Embora Os Assírios Conheceram A Abóbada

Embora Os Assírios Conheceram A Abóbada

Os assírios construídas, quase tanto como o faziam a guerra, e eram grandes guerreiros. Cada soberano assírio quis construir o seu próprio palácio edificado para a glória de Asur. A arte assíria, apropriou-se das formas caladaicas, tanto em edifícios como em inscrições, se bem que nestas abandonou a língua proto-caldea, usando a assíria e em quem construiu com mais solidez, opulência e perfeição de ornato.

Os palácios que na arquitetura assíria oferecem extraordinária importância, elevam-se também sobre grandes plataformas ou aterros com planta retangular, prolongada e orientados, como as torres. Embora os assírios conheceram a abóbada, tanto falsa como verdadeira (de meio canhão e visada) não deram grande importância a estes elementos arquitectónicos, mas sim ao arco de médio ponto e o bálsamo para as portas monumentais.

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  4. 3 de julho de 2010 @einhander se você disser que tudo vai gostos por que você diz que não é ensaladilla russa
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também Não fizeram freqüente o uso de colunas a julgar pelos vestígios encontrados, e é provável que estas construíssem de madeira sobre soquete redondo de pedra. As ruínas de cidades assírias mais exploradas pelos arqueólogos são os de Nínive, Trojan ou Hala (não existem do Gênesis) e Elleasur as quais tinham altos muros, defendidos por numerosas torres e eram mantidos magníficos palácios.

Asshurnasirpal (Sardanápalo I) e o de Salmaneser II, com o seu famoso Obelisco preto, ambos em Nimrud, século IX a. Esarhaddon, na mesma localidade, século VII a. Sargão II ou Sarkín, em Kórsabad, século VIII a. C. Estava decorado com vinte e quatro pares de touros alados e cerca de duas mil placas de pedra esculpidas, e são colocadas por dentro e por fora, ao longo do muro.

Senaqueribe. Era um palácio semelhante ao de Sargão embora não tão extenso. Esarhaddon, embelezados este e o anterior por Assurbanipal (Sardanápalo II). Célebre foi em todos os tempos, a grande cidade de Babilônia, embelezada sobremaneira neste último período por Nabucodonosor II, o grande (605 a. C. 562 a.

Tinha na época cerca de 514 quilômetros quadrados de área. Suas gigantescas muralhas aumentaram 106 metros de altura e contavam 25,5 metros de espessura. O seu famoso templo de Belo com a torre abraçava um perímetro de 1.480 metros, elevando-se a 185 metros de altura. A ponte sobre o Eufrates, o rio que atravessa diagonalmente tinha um quilômetro de comprimento e dez metros de largura, sendo também colossal o túnel, que passava por debaixo do mesmo rio, o primeiro que se conhece no mundo.

Os jardins pensiles ou construídos sobre pilastras e arcos, os palácios, fortalezas e templos (que chegavam aos quarenta e três), tudo era altivo e colossal como atestam as ruínas que até hoje nos têm chegado. Entre elas, destacam-se dois zigurats antigos, mas reedificados por Nabucodonosor, que obtiveram fama universal por memórias que estão ligados aos mesmos.

Joana

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