Feira De Valência Gastou 7.262 Euros Em Plantas E 90.000 Em Porta-Revistas

Feira De Valência Gastou 7.262 Euros Em Plantas E 90.000 Em Porta-Revistas

Os anteriores gestores de Feria Valencia gastaram a mão cheia. Em 2001, o dinheiro não era um problema e Feria Valencia não poupou gastos na sua imagem, que poderia acabar custando à Generalitat até 1.027 milhões de euros se os espaços não cumpre com o seu plano de pagamentos.

Estas facturas fazem parte das diligências de investigação penal abertas pela Procuradoria Anticorrupção na sequência de um relatório demolidor que entregou a Intervenção Geral, órgão de monitoramento que depende do Departamento de Finanças. O caso, ainda em fase preliminar, compromete-se a gestão do ex-presidente Alberto santos marques e a ex-diretora geral, Belém Juste, ex-conselheira de Camps e hoje deputada federal pelo PP de Valência no Congresso. Ambos teriam operado os fundos públicos de que se alimentar Feira como se fosse uma empresa privada, apesar de que conheciam decisões judiciais e administrativas que reconheciam sua pendencia ao setor público.

, Em última instância, a pesquisa poderia afetar a prefeita de Valência, Rita Barberá, por ser a presidente do conselho de administração e férrea defensora da natureza privada da Feira, apesar de o critério principal de juristas e tribunais espanhóis. Entre as faturas, destacam-se dois, de 42.734 e 49.585 euros, porta-revistas modelo ‘máxima’ -a nota não especifica o número de unidades que foram adquiridas – ou os 7.262 euros Feira pagou para plantas destinadas aos “jardins da presidência”. 1.027 milhões. A Intervenção advertiu que, se não cumprir Feira com o seu plano de pagamentos, a imagem poderia acabar custando 1.027 milhões somando interesses.

9.758 euros. Para a área de presidência, Belém Juste encarregou o mobiliário a uma distribuidora de assinaturas exclusivas como Vitra, ou Foscarini. 17.323 euros. Desconhece-Se o número de papeleiras que foram adquiridas. Em uma nota figura que por uma unidade se pagou 10.405 euros. 12.709 euros. Apesar de que na sala de imprensa só teria um monitor instalado, o relatório contém vários pagamentos que ascendem a 12.709 em tvs de plasma. Ao não existir controle, se desconhecem as unidades.

Os pedidos aos Valoffice são constantes porque, segundo diversas fontes, Belém Juste teria imposto a compra de móveis de primeira qualidade para situar a Valência ao nível da Feira de Milão ou Frankfurt. Valoffice também apresentou faturas por e mobiliário de café ‘Pericana’ (16.769 euros, 29.321 euros, 14.493 euros e 7.742 euros).

  • 6 Estilo Internacional
  • 2003: Série de comédia favorita
  • Colocar limites claros e coerentes
  • 3 Adegas Magro
  • Canal 9: Rede das principais redes (rede nacional)
  • Jardim suspenso com garrafas ou frascos de vidro
  • 5 Após a Revolução 1.5.1 Napoleão I

Também é adecuaron vários pavilhões, com mobiliário de luxo (10.109 euros, 58.562, 11.377 e 10.039) e se encarregaram Valoffice 25 colunas, modelo curvatura, que pagaram 5.249 euros. Desconhece-Se a sua utilização. Além disso, só na reforma da sala de imprensa os anteriores gestores de Feira gastaram 12.709 euros em monitores de plasma apesar de as instalações só havia uma televisão instalada. Os pagamentos variam entre 13.468 euros e 318. De novo não especifica nem o conceito, nem as unidades adquiridas.

Em sonorização para a sala de imprensa investiram 13.468 euros. Os pedidos foram realizados para a mesma empresa: Almarache Eletrônica SL. Igualmente, no mobiliário da sala de imprensa os ex-gestores pagaram até 70.071 euros por elementos que se desconhecem, porque não são especificadas nas contas da instituição. Feira também realizou um importante investimento no lixo. A KPMG entregou o relatório em 21 de dezembro de 2007 e afirmando que “não assumimos qualquer responsabilidade quanto à suficiência dos procedimentos acordados”. Nesta investimento ou compras, não haveria nada de estranho se a Intervenção não tinha detectado que muitos dos produtos que são cobertos não aparecem.

Além disso, a Feira não respeitou as normas do setor público para a adjudicação de compras, apesar de que, em 2003, o Governo anunciou a Feira de sua pendencia ao setor público. Daí que a Corrupção tenha aberto diligências e pesquisa, entre outras questões, se desviou-material-de-obra e de produtos exclusivos por essa ausência de controle. O deputado do PSPV, Javier Macho, tentou, sem sucesso, que as Cortes abrisse uma investigação por esses fatos. Em suas intervenções lamentou Feira deve ser estudada nas faculdades como o “anti-exemplo de uma gestão eficaz e honesta”, porque “nada do que foi feito lá nos últimos anos “foi positivo”. Acredita-se que a operação de imagem foi “absurda e megalómana”.

Mañón -A Corunha – recebe durante os dias 7 e 8 de dezembro a popular festa do marisco. Além de saborear os frutos do mar mais frescos, sexta-feira, 7 oficiará às 19.00 h. Coro Paroquial do Barqueiro. A música da noite fica por conta de Charanga de Vilalba. Às 13.00 h. 8, Javier Rivera será o encarregado de dar comendo a festa do marisco lendo o pregão de abertura. Na tenda instalada no Porto do Barqueiro se servirão as rações de marisco variado, a um preço de 12 euros por dose, com um presente de prato e copo de cerâmica. Nasceu um novo conceito hoteleiro em La Rioja.

Joana

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