Foi Criado Por François De Cuvilliés

Foi Criado Por François De Cuvilliés

Amalienburg é um pavilhão de caça construído entre 1734 e 1739 por François de Cuvilliés Carlos VII e de sua esposa, Maria Amélia da Áustria, no Palácio de Nymphenburg, perto de Munique. Aos olhos de muitos especialistas, é o melhor exemplo do rococó alemão. Foi criado por François de Cuvilliés, grande divulgador do rococó como o estilo é mais importante do início do século XVIII, publicando, entre 1738 e 1756, muitos livros sobre decoração de interiores, mobiliário, trabalhos em metal e outros temas decorativos.

Amalienburg foi construído entre 1734 e 1739 e foi projetado para a esposa do imperador, Maria Amália de Áustria, grande passou a caça. A maior parte da disposição interior gira em torno da sala de espelhos, ao centro do edifício. Obra de Johann Baptist Zimmermann e Joachim Dietrich (1690-1753), cria uma atmosfera etérea com as cores nacionais da baviera, prata e azul. Alguns quartos estão unidas, como o Armário azul (o quarto de Maria Amália). O pequeno palácio contém uma sala em que as suas paredes estão cobertas por armários para guardar espingardas de caça e baixos, os quais se encontram casotas para cães de caça.

O lugar privilegiado é o retábulo-mor dos templos, mas abundam também as obras para a devoção particular e proliferam os retábulos menores, em capelas e naves laterais. À semelhança do retábulo-mor de El Escorial, divididos em ruas e corpos, costumam ser mistos, de pintura e escultura. Na segunda metade do século, e que se impõem os grandes retábulos de ordem gigante, ocorre uma tendência a eliminar as cenas múltiplas e dar um desenvolvimento mais amplo ao episódio central. É o momento glorioso da grande pintura religiosa, antes que, já no final do século, fique freqüentemente relegado ao sótão, sendo o corpo principal obra do retábulo de madeira e tamanho.

As imagens dos santos de maior devoção proliferam em todos os tamanhos e são frequentes as repetições dentro de um mesmo workshop. O culto da Virgem, como o culto a São José (fomentado por Santa Teresa) aumenta na mesma medida em que será combatido pelos protestantes.

Motivo iconográfico caracteristicamente português será o da Imaculada, com todo o país, encabeçado pelos monarcas, empenhado por um voto em defesa desse dogma ainda não definido pelo Papa. Por razões semelhantes, a adoração da Eucaristia e as representações eucarísticas ganham crescente importância (Claudio Coello, Adoração da Sagrada Forma de El Escorial). Desenvolveram-Se no Brasil outros gêneros, além disso, com características próprias que permitem falar de uma Escola Espanhola: a natureza-morta e do retrato.

  1. 00:00, a avaliação de danos[editar]
  2. Instituto Vicenç Plantada (Público)
  3. La Redoute
  4. 2 Outros Recursos Turísticos
  5. 16 Frascos de vidro para decorar casamentos
  6. 1956: Galeria Georges Giroux, Bruxelas
  7. 1 Notas aclaratorias
  8. 12 Decoração : aproveitar espaços

no que se refere ao retrato, consolidou-se uma forma de retratar própria da Escola Espanhola, muito afastada da bomba cortesã do resto da Europa; nesta consolidação será decisiva, a figura do Greco. O retrato português afunda as suas raízes, por um lado, na escola italiana (Ticiano) e, por outro, na pintura hispano-flamengo Antonio Moro e Sánchez Coello. Como é próprio da contra-Reforma, predomina o real contra o ideal.

O retrato português, assim consolidado no século XVII, com os magníficos exemplos de Velázquez, mas também com os retratos de Ribera, João Ribalta ou Zurbarán, manteve essas características até a obra de Goya. Em menor medida, podem-se encontrar temas históricos e mitológicos, dos quais alguns exemplos foram apontados já a propósito do coleccionismo.

] como a natureza-morta, foi considerado um assunto de menor importância para os escritores, que colocavam a representação da figura humana no topo da figuração artística. Em seus Diálogos da pintura, Carducho, considerava que as paisagens seriam, quando muito, adequados para uma casa de campo ou lugar de retiro inativo, mas que sempre seriam mais valiosos, se enriquecia com alguma história sacra ou profana. Durante a primeira metade do século os mais importantes centros de produção ocorreram em Madrid, Toledo, Sevilha e Valência.

Mas, embora seja habitual classificar os pintores em relação com o lugar onde trabalharam, isso não serve para explicar, nem as grandes diferenças entre os pintores, nem a própria evolução da pintura barroca em Portugal. Na segunda metade do século xix, o declínio na importância Toledo, Valência, centrando-se na produção pictórica em Madrid e Sevilha, principalmente, embora nunca deixasse de ter pintores de certo relevo espalhados por toda a geografia espanhola.

Joana

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