Dicionário Visual De Termos Arquitetônicos

Dicionário Visual De Termos Arquitetônicos

] Assim, pode-se dizer que este motivo decorativo, que é muito comum, em diversas versões, a arquitetura espanhola, sobretudo em edifícios de categoria média, é típico do românico português. Arquivoltas em uma porta. Decoração em arcos cegos em san Juan de la Peña. Dicionário visual de termos arquitetônicos. Vários. Grandes Temas Cátedra. ↑ História da Arte. Dicionário visual de termos arquitetônicos. Vários. Grandes Temas Cátedra. ↑ “Xadrez” Miguel-Angel García Guiné, em estilo Românico, na Cantábria, pág.

As colunas são preenchidas com panos rendados que deixam passar a luz. Fustes cilíndricos muito finas, anéis na parte superior, capitéis cúbicos sobre os que correm inscrições. As placas cinzentas de chumbo transformam os impulsos horizontais em verticais. Os dois pequenos templos que avançam sobre os dois lados opostos do quadrilátero são como uma lembrança da tenda dos beduínos. São de planta quadrada, decorados com cúpulas de madeira que se apoiam em penachos de moçárabes.

O beiral é obra do século XIX. Toda a galeria está coberta com painéis entrelaçada. A fonte dos leões tem diversos significados e simbologias, nenhuma delas confirmadas. Por um lado, os doze leões têm um simbolismo astrológico, cada leão refere-se a um signo zodiacal. Por outro, tem uma significação política ou mayestática que está relacionada com o templo do rei Salomão (pois há uma inscrição na fonte referente a este) e o mar de bronze, do mesmo templo. Por último, e mais importante, refere-se a um símbolo paradisíaco, referindo-se à fonte originária da vida e os 4 rios do Paraíso corânico.

Mas o que se pode dizer é que a fonte como tal, é uma alegoria do poder que reside em o sultão. Esta sala foi alcova do sultão. Ao ser quarto privado não há janelas para o exterior. As paredes estão ricamente decorados. O estuque e as cores são originais. O rodapé de azulejos do século XVI, da fábrica de azulejos de sevilha. Ocupa o lado oriental do pátio.

Chamado assim pela pintura que ocupa a abóbada da sala central, é a sala mais larga do Harém, dividida em três quartos iguais e dois pequenos que poderiam ser de armários, pela sua localização e falta de iluminação. Provavelmente destinada a festas familiares. 1. Placas de madeira bem aparadas e formando uma elipse.

  • Fica bem com tudo, não tem que se preocupar se os acessórios e os móveis serão bem
  • Hospital Geral de Lanzarote Doutor José Molina Orosa (Lanzarote)
  • 4 Crescimento arquitetônico
  • As cúpulas sobre tambor com os lados cortados com uma área de transição com penachos
  • 1 O conjunto de Madínat al-Zahra
  • 2 Nascimento do neorrenacimiento
  • Anjos de páscoa feitos com Potes
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2. Sobre a superfície côncava estende-se o couro molhado, fixando-o com um banho de cola e adornando-o com pequenos pregos de cabeça quadrada talheres de estanho para evitar a oxidação. 3. Sobre o couro, uma capa de gesso, cana e cola de 2 cm de espessura já torrado e pintada em vermelho.

Sobre esta capa, e com um punção, desenham-se os temas. A divisão interna da sala é realizada através de arcos de atalho, cortando a estadia de forma perpendicular. Estes arcos mostram a sua intradós repletos de moçárabes e seus parâmetros estão cobertos por peças, que aparecem símbolos antigos e também cristãos. A aparência conjunta da sala com seus arcos decorados pode se lembrar de algum modelo de mesquita almóada. Se sai do Pátio dos Leões para o lado oposto da Sala dos Abencerragens. Passa-Se por uma porta original de madeira incrustada, uma das mais belas do palácio, atualmente conservados no Museu da Alhambra.

O nome de Duas Irmãs provém das duas lajes de mármore branco que se encontram no solo, em ambos os lados da fonte central, exactamente iguais em tamanho, cor e peso. Possui um miradouro sobre a cidade e comunicação direta com os banhos. Nesta sala, ao igual que toda a Alhambra, tem poemas escritos nas paredes.

Em cada quarto do harém há duas portinholas: uma dá para o harém alto, a outra é uma latrina. Não há cozinhas. Empregavam o anafre ou cozinhavam fora. Ao fundo da sala anterior está o balcão de Lin-dar-Aixa. Dava para o vale do rio Darro e via-se ao longe a cidade.

A construção do Pavilhão Carlos V interrompe agora a vista, por isso foi construído o Jardim de Lindaraja, italiano, com fonte renascentista e copo de mármore árabe. Construído para que o rei Carlos nela já habitou aqui, enquanto estava em Granada, na sua viagem de núpcias. Torre andaluz chamada de Abul-Hachach, usada pelo sultão para lazer e meditação. Após a conquista cristã foi renovado.

Joana

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