Em Algumas Áreas, Como A Nova Zelândia

Em Algumas Áreas, Como A Nova Zelândia

Os sapatos pingentes é o ato de pendurar sapatos em linhas de telefones, energia elétrica e árvores, entre outros lugares. Os sapatos são lançados presos por laços e se envolverem ficando pendurados e expostos. Atualmente, a prática é atribuída, nos Estados Unidos, uma forma de arte de rua, ou como forma de “marcar” territórios de gangues ou venda de drogas. Além destas interpretações, muitos apontam que esta prática pode estar também relacionada com o fim dos estudos ou com um futuro casamento. Por outro lado, muitos jovens seguem esta tendência para anunciar a seus amigos na primeira relação sexual.

Outras explicações apontam esta tendência como uma prática levada a cabo por simples tédio, ou até mesmo para se livrar de sapatos velhos e desgastados, ou como mera decoração. Em algumas áreas, como a Nova Zelândia, o fenômeno dos sapatos pingentes tornou-se um esporte amador. Em algumas áreas rurais, os agricultores estão competindo para lançar as botas ou sapatos o mais longe e alto possível.

  • 2 Mecenato de Urquiza
  • O espaço deve estar bem iluminado e se possível com luz natural
  • 12 setembro 2012 Grs Javi por contribuir com o seu conhecimento q é de grande utilidade .q deus te abençoe
  • Telhas para reinventar e iluminar as paredes
  • PIB Per capita Metepec 2010: fixado em 19 500 USD
  • 2 Estilo carolíngio
  • Batata, Míldios, Mildium

Outra lenda peculiar sustenta que os sapatos que se penduram pertencem a pessoas recentemente falecidas, para informar de que alguém foi morto no seio familiar. Shoefiti é um jogo de palavras entre shoe (sapato) e grafitti, consiste em decorar as ruas com os sapatos, criando composições ou jogos de cores. Shoefiti é conhecido também como o grafite aéreo, consistente na suspensão dos cabos de luz (nas ruas) peças de roupa, embora, inicialmente, é uma ação ligada à chinelos. ↑ Didion, Joan (28 de maio de 2013). “Shoefiti” (em inglês).

Como foi comentado, a maior concentração de arte parietal que se dá na Europa Ocidental e da península ibérica. Quase todas as representações artísticas estão nas zonas mais profundas das cavernas (embora as áreas de quarto sempre estiveram nas bocas das cavernas). Isso não quer dizer que não haja exceções, ou seja, santuários estrangeiros, como ocorre com a caverna de Laussel, Roc-de-Sers (França) ou A Vinha (Oviedo).

A arte parietal que o compõem pinturas, relevos ou gravados cujo tema principal são os animais ou os sinais chamados ideomorfos, mas também a figura humana. Não há arquitetura, só chegaram até nós esculturas e desenhos em pedra ou osso. Às vezes se aproveitavam volumes e reentrâncias da parede para dar a sensação de volume. Gravado: É um desenho à base de finas incisões ou cortes, sobre o osso ou a rocha, feitas com utensílios afiados de sílex, chamados de buris. Estatuetas: São pequenas esculturas isentas de pedra ou de osso, cortadas por todos os lados. Quase sempre são figuras femininas chamadas vênus paleolíticas (por exemplo, a Vênus de Brassempouy, na França).

As estatuetas são o tipo de arte paleolítico mais popular da Europa, com importantes escolas, não só na área francesa, mas também na Europa Central e do Leste (como se verá mais adiante). As estatuetas femininas e de animais são muito antigas, mas na França e na Espanha, ao que parece, a estatuária animal é própria da última fase do Paleolítico superior.

Joana

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