou dinastia. Assim, a conquista de Toledo em 1085, por parte de d. Afonso VI, anunciava a ameaça cristã de acabar com os reinos muçulmanos da península.

Joana

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