Dicas Para Decorar A Sua Casa Com Plantas De Interior

Dicas Para Decorar A Sua Casa Com Plantas De Interior

Algo quase tão importante como a planta é o vaso em que você vai colocar, já que esta tem que ter uma unidade estética com a planta e o resto do mobiliário. As plantas de interior podem ser colocadas em qualquer sala ou local da casa, mas deve-se ter em conta o efeito que queremos alcançar. Os lugres mais comuns para colocá-las são os marcos das janelas, mesas ou secretárias, estantes e, especialmente, em lugares despovoados de nossa casa. O mais importante é que não impeçam, nem visual, nem fisicamente, e sigam a linha decorativa de nosso lar. A melhor maneira de contribuir com naturalidade e um pouco de alegria a nossa casa é colocar cuidadosamente e no lugar certo, uma planta de interior. Porque até as decorações e mobiliário mais moderno pode ter um toque mais pessoal e natural.

as Suas idéias influenciaram significativamente para o pensamento renascentista. Na Universidade de Paris, o pensamento de Aristóteles, no século XIII, chegará principalmente através Averróis. Os seguidores mais radicais deste pensamento, que revolucionaba as idéias anteriores, serão conhecidos como “averroistas latinos”, a sua figura mais conhecida foi Siger de Brabante. Em 1270 e em 1277 as teses dos “averroistas latinos” foram condenadas pelo bispo de Paris, e seus seguidores perseguidos.

Outros filósofos importantes, além de Ibn Rusd (Averróis) foram Ibn Bayya (Avempace) e Ibn grau de verdade, Maimônides (judeu de Córdoba) e Ibn Arabi. Abundaram os eremitas e os místicos, com uma vida ascética, como Ibn Massarra, fundador da primeira escola de espiritualidade islâmica, a escola masarrí, que triunfou entre a aristocracia de córdoba.

  • A. Canova, Le ville do Palladio, Treviso, 1985, pp. 224-239
  • 3 Nome das cartas
  • Mini-árvores de Natal
  • Pinheiros cobertos de neve
  • 2 Épocas do românico
  • 4 Biologia e comportamento 4.1 Circulação

Outros personagens importantes fossem Ibn Khaldun, Ibn Gabirol, Abenalsid, Abenalarif e Abraham ben Meir ibn Ezra. Do ponto de vista artístico, o emirado andaluz emprega um estilo que não difere muito do resto do Califado Omíada. Ou seja, a adequação de fórmulas e elementos das culturas que lhes haviam precedido, neste caso, do mundo romano e visigodo.

Em nenhum momento ocorre uma repetição literal de motivos e formas; ao contrário, a sua inteligente incorporação e assimilação se traduz em uma verdadeira eclosão criadora, existe o momento ápice da arte vida. Nele se fundem elementos da tradição local hispano-romana-visigótica com os elementos orientais, tanto bizantinos, como omíadas ou abasidas. Os edifícios artísticos centram-se, desde o primeiro momento, em torno da sua capital, Córdoba, em que se construiu uma mesquita congregacional, destinada a se tornar o monumento mais importante do ocidente islâmico.

No resto do território peninsular também é patente o florescimento artístico impulsionado pelo califado. Entre os de caráter religioso figuram as mesquitas, medersas ou madraçais e mausoléus. Na cidade de Toledo ainda se vêem vestígios de sua fortificação, bem como alguns vestígios que definem sua alcazaba, medina, época e ambiente, de entre elas, destaca-se a pequena mesquita de Bab al-Mardum.

Outras obras tão significativas são a rábida de Guardamar del Segura (Alicante), o castelo de Gormaz (Soria) e a Cidade de Bascos (Toledo). O requinte em vigor na corte do califa propiciou a criação de toda classe de objetos decorativos que, sob o patrocínio real, se traduziram nas mais variadas expressões artísticas.

Os monarcas, como em Bagdá e No Cairo, criam a sua própria fábrica de tecidos ou tiras, o que dá lugar ao princípio da história da produção de tecidos em seda bordada em al-Andalus. Também existiam as oficinas em que se trabalhava o bronze, esculpida com figuras que representavam os leões e os veados com o corpo coberto de círculos tangentes evocando tecidos e que foram utilizados como fornecedores nas fontes.

Joana

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