Estilos Na Decoração. Qual É O Teu?

Estilos Na Decoração. Qual É O Teu?

Se por algo se caracterizam os interior de estilo nórdico, é por sua simplicidade e funcionalidade, mas nem por isso renunciam ao gosto pelo design. Assim, é possível que estes só encontremos o que é certo e necessário, mas cada uma das peças é escolhida com suma delicadeza, onde não costumam faltar algum ícone do design moderno. O antigo, Retro ou Vintage? Nestes, os espaços se destacam por serem muito brilhantes, leves e pouco complicados e onde a madeira decapada e incolor, com um certo ar rústico e em diferentes tonalidades de branco é a grande protagonista.

As cores, intimamente relacionados com a natureza: verdes, tostadas, amarelos, lilases e violetas, e os tecidos também naturais, onde linhos e algodões com estampas florais ou listras dão o ponto de refinamento justo. Espaços arejados, muita luz, tectos altos e instalações à vista são os seus sinais de identidade e as chaves de seu sucesso para continuar sendo hoje em dia um dos estilos decorativos mais atraentes e réus. Assim, são comuns as instalações nuas onde se distinguem tubos, vigas de aço, com paredes de tijolo e até mesmo o próprio montagem elétrica e onde se incorporam móveis de linhas simples e retas em ferro, aço e/ou madeira mais bem tosca.

As cores mais usadas são eminentemente neutras, branco, preto, cinza, marrom e bege, como principais protagonistas. Essa inclinação do estilo minimalista por reduzir ao essencial produz espaços sóbrios e austeros, onde se destacam os tons neutros como o branco, preto e cinza, predominam as texturas e superfícies lisas e brilham por sua ausência estampas e desenhos.

  • 4 Origem das cartas
  • 1 Decorar o jardim por onde começamos
  • 4 De Veneza para Florença (1501-1508)
  • 2 Lâmpadas rústicas
  • Regras de cortesia
  • Clube Britânia “Centro Aquático Nelsón Vargas”
  • Instituto Cumes da Floresta (Legionários de Cristo)
  • 11 Links externos

Às vezes, podemos nos encontrar com alguma licença de cor, normalmente em poucos acessórios e obras de arte, que costumam ser em cores brilhantes em contraste com a neutralidade imperante. Completamente oposto ao minimalista, o estilo glam é um estilo exuberante, elegante, sofisticado, que às vezes até pode roçar a extravagância e o lema “mais é mais” é o lema a seguir. Sua fonte de inspiração tem suas origens na corrente art deco dos anos 20-30, podendo utilizar também elementos do estilo mid century e do estilo clássico. Para isso, não mede o emprego de materiais com um brilho intrínseco como vidro, alumínio, superfícies lacadas ou de espelho.

Aqui vale tudo, sempre e quando a composição é feita com certo gosto e não é muito idiota. Objetos clássicos misturados com mobiliário moderno, rústico, industrial,.., contrastes cromáticos tentativas, mistura de texturas e materiais diferentes. Sem dúvida, é a melhor opção para aqueles que gostam de arriscar e que não têm nenhum medo das opiniões de terceiros. Como se vê, há uma grande variedade de estilos e subestilos em decoração e poderíamos continuar enumerando, mas nos temos limitado aos mais comuns para não estender demais. Se acha que nos falta alguém interessante por incluir, teremos todo o prazer em ouvi-lo para que esta lista seja o mais completo e representativo possível. Não hesite em fazer-nos chegar os seus comentários! Pelo contrário, se você achou o tipo de decoração que mais se adapta ao seu estilo, estamos mais do que satisfeitos por ter servido de inspiração. O CasasQInspiran está aqui para o ajudar!

Cidades como Toledo, Lisboa, Porto, Coimbra e Lisboa eram importantes centros moçárabes. A convivência nem sempre esteve livre de conflitos. Em Toledo os moçárabes chegaram a liderar uma revolta contra o domínio árabe. Alguns moçárabes emigraram para os reinos cristãos do norte, espalhando com eles elementos arquitetônicos, onomásticos e toponímicos da cultura moçárabe. Os judeus se dedicavam ao comércio e a arrecadação de impostos.

Foram também médicos, embaixadores e tesoureiros. O judeu Hasdai ibn Shaprut (915-970), chegou a ser um dos homens de confiança do califa Abderraman III. É muito difícil calcular a população do al-Andalus durante o período de maior extensão do domínio islâmico (século X), mas tem sido sugerido uma cifra próxima dos 10 milhões de habitantes. Os árabes estabeleceram-se nas terras mais férteis: o vale do Guadalquivir, levante e o vale do Ebro. Os berberes ocuparam as áreas montanhosas, como as serras do Planalto Central e a Serrania de Ronda, sendo também numerosos no Algarve, se bem que, depois da revolta berbere 740, muitos voltaram para o norte de África.

Joana

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