Decore O Natal Com Plantas E Frutas Naturais

Decore O Natal Com Plantas E Frutas Naturais

Nós gostamos muito da decoração de natal tradicional. A que costumamos encontrar em a maioria de hipermercados e grandes lojas de decoração. Os grandes abetos —normalmente artificiais— vestidos de dourado e vermelho ou branco e prata; ou, os mais modernos, de roxo ou azul. Mas há uma outra tendência que nós amamos: a de utilizar plantas naturais para decorar a casa no Natal. Vale a pena, é uma viagem cansativa e, provavelmente, exija um pouco mais de imaginação.

Mas o resultado é muito sedutor, elegante e sofisticado. Disso falou-nos há tempo Nacho Garcia de Vinuesa. Ciclámenes, orquídeas ou o visco, dão um toque acolhedor e de natal em sua casa. Para obter um resultado aconchegante —e de natal—, a florista Bourguignon apostam em “recriar o que acontece agora mesmo na natureza”. Ou seja, “usar o pinheiro, o azevinho, abacaxi, frutas vermelhas, como o ílex ou o visco”. Estas possibilidades têm a vantagem de que, ao não levar flores, o seu cuidado é muito simples.

  • Vasos com desenhos herança do românico
  • Busto de Franz Hanfstaengl
  • 1988 – Ara, lâmpada, Flos
  • 5 Tendência ao ecletismo e influência da Academia de Belas Artes (1860-1914)
  • 3 Verde e manganês na Catalunha
  • Copo de vidro

na hora de escolher plantas, Bourguignon propõe adquirir “ciclámenes, que planta é muito bonita. Mas também o bulbo dos jacintos, que começam com um verde lindo. Para um toque mais moderno, você pode sempre comprar orquídeas, que vêm em cores vivas e de natal – branco, amarelo, roxo”. E, claro, o visco, que não falte: “A tradição indica que tem de ser colocado no teto.

As pessoas que se encontrem abaixo, têm de se beijar. Mas é uma planta muito bonita, assim que se consegue uma com muitos caules, aconselhamo-lo a colocá-los em água, em um vaso baixo”. Mas cuidado, você tem que comprá-lo em floristerías ou mercados —”por exemplo, o da Plaza Mayor de Madrid”—. Porque não se pode cortar no campo, porque é ilegal e se precisam de permissões especiais.

Se você quer ser mais ousada, vai um pouco mais além das plantas naturais e conte pra decorar com algumas frutas. Os Laranjas da China colocam fácil com seus centros, combinados com flores e plantas. E colocados em centros metálicos ou vasos de vidro. Os motivos estão claros: “O Natal convida para se reunir e desfrutar ao redor da mesa, saborear frutos silvestres ou acompanhar os licores com deliciosos frutos secos.

E a vestir-se da mesa com flores de Páscoa e as flores amarilis”. Com efeito, as flores de Páscoa são uma parte fundamental da decoração de natal. Este dado o denuncia: “este ano, os espanhóis vão gastar entre 5 e 6 milhões de euros na compra de flores de Páscoa”.

O que afirma a Stars For Europe, associação que promove o consumo de um Copo ou flor de Páscoa. Junto à árvore e o presépio, os lares espanhóis contam em sua maioria com uma dessas belas plantas, das poucas que contam com flor nesta estação do ano. Mas, atenta, porque também nisso há tendências. Tradicionalmente, a flor-de-Páscoa sempre foi comprado na cor vermelha, “mas nos últimos anos os produtores de o deus têm incorporado novas cores como o rosa e o branco, que cada vez mais estão ganhando mais destaque”.

O retábulo-mor da Seo (Zaragoza, 1434-1480), de Pere Johan e Hans da Suábia, esculpida em alabastro. O retábulo da capela da Casa da Cidade de Barcelona, do pintor Lluis Dalmau e o pica-pau Francesc Gomar (1443-1445). Só se conserva o painel principal, denominado Virgem dos Consellers. Os devidos a Nuno Gonçalves (“painéis de Avis” ou “de São Vicente de Fora”, ca.

O retábulo, oratório ou políptico de Isabel, a Católica (ca. João-de-Flandres e Michael Sittow (Melchior Alemão), um retábulo devocional portátil, hoje desmontado, do qual se conservam vinte e oito tabelas de quarenta e sete originais, onde se desenvolvia o ciclo de vida da Virgem e de Cristo. O retábulo-mor da Catedral de Toledo, onde intervieram Felipe Bigarny, Sebastião de Almonacid, Petit, João ou João de Borgonha (1497-1504). A recente incorporação do transparente ou camarim, fórmula de grande sucesso posterior.

O retábulo-mor da Catedral de Ávila (1499-1508), notar que intervieram Pedro Berruguete, João de Borgonha e o então jovem Vasco da Sarça. San Antonio e San Cristobal, detalhe do retábulo-mor da igreja de São Bento de Calatrava (Espanha), da oficina de João Sanches de Castro (ac. Rua São Pedro, de Martín de Soria (ca. Retábulo-mor da igreja de Santa Maria Maior (Trujillo), de Fernando Gallego (ca.

Joana

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